Congressistas cartoon interrogando figura da SEC em audiência, com sombras de influência política sobre caso Justin Sun e enforcement cripto

Congresso dos EUA Pressiona SEC sobre Caso Justin Sun e Trump

O Congresso dos EUA, em audição realizada em 11 de fevereiro de 2026, pressionou o presidente da SEC, Paul Atkins, por explicações sobre a pausa no caso contra Justin Sun, fundador da Tron. Democratas como Maxine Waters e Stephen Lynch questionam se ligações do investigado com empreendimentos da família Trump influenciaram a decisão, sinalizando uma guinada da agência de coerção para complacência regulatória. Isso reflete tensões geopolíticas crescentes no ecossistema cripto global.


Caso Justin Sun: Pausa Suspeita no Enforcement

A investigação contra Justin Sun, iniciada em 2023, acusava o executivo de venda não registrada de securities (TRX e BTT) e manipulação de volumes via mais de 600 mil transações fictícias de wash trading. Em fevereiro de 2025, a SEC solicitou suspensão do processo para avaliar acordos, coincidindo com o apoio financeiro de Sun a projetos Trump, como a compra de bilhões em tokens WLFI do World Liberty Financial.

Recentemente, uma ex-companheira de Sun alegou possuir provas adicionais de manipulação no TRX, intensificando suspeitas. Atkins recusou-se a comentar detalhes públicos, oferecendo apenas briefings confidenciais aos parlamentares, o que não aplacou as críticas sobre possível apadrinhamento político.

Críticas Democratas e Queda no Enforcement Cripto

Representantes democratas destacaram a queda de 60% nas ações de enforcement cripto em 2025, sob liderança de Atkins desde abril, após a saída de Gary Gensler. Casos arquivados incluem Binance (maio 2025), Ripple, Coinbase, Kraken e Robinhood, apesar de vitórias judiciais prévias da SEC.

Waters argumentou que beneficiários doaram milhões à família Trump, questionando conflitos de interesse. Lynch alertou para danos reputacionais ao setor, citando scams e investimentos estrangeiros em WLFI, como os de Abu Dhabi, em meio a preocupações de segurança nacional.

Mudança Regulatória: De Coerção para Clarity

Atkins defendeu uma abordagem menos litigiosa, alinhada ao Clarity Act da Câmara, com colaboração CFTC para definir jurisdições claras em ativos digitais. A CFTC atualizou diretrizes para stablecoins, permitindo emissão por bancos e tokenização de colaterais, ecoando o GENIUS Act.

Essa transição reflete a nova ordem sob Trump, priorizando regras claras sobre punições, mas democratas veem seletividade, especialmente com atores como Sun, que navega entre Ásia, EUA e política americana.

Implicações Globais para Investidores

Para o mercado internacional, incluindo brasileiros, essa dinâmica sinaliza volatilidade regulatória nos EUA, epicentro do cripto. Decisões em Washington impactam preços globais e confiança, enquanto rivais como UE e China observam. Investidores devem monitorar o Senado, onde o Clarity Act pende, e potenciais reformas sob pressão política em ano eleitoral.

O caso exemplifica como geopolítica molda cripto: de ferramenta de liberdade financeira a arena de influência estatal.


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