Personagens cartoon de regulador americano e XRP antropomorfizado apertando mãos com '80%' neon flutuando, simbolizando otimismo para aprovação do CLARITY Act

CLARITY Act: Ripple Dá 80% de Chance de Aprovação nos EUA

O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, atribui 80% de chance de aprovação do CLARITY Act até o final de abril, sinalizando uma vitória regulatória histórica para o setor cripto nos Estados Unidos. Um ex-assessor da Casa Branca reforça o otimismo, destacando negociações intensas entre indústria bancária e criptoativos para superar impasses sobre stablecoins. Para investidores brasileiros, isso pode trazer legitimidade global e reduzir receios institucionais, consolidando o mercado em escala internacional. (72 palavras)


Bastidores do Impasse no Senado

O projeto de lei avançou quase até a marcação no Comitê Bancário do Senado em janeiro, mas travou devido a divergências sobre o rendimento de stablecoins. A Coinbase, maior exchange americana, retirou o apoio por não encontrar consenso sobre riscos de fuga de depósitos para bancos tradicionais. Garlinghouse enfatiza que “clareza é melhor que caos”, defendendo um compromisso em vez da perfeição legislativa.

Segundo autoridades de Washington, negociações em alto nível ganharam ímpeto antes do recesso de primavera. A Ripple, marcada por sua batalha com a SEC, lidera a advocacia pela lei, argumentando que beneficia toda a indústria, mesmo após a decisão favorável de que o XRP não é um security.

Otimismo de Ex-Autoridades e Setor Bancário

Bo Hines, ex-diretor executivo do Conselho Presidencial de Assessores para Ativos Digitais e atual CEO da Tether US, expressa confiança na aprovação apesar do atraso. Em entrevista no Digital Assets at Duke Conference, ele nota que ambas as indústrias estão em “panela de pressão” para concessões, como maior papel de bancos comunitários no ecossistema de stablecoins. O OCC já emite licenças condicionais a empresas cripto, pavimentando resoluções que protegem bancos sem frear inovação.

O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, reforça a urgência: a lei deve chegar à mesa do presidente antes do fim da primavera, evitando um colapso diante de uma possível mudança democrata pós-eleições de meio de mandato em 2026. Patrick Witt, do atual Conselho Cripto presidencial, alerta que a janela legislativa está “se fechando rapidamente”.

Implicações Globais para Investidores Brasileiros

De Washington aos mercados emergentes, regulações americanas ditam tendências globais. O CLARITY Act estabeleceria regras claras para ativos digitais, distinguindo securities de commodities e facilitando custódia institucional. Para o Brasil, isso significa maior influxo de capital estrangeiro via ETFs e fundos, reduzindo volatilidade e medo regulatório local.

Com a UE avançando em MiCA e Ásia testando CBDCs, os EUA regulando cripto legitima o setor mundialmente. Investidores brasileiros ganham com estabilidade: exchanges locais se alinham a padrões globais, atraindo parcerias e ampliando opções de staking e DeFi sem pânico de proibições abruptas.

Próximos Passos e Monitoramento

A pressão da administração Trump acelera o diálogo, com prazo informal no fim do mês para resolver disputas de stablecoin yield. Uma cúpula recente na Casa Branca entre executivos bancários e cripto, embora infrutífera, sinaliza compromisso oficial. O mercado deve acompanhar markups no Senado e reações da SEC.

Enquanto o texto não é perfeito, progressos como esse testam a maturidade do ecossistema. Brasileiros atentos a tendências globais posicionam-se melhor para capturar ganhos de longo prazo em um ambiente regulado.


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