Personagens cartoon de reguladores e polícia lançando rede sobre golpistas em pirâmides Ponzi, simbolizando caça a fraudes cripto na Nigéria

Tolerância Zero: SEC e Polícia da Nigéria Caçam Ponzis Cripto

A SEC nigeriana firmou aliança com a polícia para combater esquemas Ponzi disfarçados de investimentos em criptomoedas e forex. Em reunião recente, o diretor-geral Dr. Emomotimi Agama alertou o inspetor-geral Kayode Egbetokun sobre golpistas que exploram a confiança de investidores vulneráveis, causando perdas bilionárias e erodindo a credibilidade do setor. A parceria visa criar uma equipe especializada para fechar a brecha entre identificação e punição, em um país onde 22 milhões de pessoas detêm ativos digitais.


A Aliança Contra os Golpistas

No encontro com a Nigeria Police Force (NPF), Agama denunciou como fraudadores usam o jargão glamoroso de criptomoedas para atrair vítimas otimistas e desavisadas. "Eles deixam um rastro de vidas destruídas, pensões evaporadas e confiança abalada", afirmou o diretor-geral. A proposta é formar um time conjunto com expertise financeira e inteligência tática para proteger o ciberespaço nigeriano.

O inspetor-geral aprovou a colaboração imediatamente, reforçando o compromisso policial. Essa união representa um marco na regulação cripto na Nigéria, um dos mercados mais vibrantes globalmente, mas também um dos mais visados por scams. A SEC já impôs requisitos de capital mínimo para prestadores de serviços de ativos virtuais (VASPs), sinalizando tolerância zero.

Os Estragos dos Esquemas Ponzi

A Nigéria registra perdas devastadoras com fraudes cripto. Um exemplo notório é a plataforma Crypto Bridge Exchange (CBEX), que colapsou em abril de 2025, evaporando mais de N 1,3 trilhão (cerca de US$ 916 milhões) em fundos de usuários. Esses esquemas prometem retornos impossíveis, sustentados por depósitos de novos investidores, até o inevitável estouro.

Tais pirâmides não só destroem fortunas individuais, mas mancham a reputação de todo o ecossistema cripto. Com 10,34% da população (22 milhões de nigerianos) investindo em ativos digitais, segundo dados da TripleA, a urgência por proteção é evidente. A SEC já divulga listas públicas de operações fraudulentas, mas a falta de enforcement policial era o elo fraco.

Lições para o Brasil: Os Mesmos Truques Aqui

Os métodos nigerianos ecoam perigosamente no Brasil. Promessas de lucros fáceis via apps e grupos de WhatsApp, disfarçados de trading automatizado ou mineração, são idênticos. Investidores brasileiros já caíram em armadilhas semelhantes, perdendo milhões em esquemas que usam Bitcoin e altcoins como isca. A aliança na Nigéria serve de alerta: verifique licenças na CVM, evite rendimentos garantidos acima de 2% ao mês e priorize plataformas reguladas.

Enquanto a SEC nigeriana avança, cabe aos brasileiros monitorar sinais de pirâmide: pressão para recrutar, opacidade nos fundos e foco em marketing sobre tecnologia. Essa caçada transnacional pode inspirar ações semelhantes na América Latina.

Próximos Passos na Regulação

A parceria SEC-NPF é parte de um pacote maior. Além da equipe conjunta, a SEC revisou exigências para VASPs e intensificou a vigilância. Investidores nigerianos ganham uma rede de proteção mais robusta, potencialmente reduzindo scams e atraindo investimentos legítimos. Para o mercado global, isso reforça que governos estão fechando o cerco aos criminosos cripto.

Vale acompanhar se essa modelo se espalha. No Brasil, a CVM e polícias estaduais poderiam adotar táticas similares para desmantelar redes locais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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