Rede hexagonal cyan com hexágono central rachado emitindo pulsos vermelhos, simbolizando segunda falha e riscos em Starknet L2

Starknet Cai Novamente: Segunda Falha em 2026 Levanta Alertas

A Starknet, uma das principais soluções Layer-2 do Ethereum, publicou relatório pós-mortem sobre sua segunda grande interrupção em 2026. Em 5 de janeiro, um bug no blockifier causou inconsistência entre execução e prova, revertendo 18 minutos de atividade via reorganização de blocos. Isso reforça preocupações sobre a confiabilidade das L2s: Starknet caiu de novo — as L2s são realmente confiáveis para usuários brasileiros no ecossistema ETH?


Detalhes da Interrupção de Janeiro

O incidente ocorreu entre 09:24 e 14:17 UTC em 5 de janeiro de 2026, paralisando a produção de blocos por quase cinco horas. Segundo o relatório oficial da Starknet, o problema surgiu de uma combinação específica de chamadas cross-function, writes de variáveis, reverts e catches nelas. O blockifier — camada de execução otimizada em Rust para alta throughput — reteve erroneamente um state-write de função revertida, gerando execução incorreta.

Felizmente, a camada de proving atuou como salvaguarda, impedindo finality L1 das transações inválidas. Uma reorganização de blocos reverteu os 18 minutos afetados, restaurando operações às 14:17 UTC. A rede voltou ao normal, mas o episódio destaca vulnerabilidades em stacks modulares complexos de blockchains de nova geração.

Usuários impactados precisaram resubmeter transações, um risco especialmente perigoso para traders de alta frequência ou posições sensíveis a tempo no DeFi Starknet.

Comparação com a Falha de Setembro

Não foi o primeiro problema: em setembro de 2025, logo após upgrade para v0.14.0 (Grinta), que descentralizou sequencers para três nós, Starknet sofreu outage de mais de cinco horas. O relatório anterior aponta falhas em nós Ethereum, intervenção manual falha e bug no blockifier para L1→L2 messages, exigindo duas reorgs revertendo cerca de 1,5 horas de atividade.

Ambos incidentes compartilham reorgs e bugs no blockifier, expondo desafios na transição para descentralização. Enquanto Starknet inova em ZK-rollups, redes como Arbitrum ou Optimism reportam maior estabilidade em 2025, com downtimes mínimos, sugerindo que maturidade operacional varia entre L2s.

Lições para o Ecossistema L2 Ethereum

Os relatórios prometem medidas: fuzz-testing agressivo no blockifier, auditoria interna de revert logic, detecção mais rápida via execução prover-compatível pós-transação e auto-halt em mismatches. Para setembro, foco em mais nós de consenso e safeguards contra dependências externas como Ethereum RPCs.

Para usuários brasileiros no ETH ecosystem, isso sinaliza riscos reais: reorgs podem anular trades, expor a liquidez perdida ou impermanent loss em DeFi. Em um mercado volátil, onde MEV e arbitragem dependem de velocidade, L2s imaturas amplificam perigos. Compare com L1 Ethereum, que raramente reorgs, ou Polygon com histórico mais robusto — diversificação é essencial para mitigar exposição.

Riscos e Ações para Investidores

Monitore status.starknet.io para uptime e Dune dashboards para TVL/atividade. Com adoção crescente de Starknet em DeFi e BTCFi, falhas recorrentes questionam sua readiness para escala. Usuários devem priorizar L2s com sequencers descentralizados testados, wallets com suporte a reorgs e estratégias de hedge contra downtimes.

Embora Starknet avance em throughput e privacidade, a repetição de outages em 2025 alerta: avalie riscos antes de alocar em ecossistemas emergentes.


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