Gestor cartoon empilhando blocos BTC em cofre corporativo superando Tesla, com '12K' gravado, simbolizando adoção recorde

Strive Supera Tesla: 12.798 BTC na Tesouraria Corporativa

A Strive Inc., liderada por Vivek Ramaswamy, obteve a aprovação dos acionistas da Semler Scientific para uma aquisição em ações, catapultando sua tesouraria de Bitcoin para 12.798 BTC. Isso a posiciona como a 11ª maior detentora corporativa do ativo, superando a Tesla de Elon Musk e a Trump Media. O movimento reforça a tese de escassez, com empresas acumulando três vezes mais BTC do que o minerado mensalmente, sinalizando maturidade no mercado de capitais.


Detalhes da Aquisição Estratégica

A transação all-stock integra os 5.048,1 BTC da Semler à tesouraria da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após a recente compra de 123 BTC a um preço médio de US$ 91.561. Anunciada em 13 de janeiro de 2026, a aprovação marca um marco na estratégia de tesouraria focada em Bitcoin, permitindo que a Strive execute seu plano de longo prazo sem diluição significativa de caixa.

Segundo o comunicado oficial, a operação eleva o yield de Bitcoin da Strive para mais de 15% no primeiro trimestre de 2026. Eric Semler, chairman da Semler Scientific, ingressará no conselho da Strive pós-fechamento, fortalecendo a governança. A companhia planeja monetizar os negócios operacionais da Semler em até 12 meses para quitar obrigações legadas, como uma nota conversível de US$ 100 milhões.

Apesar do otimismo estratégico, as ações da Strive (ASST) caíram 11,82% para US$ 0,97 no dia do anúncio, com volume explosivo de 360 milhões de shares, refletindo volatilidade típica em deals corporativos de alto perfil.

Rebalanceamento no Ranking Corporativo

Com 12.798 BTC, a Strive ultrapassa a Tesla, que historicamente liderou a adoção corporativa desde sua compra de US$ 1,5 bilhão em 2021, mas reduziu posições ao longo dos anos. Esse shift ilustra a nova hierarquia: empresas dedicadas a tesourarias puras de Bitcoin, como Strive, ganham terreno sobre gigantes tech diversificados.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 514.738, com variação de -1,3% em 24h e volume de 231 BTC. Equivalente a cerca de R$ 6,58 bilhões em tesouraria para a Strive, o ativo reforça seu papel como reserva de valor superior em cenários de inflação e incertezas fiat.

A dinâmica competitiva impulsiona acumulação: dados on-chain mostram corporações comprando três vezes mais BTC do que a produção mensal de ~13.500 moedas, acelerando a escassez e potencializando rallies de preço sustentados.

Implicações bullish para Investidores

Como estrategista bullish, vejo essa jogada da Strive como catalisador paradigmático. Empresas públicas adotando Bitcoin como hurdle rate primário validam a tese de longo prazo: BTC não é especulação, mas ativo de tesouraria premium. Com mNAV alinhado e reverse split 1:20 para atrair institucionais, a Strive se posiciona como proxy alavancado ao Bitcoin.

Investidores brasileiros devem monitorar: maior adoção corporativa global pressiona suprimento, beneficiando holders de longo prazo. Plataformas como Binance facilitam exposição via spot ou ETFs, mas DYOR é essencial. O rebalanceamento de poder nas tesourarias sinaliza ciclo virtuoso de acumulação, com upside significativo à frente.

Próximos passos incluem fechamento da aquisição e monetização de ativos da Semler, potencializando dividendos ou recompras financiadas por BTC yield.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon competindo em escadaria de BTC, Strive ultrapassando Tesla para entrar no top 11 de tesourarias corporativas

Strive Supera Tesla e Entra no Top 11 de Bitcoin Corporativo

Tchau, Elon! A Strive acaba de aprovar a aquisição da Semler Scientific, elevando suas reservas de Bitcoin para 12.798 BTC. Com isso, a empresa de Vivek Ramaswamy ultrapassa a Tesla e o Trump Media, assumindo a 11ª posição entre as maiores detentoras corporativas globais. Essa fusão all-stock reforça a estratégia Bitcoin-first, sinalizando uma nova era de adoção agressiva por empresas públicas.


Detalhes da Aprovação e Novos Holdings

Os acionistas da Strive (ASST) e da Semler Scientific (SMLR) deram sinal verde para a transação, anunciada em 13 de janeiro de 2026. A Semler contribui com 5.048 BTC para o balanço da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após uma recente compra de 123 BTC por US$ 11,3 milhões, a um preço médio de US$ 91.561.

