O market cap do USDT encolheu 0,8% em fevereiro para US$ 183,61 bilhões, marcando a segunda queda mensal consecutiva — a primeira desde o colapso da Terra em 2022. Esse ‘combustível’ do mercado cripto está secando: menos emissão de Tether significa menor pressão de compra sobre Bitcoin e altcoins. Enquanto o BTC oscila entre US$ 60 mil e 70 mil, a liquidez global retrocede, desafiando o otimismo atual. A história mostra que ciclos de euforia terminam assim.
Queda do USDT Sinaliza Saída de Capital
A retração de 0,8% no USDT segue a desvalorização de 1% em janeiro, partindo do pico histórico de US$ 186,84 bilhões. Analistas alertam: stablecoins são o oxigênio das negociações cripto. Quando o suprimento contrai, o volume cai e a volatilidade aumenta. O mercado está ignorando isso, mas dados do CoinDesk confirmam o padrão preocupante, ecoando a crise de liquidez de 2022 que derrubou o TerraUSD e arrastou o ecossistema inteiro.
USDC recuperou para US$ 75 bilhões após baixa em janeiro, mas segue estagnado no ano. Institucionais hesitam, com fluxos fracos em ETFs de Bitcoin spot nos EUA. Sem influxo fresco via stablecoins, qualquer rally é frágil — como vimos em ciclos passados, de 2018 a 2022.
Demanda Fraca por ETFs Reforça Pessimismo
Fluxos anêmicos nos ETFs de Bitcoin spot americanos coincidem com a contração do USDT. Bitcoin parou a queda em US$ 60 mil em 6 de fevereiro, mas falha em sustentar acima de US$ 70 mil. O mercado cripto depende de stablecoins para alavancagem e entradas de capital. Com Tether encolhendo, a pressão compradora evapora, expondo vulnerabilidades macro: juros altos e aversão a risco.
A história repete padrões. Em mercados de alta anteriores, picos de stablecoins precederam topos. Agora, o retrocesso sugere topo de ciclo ou, no mínimo, consolidação prolongada. Investidores otimistas ignoram que liquidez seca precede correções — cuidado com a exuberância irracional.
Dominância USDT.D Testa Suporte Fibonacci
A dominância USDT.D paira no suporte Fibonacci de 7,64%-7,95%, zona pivotal para o mercado todo. Se romper para baixo, rotaciona liquidez para BTC e altcoins — bom para preços. Mas rejeição em 8,5% sinaliza venda forte, pressionando criptoativos. Essa retração reforça o viés de baixa: dominância alta historicamente precede quedas amplas.
Em contextos macro, com Fed hawkish, stablecoins encolhendo indicam saída de risco. O mercado subestima isso, mas ciclos ensinam: sem combustível novo, o motor para. Monitore esse suporte — quebra pode validar pessimismo.
O Que Esperar: Ciclos e Riscos Macro
Perspectiva de baixa domina: liquidez retrocedendo questiona sustentabilidade da alta recente do BTC. Sem reversão no USDT, espere volatilidade e possível pullback. Proteja capital — sobreviver ao bear vale mais que caçar topos. Dados macro como juros e ETF flows ditarão próximos passos.
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