Executivos cartoon tradicional e tech transformando depósitos em rede de tokens luminosos, simbolizando tokenização institucional pela BNY Mellon

BNY Mellon Tokeniza Depósitos: Cripto Vai ao Mainstream?

O BNY Mellon, maior banco custodiante do mundo com US$ 57,8 trilhões em ativos sob custódia, anunciou o lançamento de representações digitais de depósitos de clientes em uma blockchain privada. A iniciativa, revelada na sexta-feira (9), permite movimentar ‘dinheiro programável’ de forma eficiente, marcando um passo decisivo na adoção institucional de tecnologias blockchain. Bancos tokenizando seu próprio dinheiro: isso é o cripto finalmente chegando ao mainstream?


Detalhes da Plataforma de Tokenização

A plataforma do BNY utiliza uma blockchain privada e permissionada desenvolvida pelo próprio banco, projetada para instituições financeiras e até ‘nativos digitais’. Os depósitos tokenizados funcionam como lançamentos digitais em livros contábeis, representando fundos reais que podem ser sacados via meios tradicionais sempre que necessário.

Inicialmente, os tokens serão aplicados em operações de colateral e margem, áreas críticas para o funcionamento suave dos mercados financeiros globais. Carolyn Weinberg, Chief Product and Innovation Officer do BNY, destacou a confiabilidade dos depósitos bancários da instituição, que existe há mais de 240 anos e gerencia US$ 2,1 trilhões em ativos sob gestão.

Importante ressaltar que, apesar da representação em blockchain, os saldos continuam registrados nos sistemas legados do banco para garantir total conformidade regulatória. Essa abordagem híbrida demonstra maturidade na integração de tecnologias emergentes com infraestruturas tradicionais.

Benefícios e Eficiência para Instituições

A tokenização promete reduzir o atrito de liquidação e melhorar a eficiência de liquidez em diversos cenários operacionais. Em um mercado onde transações tradicionais podem demorar dias, a blockchain permite liquidações quase instantâneas, otimizando capital e reduzindo custos operacionais para grandes players de Wall Street.

O BNY posiciona essa solução como o ‘tecido conectivo’ de sua infraestrutura digital, conectando-se a iniciativas anteriores como o fundo de mercado monetário tokenizado em parceria com o Goldman Sachs, lançado em julho. Concorrentes como o JPMorgan já expandem depósitos tokenizados para múltiplas redes, mas o BNY foca em uma abordagem integrada e segura.

Essa evolução reforça a tese de que a tokenização de ativos do mundo real (RWA) não é mais especulação, mas uma realidade prática impulsionando eficiência no sistema financeiro global.

Parcerias Estratégicas e Endossos do Setor

O anúncio contou com endossos de peso do ecossistema cripto. Empresas como Anchorage Digital, emissores de stablecoins Circle e Paxos, a plataforma de tokenização Securitize (apoiada pela BlackRock) e a Ripple Prime manifestaram apoio entusiástico.

Nathan McCauley, CEO da Anchorage Digital, chamou o passo do BNY de ‘momento marcante para a adoção do dinheiro digital’. Até a Citadel Securities, responsável por 25% do volume de ações nos EUA, enfatizou a importância da tokenização para o futuro das finanças.

Essas parcerias sinalizam convergência entre finanças tradicionais e cripto, com gigantes como Goldman Sachs, BlackRock e Ripple alinhados em uma visão comum de dinheiro programável.

Implicações Bullish para o Mercado Cripto

Para investidores, essa movimentação do BNY é um sinal bullish claro. Com custodiante líder adotando blockchain ativamente, espera-se aceleração na tokenização de trilhões em ativos reais, expandindo o TVL (Total Value Locked) em protocolos DeFi e impulsionando demanda por infraestruturas como Ethereum e Solana.

No ciclo atual, essa adoção institucional valida a maturidade do setor, potencializando rallies em ativos relacionados a RWA e stablecoins. Vale monitorar como essa iniciativa se escala, pois pode catalisar o próximo estágio de crescimento do mercado cripto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon TradFi e cripto apertando mãos sobre ponte tokenizada conectando cofre a rede digital, sinalizando adoção pelo BNY Mellon

BNY Mellon Tokeniza Depósitos: Sinal de Bull Institucional?

O BNY Mellon, maior banco custodiante do mundo com quase US$ 58 trilhões em ativos sob gestão, lançou depósitos tokenizados para clientes institucionais em uma blockchain privada. A iniciativa, em parceria com Digital Asset e participantes como Circle (USDC), promete maior velocidade em colaterais, margens e pagamentos. É o sinal mais claro de que a adoção TradFi está acelerando um novo ciclo bullish no cripto?


Como Funciona a Plataforma de Tokenização

A nova funcionalidade está ativa na plataforma de Ativos Digitais do BNY, permitindo que saldos de depósitos sejam representados como entradas on-chain. Os depósitos tradicionais continuam registrados nos sistemas legados do banco, garantindo conformidade regulatória e segurança. Carolyn Weinberg, Chief Product and Innovation Officer, destacou: “Tokenized deposits estendem nossos depósitos bancários confiáveis para trilhos digitais, permitindo operações com maior velocidade em colaterais, margens e pagamentos, em um framework escalável e resiliente.”

Essa sincronização entre blockchain permissionada e ledgers convencionais elimina fricções, oferecendo liquidez 24/7 e transferências quase instantâneas. Diferente de stablecoins, esses tokens representam dinheiro bancário programável, mantendo juros e responsabilidade direta do BNY como G-SIB (banco sistemicamente importante global). Para instituições, isso significa eficiência operacional sem os riscos de ativos voláteis como Bitcoin.