Segundo o Bitcoin Magazine, o total combinado posiciona a nova entidade como uma potência em tesouraria Bitcoin, com foco em operações enxutas e geração de yield. Essa movimentação ocorre em meio a um mercado bullish, com o BTC negociado acima de US$ 94.000.

A fusão não só consolida ativos digitais, mas também integra o know-how da Semler, pioneira em adoção corporativa de BTC desde 2024.

Novo Ranking: Strive no Top 11 Global

Pela primeira vez, uma empresa fora do ecossistema tradicional de mineração ou ETFs corporativos entra no top 11 de holdings de Bitcoin. A Strive agora supera a Tesla (com cerca de 11.500 BTC) e a Trump Media & Technology Group, conforme dados das fontes consultadas.

Essa ascensão visionária alinha-se à tese de que o Bitcoin é o ativo de reserva definitivo. Analistas veem potencial para a Strive mirar o top 3 nos próximos trimestres, especialmente com emissões de preferred equity como a SATA, que captou US$ 200 milhões em novembro de 2025.

O otimismo é palpável: com o BTC em alta, essas reservas representam um valor bilionário, impulsionando o market cap ajustado pelo NAV em Bitcoin.

Vivek Ramaswamy e a Estratégia Bitcoin-First

Vivek Ramaswamy, cofundador da Strive, é o arquiteto dessa jogada ousada. Sua visão anti-ESG e pró-capitalismo de mercado sempre defendeu tesourarias Bitcoin-first, priorizando o BTC como hedge contra inflação e diluição fiat.

"I’m proud of the execution the Strive team has delivered", declarou Matt Cole, CEO, destacando um yield projetado de +15% no Q1 2026. Ramaswamy usa a Strive para desafiar o status quo financeiro, provando que empresas ágeis podem escalar via BTC sem endividamento excessivo.

Eric Semler, ex-chairman da Semler, junta-se ao board, trazendo expertise em adoção pioneira de Bitcoin como ativo principal.

Desafios, Reverse Split e Próximos Passos

Apesar do entusiasmo, as ações da Strive caíram 12-17% após o anúncio, impactadas por um reverse stock split 1:20 para atrair investidores institucionais. O objetivo é alinhar o preço das ações a padrões de participação institucional.

A empresa planeja monetizar o negócio de diagnósticos médicos da Semler em 12 meses, usando os recursos para quitar US$ 120 milhões em dívidas, incluindo uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 509.272 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,06% em 24h. Investidores devem monitorar emissões adicionais de SATA para expansão das reservas.


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Personagens cartoon de Strive e Semler fundindo-se em titã corporativo com baú de 13K BTC, simbolizando aquisição e adoção corporativa de Bitcoin

Strive Adquire Semler: Reservas de Bitcoin Alcançam 13 Mil BTC

A Strive Enterprises ($ASST), fundada por Vivek Ramaswamy, recebeu aprovação dos acionistas para adquirir a Semler Scientific ($SMLR) em uma transação all-stock histórica. A operação adiciona mais de 5.000 BTC ao tesouro da Strive, elevando o total para 12.797,9 BTC – quase 13 mil Bitcoins. Esse marco posiciona a empresa como o 11º maior detentor corporativo global, superando Tesla e Trump Media, e sinaliza aceleração na adoção institucional de Bitcoin como reserva de valor.


Detalhes da Aquisição Histórica

A primeira aquisição de uma empresa pública com treasury em Bitcoin foi aprovada em 13 de janeiro de 2026. A Semler Scientific traz 5.048,1 BTC para a mesa, enquanto a Strive já detinha 7.749,8 BTC após compra recente de 123 BTC a uma média de US$ 91.561 cada (cerca de R$ 11,26 milhões).

O CEO Matt Cole celebrou o feito: “Estamos fazendo história ao completar a primeira aquisição de uma empresa listada com estratégia de Bitcoin”. A transação reforça a confiança de empresas de capital aberto no ativo digital, seguindo o modelo pioneiro da MicroStrategy.

Holdings Elevados e Novo Ranking Corporativo

Com 12.797,9 BTC, a Strive agora ostenta um tesouro avaliado em bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.362,52 às 20:25 de hoje, com alta de 4,64% em 24h. Isso implica um valor aproximado de R$ 6,57 bilhões em BTC para a nova entidade – um salto impressionante que demonstra otimismo institucional.

A empresa supera gigantes como Tesla e entra no top 11 global, provando que a tese de Bitcoin treasury ganha tração entre firmas listadas em bolsa.

