Nos bastidores de Washington, o ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou que Sam Bankman-Fried (SBF), da FTX, criticava a exchange para reguladores americanos logo após investimento conjunto em 2019. Paralelamente, a Binance rebate acusações de transferências bilionárias ligadas ao Irã, enquanto a American Bitcoin, apoiada pela família Trump, acumula mais de 6.000 BTC (cerca de US$ 413 milhões). Esses movimentos destacam como política e regulação moldam o ecossistema cripto global, com impactos para investidores em múltiplas jurisdições.
Intrigas entre Binance e FTX nos Corredores do Poder
O rompimento precoce entre Binance e FTX, revelado por CZ no All-In Podcast, ocorreu após a Binance investir 20% na rival em 2019. Amigos relataram que SBF falava mal da Binance em Washington, visando reguladores dos EUA. A saída da Binance veio em julho de 2021, 18 meses antes do colapso da FTX em 2022, motivada por tensões competitivas e contratações agressivas da FTX de ex-funcionários da Binance para roubar clientes VIP.
CZ manteve postura pública colaborativa, mas internamente optou por competir livremente, sem veto contratual em rodadas futuras de captação da FTX. Essa dinâmica reflete disputas geopolíticas sutis no nascente mercado de derivativos cripto.
Binance sob Escrutínio por Sanções ao Irã
A Binance nega veementemente transferências acima de US$ 1 bilhão para o Irã via USDT na blockchain Tron, entre março de 2024 e agosto de 2025, conforme reportagem da Fortune. A exchange afirma que auditoria interna com consultores externos não encontrou violações, e nega demissões de investigadores por alertas de compliance. Richard Teng, atual CEO, reforçou no X que cumprem obrigações regulatórias pós-acordo de 2023, quando pagaram US$ 4,3 bilhões por lavagem de dinheiro e sanções.
Autoridades americanas monitoram de perto, em contexto de tensões com Teerã e acordos internacionais. Movimentações de US$ 1,7 bilhão em contas suspeitas desde 2021 adicionam pressão.
Expansão da American Bitcoin e Influência Trump
A American Bitcoin, de Eric Trump como cofundador e CSO, com Donald Trump Jr. como investidor, elevou reservas para 6.060 BTC (US$ 413 milhões), adicionando 217 BTC recentemente. Estratégia de mining to treasury prioriza retenção sobre vendas, rendendo 116% em yield desde IPO na Nasdaq em setembro de 2025. Apesar queda de 45% nas ações ABTC no ano, persistem na acumulação em meio a Bitcoin acima de US$ 70.000.
Essa abordagem posiciona a firma entre top 20 holders corporativos, próxima à Galaxy Digital.
Regulação Global e Implicações para Investidores
Esses eventos conectam lobbies em Washington, sanções internacionais e iniciativas privadas nos EUA. Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 358.586 (-0,23% 24h), com dólar a R$ 5,24. Decisões em capitais como EUA e UE definem rumos para exchanges e mineração, afetando liquidez e adoção. Investidores globais, incluindo brasileiros, devem monitorar compliance e tesourarias corporativas em cenário de volatilidade regulatória.
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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.