Estrutura isométrica Ethereum com blobs cyan expandidos conectando Layer 2 via fluxos verdes, simbolizando upgrade Fusaka e redução de fees em DeFi

Ethereum Aumenta Capacidade de Blobs para Fusaka

O Ethereum aumentou sua capacidade de dados por bloco, elevando o blob target para 14 e o limite máximo para 21 blobs. Essa mudança, implementada na rede principal nesta semana, prepara o terreno para o upgrade Fusaka, o próximo passo na evolução da blockchain após o Dencun. Para usuários de DeFi e holders, isso significa transações mais baratas e rápidas em soluções Layer 2, beneficiando ecossistemas como rollups.


O Que São Blobs no Ethereum?

Imagine os blobs como grandes caminhões que transportam dados temporários na rede Ethereum. Introduzidos no upgrade Dencun de março de 2024, eles substituem chamadas caras ao Layer 1 para dados de Layer 2, como transações em rollups otimistas ou zk-rollups. Antes, esses dados ocupavam espaço permanente no blockchain, elevando custos. Agora, blobs são dados "descartáveis" após um período, liberando espaço e reduzindo fees.

A capacidade inicial era limitada: target de 3 blobs por bloco (cerca de 384 KB) e máximo de 6 (768 KB). Com a demanda crescente de DeFi e dApps, a rede saturava, forçando usuários a pagar mais. Essa atualização responde a essa pressão, aumentando a eficiência geral.

Preparação para o Upgrade Fusaka

O Fusaka é o codinome do próximo hard fork, sucedendo Pectra (previsto para o 1º trimestre de 2026). Ele visa refinar ainda mais o modelo de dados, com propostas como EIP-7691, que eleva permanentemente esses limites. A mudança recente é um ajuste prévio, testado em redes de simulação como Hoodi, para evitar gargalos no mainnet.

Desenvolvedores do Ethereum Foundation monitoram métricas on-chain: desde Dencun, fees em L2 caíram até 90% em alguns casos. Com mais blobs, espera-se continuidade dessa tendência, tornando ETH mais competitivo contra rivais como Solana em throughput e custo.

Impactos para DeFi e Holders de ETH

Para protocolos DeFi em rollups como Arbitrum e Optimism, mais blobs significam mais dados processados por bloco, reduzindo latência e custos operacionais. Holders se beneficiam indiretamente: maior adoção em L2 impulsiona demanda por ETH como gas token no settlement layer.

Analogia simples: pense na rede como uma rodovia. Blobs extras são faixas adicionais para carpool de dados L2, aliviando o tráfego principal. Resultado? Viagens (transações) mais fluidas e econômicas, atraindo mais usuários e volume para o ecossistema Ethereum.

Próximos Passos e Monitoramento

Embora o ajuste seja bem-vindo, a comunidade observa riscos como centralização se poucos validadores dominarem produção de blobs. Ferramentas como beaconcha.in mostram uso atual próximo do limite anterior, justificando a expansão. Fusaka deve trazer otimizações adicionais, como melhorias em verifier efficiency.

Vale monitorar: se o target de 14 estabilizar sem congestionamentos, 2026 pode ser o ano de maturidade para scaling Ethereum.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura hexagonal translucida expandindo blobs de dados com fluxos cyan estaveis, simbolizando upgrade Fusaka para escalabilidade Ethereum em DeFi

Ethereum Eleva Capacidade de Blobs para Upgrade Fusaka

A atualização recente no Ethereum elevou a capacidade de blobs por bloco, passando o alvo de 10 para 14 e o limite máximo de 15 para 21. Essa mudança, implementada na segunda fork BPO (Blob Parameters Only), prepara a rede para o upgrade Fusaka, melhorando a escalabilidade sem grandes reformulações. Para usuários de DeFi e holders de ETH, isso significa transações mais baratas e rápidas em layer-2s, continuando os ganhos pós-Dencun.


O Que São Blobs e Por Que Eles Importam?

Imagine os blobs como pacotes compactos de dados que as layer-2s (L2s), como Arbitrum, Optimism e Base, enviam para a camada principal do Ethereum. Ao contrário de dados calldata tradicionais, que ocupam espaço caro no bloco principal, os blobs são armazenados temporariamente (cerca de 18 dias) e acessíveis apenas para verificação de segurança, reduzindo drasticamente os custos.

Introduzidos no upgrade Dencun em março de 2024, os blobs já cortaram fees de L2s em até 90%. Antes, postar dados de transações custava caro; agora, com mais espaço, as L2s processam milhares de transações off-chain e publicam apenas resumos baratos. Essa expansão gradual da capacidade evita congestionamentos e mantém fees estáveis, mesmo com crescente adoção de DeFi e NFTs.

Atualmente, o uso de blobs está abaixo da capacidade, dando folga à rede. Mas com o crescimento de rollups zk (como zkSync e Starknet), essa margem é essencial para evitar picos de custo.

