Executivos cartoon competindo em escadaria de BTC, Strive ultrapassando Tesla para entrar no top 11 de tesourarias corporativas

Strive Supera Tesla e Entra no Top 11 de Bitcoin Corporativo

Tchau, Elon! A Strive acaba de aprovar a aquisição da Semler Scientific, elevando suas reservas de Bitcoin para 12.798 BTC. Com isso, a empresa de Vivek Ramaswamy ultrapassa a Tesla e o Trump Media, assumindo a 11ª posição entre as maiores detentoras corporativas globais. Essa fusão all-stock reforça a estratégia Bitcoin-first, sinalizando uma nova era de adoção agressiva por empresas públicas.


Detalhes da Aprovação e Novos Holdings

Os acionistas da Strive (ASST) e da Semler Scientific (SMLR) deram sinal verde para a transação, anunciada em 13 de janeiro de 2026. A Semler contribui com 5.048 BTC para o balanço da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após uma recente compra de 123 BTC por US$ 11,3 milhões, a um preço médio de US$ 91.561.

Segundo o Bitcoin Magazine, o total combinado posiciona a nova entidade como uma potência em tesouraria Bitcoin, com foco em operações enxutas e geração de yield. Essa movimentação ocorre em meio a um mercado bullish, com o BTC negociado acima de US$ 94.000.

A fusão não só consolida ativos digitais, mas também integra o know-how da Semler, pioneira em adoção corporativa de BTC desde 2024.

Novo Ranking: Strive no Top 11 Global

Pela primeira vez, uma empresa fora do ecossistema tradicional de mineração ou ETFs corporativos entra no top 11 de holdings de Bitcoin. A Strive agora supera a Tesla (com cerca de 11.500 BTC) e a Trump Media & Technology Group, conforme dados das fontes consultadas.

Essa ascensão visionária alinha-se à tese de que o Bitcoin é o ativo de reserva definitivo. Analistas veem potencial para a Strive mirar o top 3 nos próximos trimestres, especialmente com emissões de preferred equity como a SATA, que captou US$ 200 milhões em novembro de 2025.

O otimismo é palpável: com o BTC em alta, essas reservas representam um valor bilionário, impulsionando o market cap ajustado pelo NAV em Bitcoin.

Vivek Ramaswamy e a Estratégia Bitcoin-First

Vivek Ramaswamy, cofundador da Strive, é o arquiteto dessa jogada ousada. Sua visão anti-ESG e pró-capitalismo de mercado sempre defendeu tesourarias Bitcoin-first, priorizando o BTC como hedge contra inflação e diluição fiat.

"I’m proud of the execution the Strive team has delivered", declarou Matt Cole, CEO, destacando um yield projetado de +15% no Q1 2026. Ramaswamy usa a Strive para desafiar o status quo financeiro, provando que empresas ágeis podem escalar via BTC sem endividamento excessivo.

Eric Semler, ex-chairman da Semler, junta-se ao board, trazendo expertise em adoção pioneira de Bitcoin como ativo principal.

Desafios, Reverse Split e Próximos Passos

Apesar do entusiasmo, as ações da Strive caíram 12-17% após o anúncio, impactadas por um reverse stock split 1:20 para atrair investidores institucionais. O objetivo é alinhar o preço das ações a padrões de participação institucional.

A empresa planeja monetizar o negócio de diagnósticos médicos da Semler em 12 meses, usando os recursos para quitar US$ 120 milhões em dívidas, incluindo uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 509.272 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,06% em 24h. Investidores devem monitorar emissões adicionais de SATA para expansão das reservas.


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