O que o mercado esqueceu que vai explodir em 2026? Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, aponta a privacidade como a próxima narrativa dominante, com seu family office Maelstrom já posicionado em uma grande quantidade de Zcash. Enquanto isso, analistas da Schwab preveem que a liquidez global impulsione o Bitcoin, mas alertam para limitações do ciclo de halving no terceiro ano. Esses insights macro revelam oportunidades estratégicas para quem pensa no longo prazo.
A Tese de Privacidade de Arthur Hayes
Arthur Hayes conecta a ascensão da privacidade a forças macro como expansão de crédito, preços de energia e incentivos políticos nos EUA. Em um post recente em seu blog, ele revela que Maelstrom acumulou uma posição substancial em Zcash (ZEC) durante o terceiro trimestre de 2025, a preços atrativos. Para Hayes, Zcash será o "privacy beta", competindo com o dinheiro físico em anonimato em uma era de vigilância estatal crescente, sanções e IA onipresente.
O ex-CEO da BitMEX argumenta que o Bitcoin, embora pseudônimo, não oferece privacidade total. ZEC, com sua criptografia zk-SNARKs, pode capturar 10% a 20% do valor do BTC até o fim do ciclo. Essa visão bullish alinha-se à maturidade institucional do BTC, abrindo espaço para narrativas adversariais. Hayes enfatiza que déficits fiscais e estímulos mantêm economias quentes, impulsionando demanda por ativos privados. O mercado está construindo fundamentos para uma rotação setorial em 2026.
Liquidez Impulsiona BTC, Mas Halving Limita Rally
Do lado do Bitcoin, Jim Ferraioli, diretor de pesquisa cripto na Charles Schwab, destaca três forças de longo prazo: oferta M2 global, suprimento disinflacionário do BTC e adoção crescente. No curto prazo, sentimento de risco positivo, juros caindo e dólar enfraquecendo favorecem o ativo. Segundo o análise da Schwab, o fim do quantitative tightening (QT) e expansão de balanços bancários centrais criam liquidez abundante.
No entanto, 2026 marca o terceiro ano pós-halving, historicamente fraco para o BTC. Ferraioli espera ganhos positivos, mas abaixo da média de 70% das mínimas anuais desde 2017. Adoção pode atrasar no primeiro semestre devido à volatilidade recente de 2025, embora clareza regulatória como a Clarity Act acelere fluxos institucionais. Correlacionado a ações de IA megacap, mas menos a índices amplos, o BTC ganha independência.
Conectando Narrativas: Estratégia para 2026
Essas visões complementares pintam 2026 como ano de consolidação e diversificação. Enquanto liquidez sustenta o BTC — negociado a R$ 495.402,62 segundo o Cointrader Monitor (-2,43% em 24h) —, privacidade emerge como hedge contra controles de capital. Hayes liga energia barata (via Venezuela) a estímulos sem inflação eleitoral, fortalecendo risco assets como cripto.
Para o investidor brasileiro, o foco deve ser adoção institucional e ciclos históricos. Fundamentos se fortalecem: ETFs acumulam, tesourarias corporativas crescem. Privacidade não compete com BTC, mas expande o ecossistema. Monitore M2 global, preços de gasolina EUA e wallets de baleias BTC para timing estratégico.
O Que Monitorar no Horizonte
Em 2026, olhos em aprovação regulatória para adoção acelerada e rotação para Zcash se vigilância aumentar. Ciclos de halving informam, mas liquidez macro prevalece no longo prazo. O mercado cripto evolui além do BTC, com privacidade como métrica chave de maturidade. Posicione-se para tendências de fundo: o futuro recompensa visão estratégica e paciência.
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