As gigantes da segurança cripto, Ledger e CertiK, preparam estreias triunfais na Bolsa de Nova York. A Ledger, maior fabricante de carteiras hardware, avalia IPO com US$ 4 bilhões, enquanto a CertiK, pioneira em auditorias Web3, mira US$ 2 bilhões. Esses movimentos chegam após o sucesso da BitGo e reforçam a maturidade do setor de infraestrutura cripto, atraindo capital institucional em um ambiente regulatório favorável. Para o mercado brasileiro, é um sinal claro de legitimidade e crescimento sustentável.
Detalhes do IPO da Ledger: Autocustódia em Alta
A Ledger planeja abrir capital nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, aproveitando o momentum pós-IPO da BitGo, que levantou US$ 212,8 milhões e superou US$ 2 bilhões em valor de mercado. A empresa já vendeu mais de 7,5 milhões de carteiras hardware e protege cerca de US$ 100 bilhões em criptoativos globalmente. Esse passo reflete a demanda crescente por soluções de autocustódia, especialmente após roubos que somaram bilhões em 2025.
O timing é perfeito: com o mercado cripto em ciclo de recuperação, investidores institucionais buscam ativos de base sólida como custódia e segurança. A Ledger não tem token próprio, mas seu modelo de negócios demonstra estabilidade, superando o desempenho médio do setor em 2026. Para brasileiros, isso pode pressionar exchanges locais a adotarem padrões mais elevados de proteção de ativos.
CertiK Entra na Corrida: Primeira de Segurança Web3 na Bolsa
A CertiK avalia IPO com US$ 2 bilhões, posicionando-se como potencial primeira empresa puramente Web3 de segurança a se listar em bolsa. Especializada em auditorias de protocolos blockchain e detecção de vulnerabilidades, a firma capitaliza o boom da infraestrutura on-chain, onde segurança é o pilar fundamental para adoção em massa.
Em um ano marcado por exploits e hacks, serviços como os da CertiK ganham relevância. Seu valuation reflete confiança de investidores em ferramentas que mitigam riscos, essenciais para DeFi, NFTs e aplicações corporativas. Junto à Ledger, forma um duo que valida o ecossistema cripto perante Wall Street, atraindo fluxos de capital inéditos.
Por Que Isso É Otimista para o Mercado Cripto?
Esses IPOs não são isolados: Kraken mira US$ 20 bilhões e ConsenSys US$ 7 bilhões, segundo fontes como Benzinga. O foco em infraestrutura sinaliza o fim da era de especulação pura e o início de uma fase madura, com capital fluindo para negócios rentáveis e regulados. A separação entre custódia e negociação reduz riscos, beneficiando detentores de longo prazo.
No Brasil, onde o varejo cripto cresce rapidamente, esses eventos inspiram confiança. Empresas locais podem se beneficiar de inovações globais, enquanto investidores ganham opções mais seguras. O otimismo é fundamentado: segurança e autocustódia capturam valor estável em ciclos voláteis.
Próximos Passos e Oportunidades para Investidores Brasileiros
Monitore aprovações regulatórias e janelas de listagem na NYSE. Para o público brasileiro, o recado é claro: priorize autocustódia com ferramentas testadas como Ledger e exija auditorias CertiK-like em protocolos. Esses IPOs consolidam cripto como ativo legítimo, pavimentando o caminho para adoção institucional ampla. O futuro é brilhante para quem aposta na base sólida do ecossistema.
📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.
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