A integração entre Axelar e Stellar acaba de ir ao ar, conectando a infraestrutura de pagamentos rápidos da Stellar com a interoperabilidade cross-chain da Axelar. Projetos como Solv Protocol, Stronghold e Squid Router já estão operacionais, abrindo portas para finanças institucionais. Em paralelo, o XRPL avança em tokenização, superando Solana com US$ 1,75 bilhão em ativos reais on-chain. Para brasileiros, isso significa remessas internacionais mais baratas e rápidas, sem barreiras entre blockchains.
Como Funciona a Conexão Axelar-Stellar
A Stellar é conhecida por suas transações rápidas e com taxas mínimas, ideais para pagamentos globais — pense em enviar dinheiro para a família no Nordeste sem perder uma fortuna em fees bancárias. A Axelar entra como ponte, permitindo que ativos da Stellar fluam para outras redes como Ethereum sem complicações.
Desde o lançamento, o Solv Protocol já permite levar produtos de yield com Bitcoin tokenizado para a Stellar. A Stronghold mantém seu token SHx em suprimento 1:1 entre Stellar e Ethereum, enquanto o Squid Router roteia liquidez para XLM e outros ativos. Isso é prático: desenvolvedores constroem apps que funcionam em múltiplas chains sem reinventar a roda.
Para o roadmap de 2026 da Axelar, o foco é infraestrutura compliant, alinhada à Stellar, que já tem ferramentas nativas de conformidade regulatória. Instituições financeiras podem agora emitir ativos regulados e negociá-los cross-chain com segurança.
Impacto Prático para Pagamentos e Remessas
Imagine transferir R$ 1.000 para o exterior: com Stellar sozinha, as taxas são irrisórias, mas limitada a sua rede. Agora, com Axelar, você move esse valor para Ethereum ou outras chains para yield ou trading, tudo em minutos. Para brasileiros lidando com dólar alto — hoje por volta de R$ 5,70 —, isso reduz custos em até 90% comparado a bancos tradicionais.
A integração facilita tokenização de ativos reais, como imóveis ou títulos, que circulam entre redes. Fintechs e provedores de pagamento ganham com throughput alto da Stellar (milhares de TPS) e interoperabilidade, evitando silos. No Brasil, onde remessas somam bilhões anuais, isso pode baratear envios para filhos estudando fora ou fornecedores importados.
Desenvolvedores já acessam isso: bridges como Squid permitem mover solvBTC ou XLM cross-chain hoje, com liquidez unificada. É utilidade real, não hype especulativo.
Redes de Pagamento Lideram Contra Smart Contracts
Enquanto chains de smart contracts como Solana lutam com outages, redes focadas em pagamentos como Stellar e XRPL avançam. O XRPL lançou espaço dedicado no metaverso xSPECTAR para comunidade e educação, mas brilha em RWAs: US$ 1,75 bilhão tokenizados on-chain, crescimento de 270% em um mês, superando Solana.
Transações diárias no XRPL batem 1,83 milhão, com RLUSD representando 83% dos US$ 418 milhões em stablecoins. Baixas taxas (0,00001 XRP) tornam eficiente trocas de bens virtuais ou reais. Isso mostra: para instituições, eficiência em pagamentos e tokenização vence complexidade de contratos inteligentes.
No Brasil, onde burocracia e IOF encarecem transferências, XRPL e Stellar oferecem alternativa prática para tokenizar títulos públicos ou imóveis, acessíveis via apps mobile.
O Que Fazer com Essa Novidade
Para usuários comuns, teste bridges como Squid para mover XLM ou stablecoins entre chains — verifique taxas reais em wallets compatíveis. Monitore Solv para yields acessíveis em ativos tokenizados. Instituições: avalie Stellar/Axelar para settlements cross-border.
Com volume crescendo, espere mais fintechs brasileiras integrando isso. Fique de olho em atualizações da Axelar e XRPL Commons no X para oportunidades práticas. Isso não é especulação: é infraestrutura que facilita sua vida financeira diária.
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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.