O ETF IBIT da BlackRock registrou influxo de US$ 231,6 milhões na sexta-feira, após uma semana turbulenta para o Bitcoin, que chegou a US$ 60 mil. Apesar do pânico no varejo, o volume recorde de US$ 10 bilhões em negociações sinaliza que os grandes participantes institucionais estão absorvendo a oferta. O segredo da BlackRock? Bilhões fluindo para o ETF em meio ao caos, construindo a base para o próximo ciclo de alta.
Volume Recorde Revela Força Institucional
O iShares Bitcoin Trust (IBIT) quebrou seu recorde de volume na quinta-feira, com mais de 284 milhões de ações negociadas, equivalentes a US$ 10 bilhões em valor nocional. Isso representa um aumento de 169% sobre o recorde anterior, ocorrido em novembro. Mesmo com a queda de 13% no preço do ETF — a segunda pior desde o lançamento —, o movimento demonstra resiliência. Analistas como Eric Balchunas destacam que, em dias de pânico, os tubarões institucionais entram para comprar barato.
Os fluxos totais nos ETFs de Bitcoin nos EUA somaram US$ 330,7 milhões positivos na sexta, revertendo três dias de saídas líquidas de US$ 1,25 bilhão. Em 2026, o IBIT teve apenas 11 dias de inflows líquidos até agora, reforçando que esses momentos são cruciais para medir compromisso de longo prazo.
Queda do Bitcoin e o Rebound Institucional
O Bitcoin despencou 24,3% nos últimos 30 dias, negociado a cerca de US$ 69.820. Quinta-feira foi o dia mais volátil, com BTC testando US$ 60 mil, mas o IBIT rebotou quase 10% na sexta, fechando em US$ 39,68. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 357.726 no Brasil, com alta de 2,8% nas últimas 24 horas e volume de 860 BTC.
Enquanto empresas como MARA Holdings transferiram mais de 1.300 BTC para venda, os ETFs mostram que a adoção corporativa persiste. Fluxos acumulados nos spot ETFs de Bitcoin superam US$ 55 bilhões, apesar das perdas recentes no preço de 42% para holders.
Especulação de Hong Kong como Contraponto
Uma especulação sobre hedge funds de Hong Kong ganhou força para explicar a venda agressiva. Traders apontam volume alto no IBIT com saídas modestas de US$ 175 milhões, sugerindo posições alavancadas em opções. No entanto, sem evidências concretas em filings regulatórios, isso parece ruído de curto prazo. O foco permanece na absorção institucional: fundos com exposição massiva ao IBIT não sinalizam pânico generalizado.
Baixas liquidações em exchanges CeFi e movimentos sincronizados com Solana reforçam que o varejo não liderou a queda. Os fundamentos se fortalecem com a entrada contínua de capital tradicional.
O Que Isso Significa para o Mercado
Esses fluxos no IBIT confirmam a tese de adoção global: volatilidade de curto prazo é oportunidade para instituições. Como em ciclos passados pós-halving, o mercado está construindo bases sólidas. Investidores atentos aos fluxos de ETF veem sinais de alta de longo prazo, ignorando o ruído. Monitore os próximos inflows — eles ditarão se essa correção foi o fundo definitivo.
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