Hackers cartoon algemados por agentes policiais em covil cibernético com tela de exchange rachada, retratando Operação Decrypted II contra cibercrime

Operação Decrypted II: PF Prende Brasileiros por Roubo de R$ 13 Mi em Exchange dos EUA

Investigações revelam que a Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (3) a Operação Decrypted II, prendendo brasileiros suspeitos de roubar US$ 2,6 milhões (cerca de R$ 13,6 milhões) de uma exchange de criptomoedas nos Estados Unidos. A ação, em conjunto com a Homeland Security Investigations (HSI) de Nova Iorque, cumpriu mandados em Imperatriz (MA), destacando a exportação de crimes cibernéticos a partir do Brasil. Evidências apontam para fraudes eletrônicas e lavagem transnacional, com continuidade delitiva mesmo após buscas anteriores.

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Detalhes da Ação Policial no Maranhão

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A operação mirou um grupo atuante no estado do Maranhão, com foco em Imperatriz. Foi cumprido um mandado de prisão preventiva, um de busca e apreensão, além do sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias. Segundo a PF, os investigados recebiam grandes quantias de provedores de serviços de ativos virtuais sem justificativa comercial plausível, incompatíveis com sua renda declarada.

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O roubo ocorreu em 2025, quando hackers invadiram carteiras da corretora americana — cujo nome não foi divulgado — e transferiram os fundos para operadores no Brasil. O rastreamento via blockchain foi crucial para identificar as contas usadas na ocultação do patrimônio furtado, revelando movimentações dissimuladas mesmo após ações policiais prévias.

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Essas transferências de altos valores em criptoativos indicam uma estrutura organizada para lavagem de dinheiro, com repasses volumosos de diversas exchanges brasileiras. A PF enfatiza que as medidas ostensivas visam desarticular o esquema completamente.

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Cooperação Internacional PF-HSI

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A parceria com a HSI, via El Dorado Task Force em Nova Iorque, começou com informações repassadas pelos EUA há um ano. Essa colaboração permite a troca de inteligência e provas, garantida pelo Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal. Embora a Constituição brasileira impeça extradição de natos, os suspeitos responderão no Brasil por estelionato, invasão de dispositivo informático e associação criminosa.

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Evidências apontam para fraudes contra carteiras de criptomoedas, um modus operandi comum em quadrilhas transnacionais. A operação demonstra o avanço na persecução de crimes digitais que cruzam fronteiras, usando ferramentas como análise on-chain para conectar invasões nos EUA a beneficiários no Nordeste brasileiro.

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Essa integração entre agências reforça a mensagem: criminosos digitais não encontram santuário no Brasil. Investigações revelam que tais grupos exploram vulnerabilidades em plataformas estrangeiras para financiar estilos de vida incompatíveis com declarações fiscais.

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Continuidade Delitiva e Primeira Fase

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A Decrypted II dá sequência à primeira fase, deflagrada em agosto de 2025, que cumpriu 11 mandados de busca em Imperatriz e João Lisboa (MA), Palmas (TO) e Goiânia (GO). Na ocasião, foram apreendidos eletrônicos, armas e veículos de luxo, com sequestro de bens para rastrear fluxos desviados.

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Apesar das ações, um investigado continuou transferências, justificando a prisão preventiva. Isso evidencia red flags como persistência em atividades ilícitas pós-intervenção policial, uso de múltiplas corretoras para fragmentar rastros e ausência de lastro comercial para ingressos milionários.

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A PF destaca que o núcleo financeiro recebia valores sem origem legítima, um padrão clássico em lavagem via cripto.

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Lições para Investidores: Como se Proteger

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Para evitar ser vítima indireta ou cair em esquemas semelhantes, verifique sempre a segurança das exchanges: prefira plataformas com histórico sólido, autenticação multifator e auditorias regulares. Use carteiras de custódia própria para ativos significativos e monitore transações on-chain via ferramentas públicas.

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Red flags incluem depósitos incompatíveis com renda e uso excessivo de mixers ou bridges obscuros. Denuncie movimentações suspeitas à PF ou Receita Federal. Essa operação reforça: a transparência da blockchain é aliada das autoridades, mas exige vigilância constante dos usuários.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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