Personagem cartoon usando cartão cripto em loja cotidiana, superando pilhas de apps P2P, simbolizando US$ 18 bi em pagamentos anuais

Cartões Cripto Superam P2P: US$ 18 Bi em Pagamentos Anuais

Cripto virou dinheiro comum? Os números de 2025 dizem que sim. Pagamentos com cartões cripto explodiram para US$ 18 bilhões, superando as transferências ponto a ponto (P2P) em stablecoins. De US$ 100 milhões mensais no início do ano para mais de US$ 1,5 bilhão, com crescimento de 106% ao ano. Isso é o xeque-mate nas críticas de que cripto não serve para o cotidiano — agora é aceito em Visa e Mastercard para o café da manhã ao supermercado.


Crescimento Explosivo: De Nicho a Rotina Global

Os cartões ligados a cripto tornaram-se o principal motor de atividade on-chain com stablecoins, ultrapassando as tradicionais transferências P2P que somaram US$ 19 bilhões no ano. Segundo relatório da Artemis, o volume mensal saltou de US$ 100 milhões para US$ 1,5 bilhão em 2025, um ritmo anual de 106% desde 2023. Visa domina com mais de 90% das transações, graças a parcerias iniciais com plataformas cripto e fintechs. Mastercard avança com integrações diretas em exchanges como Revolut, Bybit e Gemini.

Empresas como Rain e Reap oferecem soluções completas de emissão de cartões, facilitando o uso para consumidores e negócios. No Brasil, onde o Pix reina, esses cartões cripto chegam como opção para quem quer recompensas em stablecoins ao pagar contas cotidianas, transformando gastos rotineiros em ganhos extras.

Do Café ao Supermercado: Uso Prático no Dia a Dia

Imagine pagar o café da manhã com USDC da sua carteira MetaMask, sem taxas de conversão ou burocracia. É isso que os cartões cripto viabilizam hoje. Plataformas como Gemini captaram 56% de seus usuários nos EUA via cartões de crédito cripto no terceiro trimestre de 2025, com 75% permanecendo ativos. Wallets auto-custodiais como MetaMask e Phantom lançaram stablecoins próprias — mUSD e CASH — para financiar esses cartões, gerando renda estável via taxas de intercâmbio.

Para o brasileiro médio, isso significa usar Mastercard ou Visa para compras no supermercado, farmácia ou posto de gasolina, com liquidação em stablecoins. Em mercados emergentes como Índia (fluxos cripto de US$ 338 bi) e Argentina (USDC em 46,6% do uso), servem como hedge contra inflação. Aqui, é chance de driblar volatilidade e ganhar cashback em cripto para o mês todo.

Por Que Considerar um Cartão Cripto Agora

Os incentivos são claros: exchanges e DeFi usam cartões para fidelizar clientes com recompensas em cripto por gastos diários. No lugar de depender só de swaps cíclicos, wallets ganham com uso recorrente. Futuro? Stablecoins vão crescer, e cartões escalam junto, tornando cripto tão prática quanto cartão de débito tradicional.

Para começar: baixe MetaMask, conecte a uma exchange parceira e solicite seu cartão Visa ou Mastercard cripto. Teste no próximo café — recompensas instantâneas mostram o poder prático. No Brasil, com adoção crescente, é hora de integrar cripto ao orçamento familiar sem complicações.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon em impasse: Casa Branca ultimata executivos de Coinbase e bancos sobre documento CLARITY e stablecoins

Ultimato da Casa Branca ao CLARITY Act: Acordo ou Fim da Lei Cripto

A Casa Branca emitiu ultimato à Coinbase: feche acordo com bancos sobre yields de stablecoins ou o apoio ao CLARITY Act, principal projeto de estruturação do mercado cripto nos EUA, será retirado. O CEO Brian Armstrong negou conflito direto, mas confirmou negociações intensas após a exchange abandonar as discussões iniciais por receios de regulamentação excessiva em DeFi e stablecoins. Esse impasse legislativo coloca em risco a rentabilidade de dólares digitais para investidores globais, incluindo brasileiros.


Pressão da Casa Branca e Saída da Coinbase

A tensão explodiu quando a Casa Branca classificou a retirada da Coinbase como ‘rug pull, alertando que uma única empresa não representa o setor. Fontes próximas à administração Trump revelaram fúria com a ação unilateral, exigindo compromisso com bancos comunitários. Armstrong rebateu, afirmando que o governo foi ‘super construtivo’ e que ideias para ajudar bancos estão em elaboração.

