A Grayscale avançou em sua estratégia de altcoins ao protocolar a conversão de seu Aave Trust em um ETF spot na NYSE Arca, com ticker GAVE, custódia da Coinbase e taxa de 2,5%. Bitwise também entra na disputa com proposta similar, enquanto a Nexo retorna aos EUA após três anos via parceria com a Bakkt, oferecendo yield, crédito e exchange regulados. Esses movimentos reforçam a institucionalização do DeFi.
Corrida pelo ETF de Aave: Grayscale vs Bitwise
O mercado está construindo uma ponte sólida entre finanças tradicionais e DeFi. A Grayscale, pioneira em produtos cripto, protocolou o Form S-1 para transformar seu Aave Trust em ETF spot, detendo diretamente tokens AAVE. Com custódia pela Coinbase e listagem na NYSE Arca sob GAVE, o produto mira exposição regulada ao maior protocolo de lending descentralizado, com mais de US$ 27 bilhões em TVL segundo DeFiLlama.
A Bitwise não ficou para trás: em dezembro, submeteu proposta com até 60% em tokens diretos e 40% em securities. Essa competição entre gigantes sinaliza confiança crescente em ativos DeFi, mesmo com AAVE negociado a cerca de US$ 126, 80% abaixo do pico de 2021. Fundamentos como staking e governança fortalecem a tese de longo prazo, similar aos ETFs de Bitcoin que pavimentaram a adoção institucional.
Aave: Protocolo Líder no DeFi Institucional
O Aave se destaca com TVL robusto em múltiplas chains, utility em staking e mecanismos que reduzem supply. Analistas veem o ETF como catalisador para visibilidade institucional, especialmente com visões como a do fundador Stani Kulechov sobre tokenização de US$ 50 trilhões em ativos como energia solar. O preço orbita US$ 124-129, com suporte no EMA-20 (~US$ 123,81) e resistência em US$ 129,34. Um rompimento pode levar a US$ 135-145.
Esses filings seguem precedentes europeus de 21Shares e Global X, mostrando apetite global. Para o ecossistema, é um passo rumo a yield on-chain acessível a fundos de pensão e family offices, diversificando além de Bitcoin e Ethereum.
Retorno da Nexo: Yield Regulamentado nos EUA
A Nexo, com US$ 11 bilhões em AUM, reentra nos EUA após saída em 2022 por atritos regulatórios. Parceria com Bakkt habilita yield fixo/flexível, linhas de crédito lastreadas em cripto, exchange integrada e ramps fiat via ACH/wire. Isso ocorre em meio a expansão global, com US$ 371 bilhões processados e aquisições como Buenbit.
O timing é perfeito: políticas pró-cripto sob Trump facilitam compliance. Investidores agora acessam rendimentos on-chain sem barreiras geográficas, provando que o DeFi não é mais nicho — é infraestrutura financeira em ascensão.
Implicações para Adoção e Investidores Brasileiros
Esses eventos confirmam: o capital institucional migra para yield DeFi regulamentado. ETFs de Aave democratizam acesso, enquanto Nexo traz serviços maduros aos EUA. No Brasil, com crescente interesse em altcoins, monitorar aprovações SEC é chave. Os fundamentos se fortalecem, e ciclos passados mostram que adoção precede valorização sustentada. Vale acompanhar fluxos e TVL para posicionamento estratégico.
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