Investigações revelam um cerco mais apertado contra crimes envolvendo criptomoedas: na Malásia, 12 policiais foram presos por simular uma operação e roubar US$ 51 mil em ativos digitais de oito chineses. Em paralelo, um hacker devolveu 320 bitcoins (US$ 21,3 milhões) roubados das autoridades sul-coreanas em 2025. Do crime à redenção ou pressão? Evidências apontam para maior fiscalização global.
Polícia Malásia Acusada de Roubo Organizado
Evidências apontam que policiais de Selangor invadiram um bangalô no distrito de Kajang, nos arredores de Kuala Lumpur, confiscaram celulares e laptops de oito nacionais chineses (25-45 anos) e coagiram a transferência de cerca de 200 mil ringgits – equivalentes a US$ 51 mil – em criptomoedas para uma conta específica. O caso é tratado como roubo de gangue envolvendo bens digitais de estrangeiros.
O chefe de polícia Shazeli Kahar confirmou as detenções para auxiliar a investigação. O timing é revelador: dias após o rei da Malásia alertar publicamente sobre corrupção na polícia e serviço civil. Sinais de alerta incluem o uso de força estatal para extorsão privada, expondo vulnerabilidades quando autoridades viram predadores. Investidores em regiões asiáticas devem redobrar alertas com interações policiais.
Hacker Coreano Devolve BTC Após Phishing
A procuradoria de Gwangju recuperou 320,88 BTC, desviados em agosto de 2025 via ataque de phishing que comprometeu credenciais de acesso. Os fundos foram detectados ausentes apenas em janeiro, durante auditoria rotineira, e devolvidos esta semana para uma carteira oficial, depois transferidos a uma exchange doméstica sob controle governamental.
Sem explicação pública para a restituição, autoridades insistem na perseguição ao hacker desconhecido, rastreando sites de phishing e domínios maliciosos. Pedidos de congelamento em exchanges locais complicaram a lavagem. O caso destaca falhas repetidas: recentemente, polícia de Seul perdeu 22 BTC de uma cold wallet sem roubo físico do dispositivo.
Red Flags e Medidas de Proteção
Esses incidentes conectam pontos: corrupção interna erode confiança nas instituições detentoras de cripto, enquanto hackers exploram fraquezas humanas como phishing. Na Malásia, o abuso de poder policial sinaliza riscos offline; na Coreia, custódia estatal falha em básicos de segurança.
Para se proteger: use multi-sig e hardware wallets para holdings significativos; evite interagir com autoridades sem advogado; monitore transações on-chain via explorers como Etherscan ou BSCScan. Relate suspeitas imediatamente. O cerco aperta, mas a vigilância individual permanece essencial – fraudes não escolhem alvos.
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