O Senado adiou o markup do bill pela quinta vez, originalmente previsto para quinta-feira. Negociações recomeçaram na sexta, com democratas buscando consenso. Para o cenário geopolítico, esse atraso reflete o xadrez entre Casa Branca, Senado e lobistas bancários versus cripto.

Bancos vs. Yields de Stablecoins

Bancos temem o CLARITY Act por permitir yields em stablecoins, prevendo fuga de US$ 6,6 trilhões em depósitos. A American Bankers Association pressionou o Senado para proibir rendimentos, argumentando risco à liquidez tradicional. CEO do Bank of America ecoou: stablecoins rentáveis drenariam capital dos bancos comunitários.

Stablecoins como USDC ou USDT com yields atraem usuários por proteção contra inflação, mas sem regulação similar à FDIC. Para brasileiros, isso ameaça retornos em dólares digitais, usados para hedge cambial. Coinbase propõe soluções para bancos locais, equilibrando inovação cripto e estabilidade financeira.

Críticas ao Texto: DeFi e Reguladores

Além de yields, o bill alarmou por restrições a DeFi e tokenized stocks. Coinbase saiu citando proibições catastróficas para consumidores, como banimento de ações tokenizadas e supervisão excessiva da SEC sobre CFTC. Indústria teme centralização forçada de blockchains.

Geopoliticamente, o texto reflete tensão Trump: pro-cripto, mas pressionado por bancos. Senado debateu +130 emendas, incluindo ética para evitar lucros presidenciais com cripto. Para o Brasil, impacto indireto via adoção global e fluxos de capital.

Implicações Globais e Próximos Passos

Investidores monitoram: bill pode definir era regulatória ou travar inovação. Coinbase negocia ‘meio-termo’, mas falha enterra CLARITY. Para brasileiros, yields em stablecoins financiam remessas e proteção; restrições elevam custos. Markup pode ocorrer em semanas; acompanhe evolução no Cointrader Monitor.


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Executivos cartoon de Wall Street e cripto apertando mãos sobre pilar com selo IPO, simbolizando funding pré-IPO e maturidade institucional

Anchorage Digital Busca US$ 200-400 Milhões Pré-IPO na Bolsa de Nova York

A Anchorage Digital, sediada em Nova York e afiliada ao primeiro banco de ativos digitais com licença federal nos EUA, busca captar entre US$ 200 milhões e US$ 400 milhões em rodada de financiamento prévia a uma possível oferta pública inicial (IPO) na Bolsa de Nova York. A notícia, reportada pela Bloomberg em 16 de janeiro de 2026, sinaliza a maturidade do setor cripto, migrando de iniciativas isoladas para estruturas bancárias tradicionais reguladas.


O Que é um Banco Cripto com Carta Federal?

A Anchorage se destaca por possuir uma afiliação com o primeiro banco de ativos digitais charteado federalmente nos Estados Unidos. Essa licença, emitida pelo OCC (Office of the Comptroller of the Currency), concede status equivalente a bancos tradicionais, com supervisão rigorosa e proteções para custodiantes. Diferente de custodiantes não bancários, isso permite à Anchorage oferecer serviços de custódia segura de criptoativos e emissão de stablecoins sob a GENIUS Act.

Para investidores brasileiros, isso representa um selo máximo de segurança: ativos protegidos por padrões bancários federais, com segregação de fundos e auditorias constantes. A empresa já emitiu stablecoins em parceria com a Tether, como o USAT, ampliando sua oferta para instituições que demandam compliance total. Essa estrutura reduz riscos de falhas operacionais comuns em plataformas não reguladas.

Detalhes da Captação e Histórico de Crescimento

A rodada atual visa fortalecer o balanço patrimonial antes do IPO, potencialmente valorizando a empresa acima dos US$ 3 bilhões de sua última avaliação. Em 2021, a Anchorage captou US$ 350 milhões liderados pela KKR, e 2025 foi marcado por aquisições, como o braço de wealth da Securitize, e novas linhas de negócio em tokenização.

Segundo relatos recentes, o funding servirá para expandir equipes de stablecoins e parcerias institucionais, preparando o terreno para listagem pública em 2026 ou 2027. A companhia declinou comentar, mas fontes indicam que condições de mercado e aprovações regulatórias definirão o cronograma exato.