Parcerias Estratégicas e Testes Iniciais

O lançamento conta com o suporte da Digital Asset, cujos líderes veem nisso uma abordagem prática para tokenização institucional. Yuval Rooz, CEO da empresa, enfatizou como trazer saldos on-chain desbloqueia liquidez em fluxos críticos. Os participantes iniciais incluem gigantes como Intercontinental Exchange (ICE), Citadel Securities, DRW Holdings, Ripple Prime, Circle, Anchorage Digital, Galaxy, Invesco e Baillie Gifford.

Eles testarão workflows reais, como gerenciamento de colaterais e settlements de alto valor. A inclusão da Circle, emissora do USDC, reforça a integração com ecossistemas de stablecoin, pavimentando o caminho para tesourarias cripto mais robustas. Esse ecossistema fechado, mas colaborativo, valida a tecnologia em escala real, acelerando a confiança do mercado.

Benefícios para Liquidez e Eficiência no Mercado

Os ganhos são evidentes: pagamentos programáveis que executam sob condições específicas, operações fora do horário bancário tradicional e mobilização de ativos mais fluida. Em um mercado onde liquidez é rei, isso reduz custos e tempos de settlement, atraindo mais capital institucional para cripto. Analistas como MartyParty destacam que os tokens são meros “wrappers” seguros de saldos reais, combinando o melhor dos mundos TradFi e blockchain.

Com JPMorgan já testando tokens semelhantes no Base da Coinbase, o movimento é parte de uma tendência maior. Para brasileiros monitorando tesourarias como MicroStrategy, isso sinaliza maturidade: bancos globais tokenizando dinheiro fiat abrem portas para ETFs e alocações massivas em Bitcoin e altcoins.

Implicações Bullish para 2026

Essa jogada do BNY Mellon não é isolada; é o prenúncio de um superciclo de tokenização, como apontam relatórios da Bernstein. Instituições ganhando confiança em infra digital impulsionarão fluxos para criptoativos, especialmente com regulação favorável nos EUA. Monitore aprovações de ETFs e tesourarias corporativas: o bull run institucional está apenas começando. Investidores atentos veem aqui o combustível para novas máximas históricas em 2026.


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Banqueiro tradicional e executivo tech cartoon despejando baú de ouro em plataforma tokenizadora, simbolizando lançamento de depósitos tokenizados pela BNY Mellon

BNY Mellon Lança Depósitos Tokenizados para Institucionais

O maior custodiante do mundo, BNY Mellon, com quase US$ 58 trilhões em ativos sob custódia, acaba de lançar depósitos tokenizados para clientes institucionais. Usando um blockchain privado permissionado, a plataforma espelha saldos on-chain para acelerar settlements e desbloquear liquidez 24/7. Maior custodiante do mundo tokeniza depósitos: os ETFs de Bitcoin foram só o começo dessa revolução TradFi em cripto.


Plataforma Digital Assets do BNY em Ação

A nova funcionalidade está ao vivo na plataforma Digital Assets do BNY, permitindo que instituições representem depósitos existentes como entradas on-chain. Esses tokens atuam como “dinheiro programável”, otimizando fluxos de collateral e margin — áreas críticas que demandam movimentações rápidas de fundos. Carolyn Weinberg, chefe de produto e inovação do BNY, destaca que isso estende depósitos bancários confiáveis para trilhos digitais, com escala, resiliência e conformidade regulatória.

Com histórico de testes em 2025, o BNY moderniza sua infraestrutura de pagamentos globais de US$ 2,5 trilhões. Os saldos reais permanecem em ledgers tradicionais para compliance, enquanto as versões tokenizadas fluem 24/7, eliminando riscos de settlement em fins de semana ou feriados.

Parcerias Estratégicas Aceleram Adoção

O BNY firmou parceria pioneira com Ripple Prime, braço institucional da Ripple, para programmable cash. Early adopters incluem Citadel Securities (25% do volume de ações dos EUA), DRW, Intercontinental Exchange, Baillie Gifford e emissores de stablecoins como Circle e Paxos. Anchorage Digital chama de “momento milestone para adoção de digital cash“.

Essa rede de gigantes valida a tecnologia: o BNY já custodia reservas do stablecoin RLUSD da Ripple, conectando ativos tradicionais a digitais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança de Wall Street na infraestrutura blockchain, pavimentando o caminho para mais tesourarias em cripto.

Corrida TradFi para Blockchain 24/7

O lançamento ocorre na onda de tokenização em bancos, com JPMorgan (JPMD no Base) e HSBC expandindo ofertas semelhantes. A SEC e CFTC propuseram mercados de capitais always-on em 2025, alinhando-se à realidade global. Tokenização de RWAs (real-world assets) como depósitos desbloqueia liquidez em ativos ilíquidos, impactando diretamente stablecoins e pagamentos cross-border.

BNY integra isso à sua custody de Bitcoin e Ethereum desde 2022, além de fundo money-market tokenizado com Goldman Sachs. Escala global: US$ 58 trilhões em AUM reforçam a credibilidade.

Impacto bullish para o Mercado Cripto

Essa adoção TradFi é um superciclo de tokenization, como prevê Bernstein para 2026. Bancos gigantes validam blockchain, reduzindo fricção e atraindo trilhões para on-chain. Para brasileiros, é sinal verde: liquidez 24/7 e programmable money ganham tração, elevando confiança em investimentos cripto. BTC ETFs foram o aperitivo; depósitos tokenizados são o prato principal da convergência financeira.


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