Enquanto o mercado cripto enfrenta volatilidade, com Ethereum em torno de US$ 2.170 (R$ 11.138) e XRP a US$ 1,60 (R$ 7,94), instituições estão comprando o dip. Os ETFs de Ethereum registraram US$ 14 milhões em entradas líquidas em 3 de fevereiro, quebrando uma sequência de saídas. Já os ETFs de XRP lideraram com US$ 19,46 milhões, superando BTC, ETH e SOL. Eles sabem algo que o varejo ainda não vê?
Inversão nos Fluxos de Ethereum ETFs
O mercado de spot Ethereum ETFs, aprovado pela SEC em julho de 2024, viu um dia de alívio após meses de saídas expressivas. Em 3 de fevereiro, houve inflows de US$ 14 milhões, com BlackRock liderando ao atrair mais de US$ 42 milhões. Fidelity e VanEck tiveram saídas menores, mas o saldo positivo encerrou uma “sequência de saída” que drenou US$ 353 milhões só em janeiro.
Comparando com meses anteriores, as saídas desaceleraram: dezembro teve US$ 616 milhões e novembro, US$ 1,4 bilhão. Apesar do preço do ETH cair mais de 40% desde os US$ 3.400, atingindo mínimas de 2026, os fluxos indicam que instituições veem valor fundamental. Empresas como BitMine acumulam ETH, com mais de 4,2 milhões em tesouraria, reforçando a tese de staking e yield de longo prazo.
Essa resiliência sugere que Wall Street trata ETH como ativo estratégico, ignorando ruído de curto prazo. O mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.
XRP ETFs Superam a Concorrência
Os ETFs de XRP roubaram a cena em 3 de fevereiro, com US$ 19,46 milhões em entradas – mais que BTC (saída de US$ 272 milhões), ETH e até SOL (US$ 1,24 milhão). Foi o melhor dia desde 5 de janeiro (US$ 46 milhões), elevando o cumulativo para US$ 1,2 bilhão.
Enquanto os ETFs de BTC registram saídas pela primeira vez abaixo do custo médio de aquisição (US$ 82.600), XRP atrai capital fresco. O preço do token oscilou de US$ 1,53 para US$ 1,63, terminando em US$ 1,60 – queda de 17% semanal e 25% mensal. Mas os inflows mostram confiança institucional na rede Ripple, especialmente em pagamentos cross-border.
Essa performance destaca a diversificação: altcoins ganham tração enquanto BTC corrige. Instituições praticam a “MicroStrategização”, acumulando em dips como Michael Saylor com Bitcoin.
Implicações para Investidores Brasileiros
No Brasil, onde o Bitcoin negocia via exchanges locais, esses fluxos globais importam. ETH a R$ 11.138 e XRP a R$ 7,94 oferecem pontos de entrada atrativos. A adoção institucional valida cripto como reserva de valor, similar a ouro ou ações tech.
Analistas veem ETH “subvalorizado” desde 2019, com atividade on-chain em ATH (3,4M endereços ativos). Tom Lee, da Fundstrat, chama a correção de “recurso, não bug”. Para o varejo, é sinal para monitorar fluxos ETF como leading indicator de reversão.
Volatilidade persiste com tensões geopolíticas e Fed, mas inflows indicam que os grandes players apostam no upside de longo prazo.
Perspectiva de Adoção e Próximos Passos
Esses movimentos reforçam a narrativa de alta: ETFs democratizam acesso, atraindo bilhões. Cumulativamente, XRP já tem US$ 1,2 bilhão; ETH acumula apesar de saídas. O foco em fundamentos – como staking ETH e utility XRP – supera pressão vendedora.
Investidores devem observar desaceleração de outflows e volume institucional. Como em ciclos passados, dips constroem bases para halvings e bull runs. A resiliência institucional é o termômetro real do mercado.
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