Implicações para o Mercado Cripto e Investidores Brasileiros

Esse movimento reforça a transição do criptomercado para Wall Street. Com players como Anchorage adotando modelos bancários regulados, grandes investidores institucionais ganham confiança para alocar em criptoativos. Para o brasileiro, isso significa mais opções seguras via custodiantes globais compatíveis com exchanges locais.

A maturidade institucional reduz volatilidade associada a riscos regulatórios, facilitando adoção por fundos de pensão e family offices. Monitore o sucesso dessa captação: um IPO bem-sucedido pode atrair bilhões em inflows para o ecossistema cripto, beneficiando holders de longo prazo.

Próximos Passos e O Que Monitorar

Investidores devem acompanhar atualizações sobre valuation final, investidores na rodada e timeline do IPO. Com o mercado cripto em alta — Bitcoin acima de US$ 95 mil —, essa jogada posiciona a Anchorage como pioneira na fusão de finanças tradicionais e digitais. Fique atento a anúncios oficiais para oportunidades de exposição indireta via ações públicas.


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Investidor visionário cartoon apontando para Bitcoin gigante com 180K e stablecoins explodindo, simbolizando tese otimista de Dan Tapiero para 2026

Bitcoin a US$ 180 Mil em 2026? Tese de Dan Tapiero

Bitcoin a US$ 180 mil em 2026? Essa é a tese otimista do investidor veterano Dan Tapiero, fundador da 50T Funds, conforme reportagem do CoinDesk. Ele também prevê um crescimento explosivo para stablecoins, com volumes já em US$ 33 trilhões em 2025. Mas lembre-se: previsões são teses baseadas em análises, não garantias. Entenda os motivos por trás dessa visão para 2026.


Quem é Dan Tapiero e Sua Visão Geral

Dan Tapiero é um investidor experiente em cripto, à frente da 50T Funds, uma firma de growth equity focada no ecossistema blockchain. Em entrevista recente, ele compartilhou sua perspectiva para 2026, destacando oportunidades em infraestrutura cripto. Para iniciantes, pense na 50T Funds como um fundo que aposta no crescimento de tecnologias emergentes, similar a venture capital, mas com ênfase em criptoativos maduros.

Segundo Tapiero, o mercado atual está em correção, mas o fundo do ciclo já foi formado. Ele vê 2026 como ano de consolidação, impulsionado por adoção real, não só especulação. Essa visão é ancorada em dados concretos, como o volume de transações em stablecoins, que saltou de US$ 19,7 trilhões em 2024 para US$ 33 trilhões em 2025.

O Que São Stablecoins e Por Que o Boom?

Stablecoins são criptomoedas projetadas para manter valor estável, geralmente atreladas a moedas fiduciárias como o dólar americano. Exemplos comuns incluem USDT (Tether) e USDC (Circle). Diferente do Bitcoin, que oscila muito, elas funcionam como “dinheiro digital” estável, ideais para transações rápidas, baratas e globais sem intermediários bancários tradicionais.

Tapiero explica que empresas tradicionais estão integrando essas “trilhos de pagamento blockchain”. Imagine transferir milhões em segundos por frações de centavo, 24/7. Esse é o apelo: eficiência para pagamentos internacionais, remessas e tesouraria corporativa. O crescimento reflete maturidade — as pessoas priorizam “dinheiro que funciona”, disse ele. Para brasileiros, isso significa alternativas ao PIX ou TED com exposição zero a volatilidade cambial.

Em 2026, Tapiero aposta em expansão ainda maior, com tokenização de ativos reais (como imóveis ou ações) rodando nesses trilhos.

Por Que Bitcoin Pode Chegar a US$ 180 Mil?

A previsão de US$ 180 mil para o Bitcoin vem de tailwinds macroeconômicos. Com juros caindo globalmente e governos gastando fortunas em infraestrutura de IA, há risco de debasement monetário — desvalorização de moedas fiat por impressão excessiva. “Isso é muito otimista para Bitcoin”, afirma Tapiero, vendo o BTC como hedge contra inflação e instabilidade.

Hoje, o Bitcoin negocia próximo a US$ 95 mil. Segundo o Cointrader Monitor, está em torno de R$ 510 mil (valores aproximados às 19h de 18/01/2026). BTC é visto como reserva de valor para novatos, complementado com ETH e SOL para diversificação.