Preparando o Terreno para Fusaka

O Fusaka é o próximo grande upgrade do Ethereum, focado em escalabilidade via PeerDAS (Peer Data Availability Sampling), permitindo que nós armazenem menos dados completos enquanto verificam a rede inteira. As forks BPO, como essa de 8 de janeiro de 2026, são ajustes paramétricos para testar e otimizar blobs antes do lançamento principal.

Essa estratégia de “tuning gradual” difere de upgrades passados como The Merge ou Dencun, que envolviam mudanças radicais. Em vez de um big bang, o Ethereum itera com forks menores, garantindo estabilidade. Vitalik Buterin destacou recentemente essa fase, onde melhorias em data availability e zkEVMs impulsionarão throughput sem comprometer descentralização.

Com blobs em alta demanda, mas uso controlado, a rede tem headroom significativo. Isso escala preemptivamente o Ethereum antes de pressões reais de congestionamento.

Benefícios para DeFi, Holders e Usuários Brasileiros

Para o ecossistema DeFi, mais blobs significam custos previsíveis em protocolos como Uniswap L2 ou Aave. Holders de ETH ganham com o ETH mais eficiente como “combustível” da rede, potencializando valor via maior utilidade. No Brasil, onde exchanges como Binance e Mercado Bitcoin adotam L2s, isso reduz slippage e atrai mais liquidez local.

Pós-Dencun, fees caíram de dólares para centavos por transação em L2s. Fusaka pode multiplicar isso por até 8x a capacidade atual de blobs, beneficiando traders brasileiros em voláteis mercados cripto.

Vale monitorar: se demanda explodir, fees podem subir temporariamente, mas ajustes contínuos como esse mantêm equilíbrio.


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Estrutura isométrica Ethereum com blocos de blobs expandidos conectados a rollups L2, simbolizando otimização de scaling pré-Fusaka

Ethereum Aumenta Capacidade de Blobs Pré-Fusaka

O Ethereum aumentou sua capacidade de dados por bloco, elevando o blob target de 10 para 14 e o limite máximo de blobs de 15 para 21. Essa mudança, implementada via um fork específico para parâmetros de blobs, prepara a rede para o upgrade Fusaka, estabilizando taxas em rollups e tornando transações em Layer 2 (L2) mais previsíveis e potencialmente mais baratas. ETH mais acessível: Fusaka acelera?


O Que São Blobs no Ethereum?

Imagine os blobs como “pacotes de bagagem” que as soluções Layer 2 enviam para o Ethereum principal. Ao contrário dos calldatas tradicionais, que são caros e permanentes, os blobs são dados temporários (disponíveis por apenas 18 dias) usados por rollups para publicar provas de transações off-chain. Plataformas como Arbitrum, Optimism, Base, Mantle, zkSync Era, StarkNet e Scroll dependem deles para manter custos baixos enquanto herdam a segurança do Ethereum.

Essa estrutura, introduzida no Dencun (março de 2024), revolucionou o scaling. Antes, rollups competiam por espaço caro no bloco principal; agora, blobs oferecem um “mercado de dados” dedicado, mais eficiente. Com o uso atual ainda abaixo da capacidade — mesmo com crescimento de atividade em L2s —, o ajuste é preventivo, evitando picos de fees como visto em períodos de alta demanda.

Impacto da Mudança nas Taxas L2

O novo target de 14 blobs por bloco (cerca de 360 KB de dados) e máximo de 21 (540 KB) amplia o espaço disponível em 40% no alvo e 40% no pico. Isso significa mais “respiro” para rollups, reduzindo a escassez que causa spikes nas taxas. Usuários de L2s, que processam milhares de transações diárias a frações de centavo, ganham estabilidade: imagine uma rodovia com mais faixas, onde o tráfego flui sem engarrafamentos repentinos.

Desenvolvedores e traders em DeFi veem benefício direto: custos operacionais menores incentivam mais dApps e liquidez. Dados on-chain confirmam que a demanda por blobs cresce, mas não satura o sistema, posicionando o Ethereum para absorver o boom esperado com Fusaka.

Roadmap Ethereum: Ajustes Graduais para Fusaka

Essa é a segunda atualização só para blobs, refletindo a estratégia de Vitalik Buterin: evoluir via “tuning fino” em disponibilidade de dados, em vez de forks massivos. Fusaka, o próximo grande upgrade, deve integrar avanços como data availability sampling (DAS) e melhorias em zkEVM, elevando a largura de banda sem comprometer descentralização.

Transição de “escalabilidade em grandes saltos” para iterações contínuas permite previsibilidade. Para o ecossistema brasileiro, isso reforça o Ethereum como base sólida para bridges e L2s locais, com transações mais baratas atraindo devs e usuários em reais via exchanges como Binance.

O Que Esperar Agora?

Com headroom ampliado, o foco vira monitorar adoção: se rollups saturarem os novos limites, mais ajustes virão. Investidores devem observar métricas como uso de blobs e fees médias em L2s. Essa preparação para Fusaka sinaliza maturidade: Ethereum não só escala, mas o faz de forma sustentável, beneficiando todos os participantes da rede.


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