Executivos cartoon de Wall Street inserindo ativos tokenizados em wallet digital entregue a investidor comum, simbolizando avanço da Franklin Templeton e CME em tokenização

Wall Street na sua wallet: Franklin Templeton e CME tokenizam finanças

Wall Street está chegando à sua wallet: as gigantes Franklin Templeton e CME Group revelam planos para um futuro "wallet-native" onde ações, títulos e fundos tokenizados vivem diretamente em carteiras digitais. Anunciado no Ondo Summit e em earnings call recente, o movimento promete eliminar intermediários, cortar custos em até 82% e permitir liquidações instantâneas. Para o brasileiro que já usa DeFi, isso significa que os grandes participantes adotam a tecnologia que você domina hoje, acelerando a convergência entre finanças tradicionais e blockchain.


Franklin Templeton: A plataforma Benji como base da tokenização

A visão wallet-native da Franklin Templeton, apresentada por executivos como Sandy Kaul no Ondo Summit em Nova York em 3 de fevereiro de 2026, coloca toda a vida financeira do investidor em uma única carteira digital. A plataforma proprietária Benji já tokeniza ações tradicionais, títulos e fundos privados, indo além de criptomoedas simples.

Imagine colateralizar investimentos no S&P 500 em segundos para obter empréstimos, sem burocracia de corretoras ou bancos. Isso ocorre porque os ativos tokenizados rodam em blockchains públicas, com custos de registro até 82% menores que sistemas legados. A expansão para BNB Chain, Solana e Arbitrum visa alcançar centenas de milhões de usuários de wallets existentes, colocando centenas de bilhões de dólares on-chain em breve.

ETFs de Bitcoin e Ethereum já estão live via Benji, com planos para veículos tokenizados de private equity e crédito de alto rendimento, democratizando acesso a classes de ativos exclusivas.

CME Group: Token próprio e collateral digital em foco

Paralelamente, o CME Group explora lançamento de uma moeda própria em rede descentralizada, para uso por participantes do mercado. CEO Terry Duffy, em earnings call de Q4 2025, destacou revisão de collateral tokenizado, incluindo stablecoins, depósitos tokenizados e fundos de money market para margens de futuros.

A aceitação dependerá do emissor e perfil de risco, priorizando instituições sistemicamente importantes. Já em 2026, parceria com Google lança "tokenized cash" regulado via banco depositário, focado em settlement e collateral, não especulação. Isso complementa expansão crypto: trading quase 24h para futuros, novos contratos para Cardano, Chainlink e Stellar, sobre volume diário de US$ 12 bilhões em derivativos cripto.

Benefícios para o investidor: Eficiência e convergência DeFi-TradFi

Essa convergência elimina intermediários como custodians e clearings, reduzindo taxas e tempos de liquidação de dias para segundos. Para wallets nativas, blockchains fornecem finality em tempo real e collateralização instantânea, similar a upgrades DeFi como flash loans, mas com ativos regulados.

O brasileiro ganha: plataformas locais podem integrar esses tokens, trazendo Wall Street para wallets como MetaMask ou Phantom. Vale monitorar expansões para Solana e BNB, que facilitam acesso via exchanges globais. Os dados sugerem um ecossistema onde sua wallet gerencia tudo, do Bitcoin a títulos corporativos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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