Dicas Práticas e Cautelas para Iniciantes

Se você tem US$ 10 mil para investir em cripto, Tapiero sugere dividir entre Bitcoin, Ethereum e Solana — ativos com utilidade comprovada. Evite modismos; foque em fundamentos como adoção institucional.

Ele é cético com empresas de tesouraria cripto (que holdam BTC como reserva), por falta de “moat” competitivo. Outras apostas: convergência blockchain-IA e mercados de previsão on-chain. Lembre: cripto ainda é early stage. Teses como essa ajudam a navegar, mas volatilidade persiste. Monitore juros, gastos fiscais e volumes de stablecoins.


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Hub hexagonal centralizado com rachaduras vermelhas vazando energia e '4B' fragmentado, simbolizando hacks recordes de US$ 4 bi em exchanges cripto

Hacks em Exchanges Batem Recorde de US$ 4 Bilhões e Sacodem o Mercado Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/01/2026 | NOITE

O setor de criptomoedas encerra este domingo sob o peso de revelações alarmantes sobre a segurança em infraestruturas centralizadas. Um novo relatório detalhado aponta perdas bilionárias históricas em 2025, com ataques se concentrando massivamente em exchanges, o que abala a confiança do investidor médio. Ao mesmo tempo, o cenário regulatório se torna mais rígido, com pressões da Casa Branca sobre a Coinbase e bloqueios de aplicativos na Coreia do Sul. Entretanto, o viés de baixa moderado é contido por dados robustos de adoção real: os pagamentos com cartões cripto atingiram US$ 18 bilhões, sinalizando que as stablecoins estão se tornando fundamentais para o consumo global. O viés pessimista moderado prevalece, sustentado pelo receio de segurança, mas limitado pela resiliência da adoção institucional e prática.


🔥 Destaque: Hacks e Scams em CEX batem US$ 4,04 Bilhões

O relatório anual da PeckShield revelou um cenário sombrio para a segurança cibernética em 2025, com perdas totais atingindo US$ 4,04 bilhões, uma alta de 34% em relação ao ano anterior. O dado mais crítico é a mudança tática dos atacantes: as exchanges centralizadas (CEX) absorveram 75% de todos os prejuízos, um salto drástico em comparação aos 46% registrados em 2024. Este movimento indica que grupos criminosos altamente sofisticados, como o Lazarus Group, migraram seu foco de protocolos DeFi para alvos de maior liquidez e custódia concentrada.

O hack da Bybit, que resultou no roubo recorde de US$ 1,51 bilhão, foi o catalisador desse desequilíbrio, sendo agora classificado como o maior da história das criptomoedas. Além dos ataques técnicos, os golpes personalizados cresceram 64%, totalizando US$ 1,37 bilhão, o que destaca a eficácia da engenharia social sobre usuários de alto patrimônio. A taxa de recuperação de fundos caiu para apenas US$ 334,9 milhões, sugerindo que as técnicas de lavagem on-chain estão superando a capacidade de resposta das autoridades.

Para o investidor, este relatório serve como um alerta sistêmico sobre os riscos de manter grandes volumes em custódia de terceiros. A tendência é que vejamos um aumento na migração para soluções de auto-custódia e carteiras de hardware nos próximos meses. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 514.163,08, apresentando estabilidade apesar da pressão negativa vinda dos dados de segurança global.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atravessa um período de transição onde o risco regulatório e a infraestrutura de rede são os principais influenciadores. Enquanto nos Estados Unidos o impasse sobre o Projeto de Lei Cripto gera atritos entre a Casa Branca, a Binance e a Coinbase, na Coreia do Sul a exclusão de apps internacionais do Google Play fragmenta a liquidez. Esse aperto regulatório sugere um ambiente de maior conformidade, mas à custa da conveniência do usuário internacional.

