Personagem cartoon traidor com olhos espiões acessando carteiras privadas em fortaleza digital, expondo insider trading e riscos na Axiom

Axiom: Funcionário Espionava Carteiras para Insider Trading, Diz ZachXBT

Investigações revelam que um funcionário sênior da Axiom Exchange, Broox Bauer, abusou de acesso interno para espionar carteiras privadas de usuários, coordenando estratégias de insider trading com lucros estimados em US$ 200 mil. O caso, denunciado pelo investigador ZachXBT, expõe a face obscura das finanças cripto modernas, conectando-se à prisão do CEO da Goliath Ventures por um Ponzi de US$ 328 milhões e ao colapso da Crypto Capital Corp, ligado à máfia israelense. Eles estão de olho em você: proteja-se.


Abuso Interno na Axiom: Detalhes da Investigação

Fundada em 2024 e acelerada pela Y Combinator em 2025, a Axiom gerou mais de US$ 390 milhões em receita. Evidências apontam que Broox Bauer, baseado em Nova York, usava ferramentas internas para rastrear usuários via códigos de referência, endereços de carteiras e IDs. Em gravações vazadas de chamadas privadas, ele descreve pesquisar inicialmente 10-20 carteiras, escalando para evitar suspeitas.

Em abril de 2025, Bauer compartilhou screenshots de dashboards internos mostrando carteiras de traders como “Jerry” e “Monix”. Um Google Sheet compilava dados de KOLs (key opinion leaders), confirmados on-chain por vítimas contatadas. O plano incluía auxiliar um moderador novo a lucrar US$ 200 mil rapidamente. Sem logs internos da Axiom, isolar trades exatos é desafiador, mas fluxos de fundos apontam para exchanges centralizadas.

Esquemas Ponzi Ressurgem: Goliath e Crypto Capital

A prisão de Christopher Alexander Delgado, CEO da Goliath Ventures, ilustra o retorno de pirâmides bilionárias. Acusado de fraude eletrônica e lavagem, ele captou US$ 328 milhões prometendo retornos via pools DeFi e mineração de Bitcoin. Na realidade, apenas US$ 1 milhão foi investido; o resto pagava antigos investidores e financiava luxos como uma mansão de US$ 8,5 milhões.

O colapso da Crypto Capital Corp, com US$ 850 milhões apreendidos, liga-se à máfia israelense e tráfico de cocaína. Fundos de drogas colombianas eram lavados via CCC, comprando mais crypto para ciclos viciosos. Fugitivos como Oz e Ravid Yosef operavam de Panamá e Colômbia, afetando exchanges como Bitfinex.

Sinais de Alerta e Como se Proteger

Esses casos evidenciam vulnerabilidades sistêmicas: acesso privilegiado a dados privados, promessas de retornos fixos e fachadas DeFi para fraudes. Red flags incluem falta de transparência on-chain, eventos luxuosos para captação e discrepâncias entre promessas e investimentos reais. O DOJ dos EUA processa esses crimes, mas jurisdições variam.

Para investidores brasileiros, monitore plataformas com histórico duvidoso. Verifique auditorias independentes, segregação de fundos e conformidade regulatória. Evidências on-chain e due diligence são essenciais. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas seguras, mas sempre priorize auto-custódia e pesquisa própria.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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