Advogada cartoon da Abcripto confrontando burocrata com stablecoins e selos IOF caindo, simbolizando disputa judicial sobre regulação de stablecoins

Abcripto Vai Processar Governo por IOF em Stablecoins?

Guerra fiscal no horizonte: a Abcripto ameaça processar o governo brasileiro caso o Ministério da Fazenda imponha IOF sobre transações com stablecoins como USDT e USDC por decreto. Julia Rosin, presidente da associação que reúne mais de 50 empresas nacionais de cripto, alega inconstitucionalidade, argumentando que esses ativos digitais não podem ser equiparados a moedas estrangeiras. A medida reacende debates sobre regulação, após declarações do secretário Dario Durigan em novembro de 2025, e pode impactar diretamente o ecossistema cripto brasileiro em um momento de expansão global.


Posição Firme da Abcripto Contra a Taxação

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (Abcripto), liderada por Julia Rosin, posicionou-se veementemente contra a proposta de taxar transações internas com stablecoins via IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Rosin destaca que essa imposição por decreto violaria regulamentações aprovadas pelo Congresso Nacional, que definem criptoativos de forma distinta de moedas fiduciárias estrangeiras.

Atualmente, o IOF já incide na emissão (minting) de stablecoins, quando há conversão de reais para dólares digitais. Cobrar novamente em operações como depósitos, saques ou trocas configuraria dupla tributação, elevando custos operacionais para exchanges e corretoras nacionais. Essa resistência reflete a preocupação do setor com medidas que possam frear a inovação em um mercado onde o Brasil busca se posicionar como hub regional de criptoativos, competindo com vizinhos como Argentina e Uruguai.

O embate ganha contornos geopolíticos: enquanto os EUA avançam em regulações amigáveis para stablecoins e a Europa aprova frameworks como o MiCA, o Brasil arrisca isolar-se se adotar posturas excessivamente fiscais.

Por Que Stablecoins Não São Moedas Estrangeiras?

Julia Rosin é categórica: USDT (Tether) e USDC não se enquadram como moedas estrangeiras, pois o IOF foi criado para operações de câmbio tradicional. Essas stablecoins funcionam como pontes digitais no ecossistema global de cripto, permitindo remessas rápidas, proteção contra inflação e acesso a mercados internacionais sem intermediação bancária convencional.

No contexto brasileiro, onde o real enfrenta volatilidade, elas são essenciais para hedge e liquidez. Taxá-las como câmbio elevaria alíquotas de até 6,38% por operação, impactando bilhões em volume anual. Isso contrasta com visões globais: nos EUA, stablecoins são tratadas como ativos regulados pela CFTC e SEC, não como forex puro, fomentando crescimento sem onerar excessivamente.

A Abcripto vê risco de precedentes perigosos, podendo estender taxações a outros criptoativos e desencorajar investimentos estrangeiros no Brasil.

Impactos no Mercado Brasileiro e Global

Para investidores brasileiros, o custo adicional reduziria o poder de compra em plataformas locais, complicando estratégias de arbitragem e trading. Empresas do setor enfrentariam maiores despesas de compliance, possivelmente repassadas em spreads mais altos ou atrasos em saques, afetando a adoção em massa.

No cenário global, essa medida posicionaria o Brasil como outlier: enquanto El Salvador adota Bitcoin como moeda legal e Dubai atrai firms com isenções fiscais, taxações agressivas podem repelir talentos e capitais. Parlamentares pró-cripto já sinalizam oposição, prometendo barrar o decreto no Legislativo, o que reforça o papel do Brasil na agenda internacional de inovação blockchain.

O volume de stablecoins no país já é bilionário, servindo remessas e proteção inflacionária — uma taxa extra frearia essa dinâmica essencial para a economia digital emergente.

Próximos Passos e Estratégias para Investidores

Monitore o Ministério da Fazenda e comunicados da Abcripto. Se o processo judicial avançar, liminares podem suspender a taxa temporariamente. Enquanto isso, diversifique plataformas, priorizando aquelas com boa compliance fiscal e baixas taxas.

