Personagens cartoon de banqueiro, trader cripto e auditor BC segregando ativos em cofres transparentes, simbolizando regras do Banco Central para cripto em bancos

BC Define Regras para Cripto em Bancos: O Que Muda Para Você

Cripto no seu banco: o que mudou com as novas regras do Banco Central brasileiro? Nesta quinta-feira (22 de janeiro de 2026), o Banco Central publicou a Instrução Normativa 701/2026, definindo exigências para bancos como a Caixa, comerciais e múltiplos oferecerem serviços de compra, venda e custódia de criptomoedas. O foco é na segurança, com auditoria externa obrigatória para comprovar segregação de ativos e prova de reservas. Isso traz mais confiança para o pequeno investidor.


O Que Diz a Instrução Normativa 701/2026

A norma se aplica a instituições financeiras tradicionais que querem entrar no mundo das criptomoedas, como bancos de varejo que você usa no dia a dia. Para oferecer serviços como intermediação (compra e venda de cripto por reais) ou custódia (guardar seus ativos digitais), elas precisam seguir regras rígidas.

O principal requisito é contratar uma auditoria externa independente. Essa empresa qualificada emite um relatório técnico que verifica se o banco separa corretamente os criptoativos dos clientes dos seus próprios ativos. Em palavras simples: seus bitcoins ou ETHs ficam protegidos, mesmo se o banco tiver problemas financeiros.

Além disso, a auditoria comprova a prova de reservas, garantindo que o banco realmente possui os ativos que declara custodiar em seu nome. Isso evita fraudes ou insolvência, como visto em casos internacionais de exchanges que falharam.

Segurança e Governança: Medidas Essenciais

Não para por aí. O relatório deve avaliar a estrutura de governança e compliance do banco, incluindo gerenciamento de riscos, políticas de capital e segurança cibernética. Isso significa que os bancos precisam ter planos robustos para proteger contra hacks, falhas técnicas ou lavagem de dinheiro.

Outros pontos incluem a avaliação de serviços terceirizados, como nuvens de computação, e planos de recuperação em caso de incidentes. Controles internos e monitoramento contínuo de riscos também são obrigatórios. O Banco Central pode pedir mais detalhes, e o relatório fica disponível por pelo menos cinco anos para supervisão.

Para o pequeno investidor, isso é uma vitória: traz o padrão de segurança dos bancos tradicionais para o universo cripto, reduzindo riscos de perdas por má gestão.

Impacto Prático Para Você e Vigência

Se você sonha em comprar Bitcoin pelo app do seu banco, como na Caixa ou em um banco privado, agora há um caminho claro e regulado. Isso facilita a adoção em massa, mas com proteções. Bancos que não cumprirem não poderão oferecer esses serviços.

A norma entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026. Até lá, as instituições podem se preparar. Fique de olho nos comunicados do seu banco para saber quando cripto estará disponível no correntista comum.

Essas regras nivelam o jogo, tornando os bancos participantes confiáveis no mercado cripto. Monitore atualizações oficiais para entender como isso afeta sua estratégia de investimento.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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