Deputados cartoon empurrando barreira vermelha contra plataforma digital de previsões cyan, simbolizando proibição regulatória em Polymarket nos EUA

Projeto de Lei nos EUA Proíbe Políticos em Mercados de Previsão como Polymarket

O deputado Ritchie Torres, junto a 30 colegas incluindo Nancy Pelosi, apresentou o Ato de Integridade Pública em Mercados de Previsão de 2026, proibindo autoridades federais de apostarem em plataformas como Polymarket. A proposta surge após uma aposta suspeita que rendeu US$ 400 mil na remoção de Nicolás Maduro, horas antes da ação dos EUA na Venezuela, levantando temores de uso de informações privilegiadas em Washington. Isso afeta diretamente políticos, mas sinaliza escrutínio maior para o setor.


Detalhes do Projeto de Lei

O texto, protocolado na sexta-feira, veta participação de parlamentares, assessores e funcionários do Executivo em mercados de previsão quando houver acesso a “informação relevante não pública”. Inspirado em leis de valores mobiliários, o foco é evitar que insiders lucrem com eventos políticos ou governamentais. Plataformas como Polymarket e Kalshi, reguladas pela CFTC, estão no centro do debate, mas a lei mira especificamente agentes públicos com influência direta.

Segundo o deputado Torres, a interseção entre esses mercados e o governo federal representa um risco concreto de corrupção, exemplificado pelo caso Maduro. A iniciativa bipartidária, com apoio de Pelosi, reflete preocupações crescentes em um ano eleitoral volátil, onde previsões sobre políticas impactam bilhões em apostas globais.

Caso Maduro e Suspeitas de Insider Trading

A gota d’água foi uma aposta na Polymarket que transformou US$ 30 mil em mais de US$ 400 mil, feita horas antes da prisão de Maduro por forças especiais americanas. O timing perfeito alimentou acusações de vazamento de inteligência dos EUA, destacando vulnerabilidades geopolíticas desses mercados descentralizados.

O senador Chris Murphy criticou publicamente, citando até apostas triviais como duração de coletivas da Casa Branca, que geram lucros para insiders. Esse episódio na Venezuela, com implicações internacionais, acelerou a resposta legislativa, conectando dinâmicas locais de Washington a eventos globais como a instabilidade chavista.

Pressões Regulatórias Estaduais no Tennessee

Paralelamente, o Tennessee Sports Wagering Council enviou cartas de cessar e desistir à Polymarket, Kalshi e Crypto.com, exigindo o fim de contratos de eventos esportivos para residentes locais até 31 de janeiro. Sem licenças estaduais, apesar da aprovação federal da CFTC, as plataformas são vistas como “jogos ilegais” sob a lei de apostas esportivas do estado.

O regulador ameaça multas de até US$ 25 mil por infração e ações judiciais, ecoando ações em Connecticut. Isso expõe a tensão entre regulação federal e estadual, forçando plataformas a navigar um labirinto regulatório que pode limitar operações nos EUA.

Implicações para o Futuro das Plataformas

A proposta federal não bane mercados de previsão para o público geral, mas o banimento de políticos reduz riscos de manipulação e aumenta credibilidade. No entanto, ações como as do Tennessee sugerem fragmentação regulatória, potencialmente empurrando inovações para jurisdições offshore.

Geopoliticamente, eventos como Venezuela mostram como esses mercados amplificam inteligência global, mas atraem escrutínio. Investidores devem monitorar o avanço da lei no Congresso e respostas das plataformas, que defendem conformidade CFTC. O setor pode evoluir para maior compliance, mas com custos operacionais elevados nos EUA.


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