Em um mundo onde regulação cripto evolui rapidamente — com G20 discutindo padrões globais —, o desfecho brasileiro influenciará a atratividade do país para o ecossistema Web3. Fique atento: essa batalha pode redefinir o futuro das criptomoedas por aqui.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem Abcripto cartoon com escudos USDT e USDC desafiando gigante burocrático com impostos IOF, simbolizando resistência à taxção de stablecoins no Brasil

Abcripto Ameaça Processar Governo por Taxa em Stablecoins

O governo planeja impor IOF sobre stablecoins, mas a Abcripto, associação que reúne mais de 50 empresas de cripto, ameaça processar o Ministério da Fazenda caso o IOF seja imposto por decreto sobre transações de stablecoins como USDT e USDC. Julia Rosin, presidente da entidade, alega inconstitucionalidade, ao defender que isso equipara ativos digitais a moedas estrangeiras.


A Posição Firme da Abcripto

Julia Rosin, recém-eleita presidente da Abcripto — a Associação Brasileira de Criptoeconomia —, posicionou-se publicamente contra a taxação de transações com stablecoins. Segundo ela, impor o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) por decreto seria inconstitucional. Isso porque contrariaria regulamentações já aprovadas pelo Congresso Nacional, que não tratam criptoativos como moedas estrangeiras.

A Abcripto representa o setor nacional, agrupando exchanges, corretoras e empresas de tecnologia blockchain. Rosin enfatiza que stablecoins já incidem IOF na emissão (minting), quando há conversão de reais para dólares digitais. Cobrar novamente nas transações internas seria dupla tributação, elevando custos para usuários e empresas.

Essa resistência ganha força após declarações do secretário Dario Durigan, do Ministério da Fazenda, em novembro, sinalizando foco em taxar e regular criptoativos. Parlamentares pró-cripto já prometem barrar iniciativas semelhantes.

Por Que Stablecoins Não São Moedas Estrangeiras?

Stablecoins como USDT (Tether) e USDC são criptomoedas atreladas ao dólar, usadas para proteção contra inflação e remessas rápidas. No Brasil, servem como ponte entre reais e o ecossistema global de cripto, sem envolver câmbio tradicional.

Rosin argumenta: “O IOF está ligado a câmbio de moedas. Uma stablecoin não é moeda”. Na emissão, já há IOF por envolver fiat. Taxar fluxos internos — depósitos, saques ou trocas — tornaria essas operações mais caras, impactando liquidez no mercado local.

A proposta reacende debate iniciado em novembro, quando medidas de taxação geraram polêmica. A Abcripto vê nisso um risco à inovação, podendo afastar investimentos e elevar burocracia para traders brasileiros.

Impacto Prático no Bolso do Investidor Brasileiro

Para você que usa USDT para comprar Bitcoin ou transferir valor, uma taxa extra de IOF (alíquotas de até 6,38%) pode encarecer cada operação. Imagine pagar mais para converter BRL em USDT na sua exchange favorita — isso reduz o poder de compra e complica estratégias de hedge contra o real volátil.

Empresas locais enfrentariam custos operacionais maiores, possivelmente repassados em spreads ou taxas de saque. O setor estima que isso freie adoção de cripto no Brasil, onde stablecoins movimentam bilhões anualmente. Usuários casuais, como quem usa para remessas familiares, sentiriam o peso imediatamente.

Se o decreto sair, espere aumento na burocracia: mais relatórios fiscais e compliance para corretoras, indiretamente afetando prazos de saques e depósitos.

Próximos Passos: O Que Monitorar

Mantenha o radar ligado no Ministério da Fazenda e Abcripto. Se o processo judicial avançar, pode haver liminar suspendendo a taxa, dando tempo para adaptação. Enquanto isso, diversifique: avalie plataformas P2P ou internacionais com taxas menores, mas verifique compliance com Receita Federal.

Acompanhe atualizações no site da Abcripto e notícias regulatórias. O embate judicial pode definir o futuro da taxação cripto no Brasil, protegendo seu acesso acessível a stablecoins.


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