Estratégia Futura: Foco Total em Bitcoin

A Strive planeja monetizar os negócios operacionais da Semler (divisão de produtos médicos) em até 12 meses, direcionando recursos para quitar dívidas como uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase. O foco será em operações puras de Bitcoin, financiadas por emissões de preferred equity (SATA).

O yield projetado para Q1 2026 supera 15%, com estrutura simplificada e reverse split 1-para-20 para atrair investidores institucionais. Eric Semler, chairman da Semler, ingressará no board.

Impacto na Adoção Corporativa

Essa jogada consolida a Strive como novo gigante na adoção corporativa de Bitcoin, ecoando a estratégia da MicroStrategy. Apesar de queda de 17% nas ações ($ASST) hoje, o movimento mensal é positivo (+15%). Investidores bullish veem nisso validação: empresas de capital aberto apostam pesado no BTC como hedge contra inflação e reserva superior ao ouro. Vale monitorar emissões futuras de SATA e performance do tesouro em um mercado volátil, mas otimista.


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Executivo cartoon recebendo selo dourado MSCI em laptop BTC com gráfico de ações subindo, celebrando inclusão de tesourarias Bitcoin em índices globais

MSCI Mantém Empresas BTC em Índices: Strategy Dispara 6%

A MSCI anunciou que manterá empresas com tesouraria em Bitcoin (DATCOs) em seus índices globais, apesar de propostas iniciais de exclusão. As ações da Strategy (ex-MicroStrategy), liderada por Michael Saylor, dispararam 6% na quarta-feira, sinalizando confiança no modelo de adoção corporativa do BTC. A decisão, comunicada em 6 de janeiro, alivia riscos técnicos e reforça a tese de integração mainstream das criptomoedas.


Decisão da MSCI e Manutenção da Inclusão

A provedora de índices MSCI optou por não avançar com a exclusão de DATCOs — firmas com mais de 50% dos ativos em criptomoedas como Bitcoin — dos MSCI Global Investable Market Indexes na revisão de fevereiro de 2026. De acordo com o comunicado oficial, empresas já incluídas permanecerão, desde que atendam outros critérios. Essa pausa remove uma incerteza que pressionava o mercado cripto em outubro, quando especulações causaram quedas no Bitcoin.

O movimento valida a visão bullish de Saylor, que transformou a Strategy na maior detentora corporativa de BTC desde 2020. Analistas veem isso como endosso institucional à estratégia de tesouraria em ativos digitais, especialmente em um contexto de volatilidade macroeconômica.

Alta nas Ações da Strategy e Reação do Mercado

Após o anúncio, as ações da Strategy subiram até 6%, conforme reportado pela Crypto.news, com ganhos iniciais de 3,2% que foram parcialmente revertidos pela queda do Bitcoin para US$ 90.900. No ano, MSTR acumula alta de mais de 4,5%, superando o desempenho de muitos ativos tradicionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 492.045 (-0,42% em 24h), reforçando o apelo como hedge contra inflação e instabilidade fiat.

Investidores institucionais celebram: a permanência nos índices garante exposição passiva via fundos que replicam MSCI, atraindo bilhões em inflows para proxies de Bitcoin sem custódia direta.

Mudanças nas Regras de Captação e Desafios Futuros

Apesar da boa notícia, a MSCI introduziu ajustes: não haverá aumentos no Number of Shares (NOS), Foreign Inclusion Factor (FIF) ou Domestic Inclusion Factor (DIF) para novas emissões de ações dessas empresas. Isso elimina a demanda automática de fundos de índice — antes, cerca de 10% das novas ações eram compradas obrigatoriamente —, complicando captações como as usadas pela Strategy para comprar mais BTC.

Analistas da Bull Theory destacam que, sem esse ‘forçado buying’, a empresa precisará de compradores privados, potencialmente limitando aquisições. Ainda assim, o otimismo prevalece: a decisão abre caminho para mais corporações seguirem o playbook de Saylor, acelerando a adoção mainstream.

Implicações para Investidores bullish

Para o leitor brasileiro interessado em cripto, isso é um sinal forte: alocações em MSTR ou BTC direto podem servir como hedge macro superior a treasuries tradicionais. Com ETFs de Bitcoin em expansão — inclusive da Morgan Stanley —, a tese de Saylor ganha tração. Monitore a consulta mais ampla da MSCI sobre ‘non-operating companies’; por ora, o caminho está pavimentado para ganhos sustentados em 2026.


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