A Polymarket, líder em mercados de previsão on-chain, entrou com ação judicial federal contra a Procuradora-Geral de Massachusetts, Andrea Campbell, e reguladores estaduais de jogos de azar nesta terça-feira, 10 de fevereiro de 2026. A plataforma busca bloquear restrições que classificam seus event contracts como apostas ilegais, argumentando que a jurisdição federal da CFTC prevalece sobre leis locais de jogos de azar. Evidências do processo apontam risco iminente de fragmentação nacional do mercado após decisão contra rival Kalshi.
Detalhes da Ação Judicial
Investigações revelam que a Polymarket protocolou a queixa no tribunal federal, citando ameaça “imediata e concreta” de fiscalização estadual. O Chief Legal Officer Neal Kumar enfatizou que “o Congresso atribuiu à CFTC, não aos estados, autoridade exclusiva sobre event contracts”. A plataforma, avaliada em US$ 9 bilhões, opera nacionalmente e teme que restrições em Massachusetts dividam sua base de usuários, reduzam liquidez e afetem parcerias bancárias.
De acordo com a queixa, os mercados de previsão da Polymarket são regulados como derivativos pela CFTC, não como jogos de azar locais. Isso ecoa comentários recentes do Chairman Michael Selig, que sinalizou revisão da agência sobre sua jurisdição em casos semelhantes. A decisão de processar surge logo após um juiz estadual negar suspensão de banimento a contratos esportivos da Kalshi, exigindo bloqueio de usuários de Massachusetts em 30 dias.
Contexto de Pressão Regulatória Crescente
Evidências apontam para um padrão de repressão regulatória contra mercados de previsão. Além de Kalshi, plataformas como Crypto.com e Polymarket receberam cease-and-desist do Tennessee Sports Wagering Council. A Coinbase também acionou judicialmente estados como Michigan e Connecticut por supervisão similar em mercados de previsão. Um juiz em Nevada negou proteção à Coinbase contra ação equivalente.
Robinhood, parceira da Kalshi, busca injunção própria em Massachusetts para evitar licenças estaduais. Essas ações judiciais destacam tensão entre inovação on-chain e poderes tradicionais dos estados sobre jogos de azar. Críticos veem nisso tentativa de censura a ferramentas que funcionaram como termômetros precisos de eleições e economia, superando pesquisas tradicionais em acurácia.
Implicações para Usuários e Mercado On-Chain
Para investidores brasileiros monitorando o ecossistema global, o caso expõe bandeiras vermelhas regulatórias: fragmentação pode elevar riscos de liquidez e confiança. Polymarket argumenta que intervenção estadual causa “dano irreparável”, violando mandato congressional para estrutura federal unificada. Sucesso na ação fortaleceria CFTC nacionalmente, limitando poder estadual e protegendo liberdade de informação descentralizada.
Plataformas como essa provaram valor ao prever eventos reais com dados crowd-sourced on-chain, mas enfrentam resistência de reguladores que as equiparam a apostas não licenciadas. Usuários devem acompanhar o docket federal para atualizações, pois o veredicto moldará adoção de mercados de previsão nos EUA e globalmente.
Próximos Passos e Como se Proteger
O processo avança em tribunal federal; Polymarket busca injunção imediata. Monitorar briefings da CFTC e apelações de Kalshi será essencial. Investidores: diversifiquem exposição a mercados de previsão, verifiquem compliance local e priorizem plataformas com clareza regulatória. Evidências sugerem que a batalha judicial define o futuro da previsão on-chain — fique atento para não ser pego desprevenido por mudanças abruptas.
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