Gigantes de Wall Street estão acelerando a entrada no mercado cripto. O Morgan Stanley solicitou licença de banco fiduciário nacional nos EUA para oferecer custódia e staking de ativos digitais, enquanto o Citi planeja lançar infraestrutura em 2026 para tornar o Bitcoin “bankable”. Paralelamente, ETFs de Bitcoin atraíram US$ 1 bilhão em três dias, sinalizando que o dinheiro inteligente ignora a volatilidade de curto prazo para construir a base institucional. Esses movimentos confirmam a tese de adoção de longo prazo.
Morgan Stanley Expande com Custódia e Staking
O Morgan Stanley deu um passo decisivo ao pedir aprovação à OCC (Office of the Comptroller of the Currency) para criar um banco de confiança nacional dedicado a criptoativos. A nova entidade, sediada em Purchase, Nova York, cobrirá todo o território americano e oferecerá serviços de custódia segura, trading e staking para clientes institucionais. Essa iniciativa isola riscos dos negócios tradicionais, alinhando-se às demandas regulatórias.
Recentemente, o banco nomeou Amy Oldenburg como head de estratégia em ativos digitais, solicitou ETFs de Bitcoin, Ethereum e Solana, e firmou parceria com a Zerohash para trading na E*Trade. Esses passos mostram que o mercado está construindo infraestrutura robusta, independentemente das oscilações recentes do Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor está a R$ 328.554, com variação de -5,99% em 24h.
Citi Planeja Integração Total do Bitcoin
Na conferência Strategy World 2026, Nisha Surendran, head de desenvolvimento de custódia de ativos digitais do Citi, anunciou a criação de infraestrutura para integrar o Bitcoin aos US$ 30 trilhões em ativos tradicionais gerenciados pelo banco. Foco em custódia central, gerenciamento de chaves institucionais e wallets simplificadas, eliminando complexidades para clientes.
O modelo unificado cobrirá cripto, securities e dinheiro, com relatórios, compliance e fluxos fiscais padronizados. “Vamos trazer o Bitcoin para o mesmo framework dos ativos tradicionais”, afirmou Surendran. O Morgan Stanley segue o mesmo caminho, planejando custódia nativa, exchange interna e produtos de yield e lending em 2026, reforçando os fundamentos da adoção.
ETFs e Bancos Grandes Impulsionam Demanda
Os ETFs de spot Bitcoin registraram influxos de US$ 1 bilhão em três dias (24-26/02), com US$ 257 milhões, US$ 506 milhões e US$ 254 milhões respectivamente. O prêmio Coinbase virou positivo após semanas negativas, indicando compras renovadas nos EUA.
Bancos como JP Morgan, Goldman Sachs (US$ 1,1 bilhão em BTC), Standard Chartered e UBS também entram na arena com trading e ETPs. Jamie Dimon, do JP Morgan, admitiu: “Bitcoin é real”. Esses fluxos mostram que Wall Street aposta no ecossistema cripto, construindo trilhos para custódia e yield, apesar de analistas alertarem para um rally de alívio temporário até US$ 80-85 mil.
Confirmação da Tese de Longo Prazo
Esses desenvolvimentos validam a narrativa de adoção institucional. Volatilidade curta é ruído; o foco está na infraestrutura que atrairá trilhões. Investidores devem monitorar aprovações regulatórias e fluxos de ETF como indicadores chave. O dinheiro inteligente posiciona-se para o ciclo de expansão.
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