Congressista cartoon com lupa examinando stablecoin WLFI e pilha de ouro árabe, com figura política tensa, ilustrando investigação da Câmara sobre cripto de Trump

Câmara dos EUA Investiga Cripto de Trump Após US$ 500 milhões da Realeza Árabe

Investigações da Câmara dos EUA miram a World Liberty Financial (WLFI), empresa cripto associada à família Trump, após revelações de um aporte secreto de US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,62 bilhões) de uma entidade ligada à realeza de Abu Dhabi. O congressista Ro Khanna exige registros de propriedade, pagamentos e comunicações internas até 1º de março, focando em possíveis conflitos de interesses e riscos à segurança nacional. O caso conecta cripto, política e petrodólares em um emaranhado de suspeitas.


Detalhes da Carta de Investigação

Evidências apontam que o deputado Ro Khanna, líder ranqueado do Comitê Seletivo da Câmara sobre o Partido Comunista Chinês, enviou uma carta formal à WLFI demandando transparência total. Entre os documentos solicitados estão tabelas de capitalização, distribuições de lucros, nomeações de conselho e materiais de due diligence relacionados à Aryam Investment 1, veículo emirati supostamente responsável pelo investimento de 49% na empresa, realizado pouco antes da posse de Donald Trump em janeiro de 2025.

A investigação questiona especificamente se US$ 187 milhões (R$ 980 milhões) fluíram para entidades ligadas à família Trump e se pagamentos adicionais beneficiaram afiliados dos cofundadores. Khanna destaca potenciais violações de políticas de exportação de chips de IA e comunicações internas sobre conflitos de interesse, preservação de e-mails e políticas de compliance.

O Investimento Secreto de Abu Dhabi

O estopim foi um relato do Wall Street Journal expondo o acordo secreto com a Aryam Investment 1, conectada ao sheik Tahnoun bin Zayed Al Nahyan de Abu Dhabi. Esse aporte massivo, em meio à transição presidencial, levanta bandeiras vermelhas sobre influência estrangeira em ventures familiares do presidente. A WLFI, promovida por Eric Trump e cofundadores como Zak Folkman, opera no ecossistema DeFi com foco em stablecoins, mas agora enfrenta escrutínio por laços com capital soberano do Golfo.

Investigações revelam que tais transações opacas são comuns em cripto, mas o timing e os envolvidos amplificam os riscos de conflito de interesses. A empresa não comentou publicamente até o momento, o que só alimenta ceticismo.

Relação com a Binance e o Stablecoin USD1

Um ponto crítico é o papel do USD1, stablecoin da WLFI atrelada ao dólar, na facilitação de um investimento de US$ 2 bilhões (R$ 10,48 bilhões) da MGX (fundo soberano de Abu Dhabi) na exchange Binance. Legisladores querem saber como o USD1 foi selecionado, receitas geradas e se executivos da WLFI participaram de discussões prévias ao perdão presidencial de Changpeng Zhao (CZ) por Trump.

Essa infraestrutura da Binance, usada no processo, conecta o caso a questões regulatórias globais. A comissão instrui a preservação de comunicações sobre Emirados e China, sugerindo ramificações geopolíticas mais amplas.

Sinais de Alerta e Como se Proteger

Para investidores, as evidências apontam múltiplos sinais de alerta: falta de transparência em financiamentos estrangeiros, sobreposição entre negócios familiares e poder executivo, e uso de stablecoins em transações bilionárias sem auditoria pública. Projetos com laços políticos intensos demandam cautela extra — monitore atualizações on-chain do USD1 e respostas da WLFI ao prazo de março.

É recomendável verificar fontes primárias, como cartas oficiais e block explorers, antes de expor capital. Essa investigação pode redefinir regras para cripto e política, expondo vulnerabilidades que todo investidor deve evitar.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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