Por outro lado, o uso de stablecoins como camada de liquidação para cartões de consumo demonstra que a utilidade real está superando a especulação pura. O fato de os pagamentos via cartões terem superado as transferências P2P é um marco de maturidade para o ecossistema. Setores como DeFi e infraestrutura de pagamentos devem continuar atraindo capital, enquanto as exchanges centralizadas precisam investir pesadamente em segurança para recuperar a reputação abalada pelos dados da PeckShield.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ataques Estatais Sofisticados: Grupos como o Lazarus estão focados em cold wallets de exchanges centralizadas, representando um risco sistêmico de liquidez caso novos grandes saques ocorram.
  • Incerteza do Bill Cripto EUA: O impasse na regulação de rendimentos de stablecoins pode paralisar o apoio executivo ao projeto de lei, mantendo o mercado em um limbo jurídico por mais tempo.
  • Malwares via Instalação Direta: O bloqueio de apps na Coreia do Sul pode levar usuários a baixar arquivos APK não verificados, aumentando drasticamente os casos de phishing e roubo de fundos em dispositivos móveis.
  • Exaustão de Comprados em Altcoins: O bloqueio do XRP em US$ 2, com liquidações unilaterais, sugere que o otimismo excessivo de alavancagem pode ser punido por correções rápidas em sombras de preço.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Migração para Auto-Custódia: A insegurança em CEXs impulsiona a demanda por hardware wallets e protocolos não-custodiais, beneficiando projetos focados em autonomia financeira e segurança auditada.
  • Expansão de Cartões Cripto: Com o crescimento de 106% no volume de cartões, empresas que oferecem gateways de pagamento e integração com redes como Visa/Mastercard tendem a ganhar valor de mercado.
  • Arbitragem de Taxas de Financiamento: O desequilíbrio extremo em derivativos de altcoins cria janelas para traders capturarem prêmios através de posições vendidas contra o excesso de alavancagem otimista.

📰 Principais Notícias do Período

1. PeckShield: US$ 4,04 bi perdidos em hacks e scams em 2025
Relatório anual revela que as perdas cresceram 34%, com foco preocupante em exchanges centralizadas, que foram alvo de 75% dos ataques. O roubo à Bybit lidera o prejuízo histórico do setor.

2. Cartões cripto atingem US$ 18B e superam transferências P2P
O volume mensal de pagamentos saltou para US$ 1,5 bilhão em 2025. A adoção via cartões agora é o principal driver de atividade de stablecoins, superando as tradicionais transferências entre carteiras.

3. Casa Branca pressiona Coinbase por acordo sobre yields
A presidência americana ameaça retirar apoio ao projeto de lei bipartidário se não houver um acordo com bancos comunitários. O ponto de discórdia é o medo de uma fuga de US$ 6,6 trilhões de depósitos bancários para stablecoins rentáveis.

4. Google Play retira exchanges estrangeiras na Coreia do Sul
A medida, exigida pelo FIU sul-coreano, afetará plataformas globais a partir de 28 de janeiro. Apenas 27 plataformas locais registradas manterão presença na Play Store, forçando usuários internacionais a métodos arriscados.

5. XRP registra desequilíbrio de 8.700% em liquidações na barreira de US$ 2
O otimismo desenfreado encontrou uma resistência técnica brutal. Quase 99% das liquidações em XRP nas últimas horas foram de posições compradas, evidenciando uma armadilha de liquidez para touros alavancados.

6. GameStop transfere 100 BTC para Coinbase Prime
A varejista moveu cerca de US$ 9,5 milhões para o braço institucional da Coinbase. Embora possa indicar gestão de tesouraria, o movimento reforça a posição da GameStop como a 22ª maior detentora pública de Bitcoin.

7. Binance encerra taxa zero para ordens taker em pares FDUSD
A partir de 29 de janeiro, a cobrança de taxas retorna para ordens imediatas em sete grandes ativos, incluindo BTC e ETH. A mudança visa incentivar liquidez maker e facilitar o acesso ao programa VIP da exchange.


🔍 O Que Monitorar

  • Volumes de Saque em CEX: Acompanhar saídas massivas de BTC e ETH para carteiras frias como resposta ao receio de segurança.
  • Andamento do Bill Cripto: Monitorar o posicionamento de legisladores americanos para sinais de avanço ou novo adiamento no Senado.
  • Market Share na Coreia do Sul: Observar se o volume de negociação migra para Upbit e Bithumb após o bloqueio de apps internacionais.
  • Nível de US$ 2,04 no XRP: Um rompimento abaixo deste suporte pode desencadear novas cascatas de liquidação.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, esperamos que o sentimento de cautela predomine enquanto o mercado digere as perdas recordes reportadas pela PeckShield. O viés é pessimista marginal para exchanges centralizadas, mas os fundamentos de adoção corporativa e institucional fornecem um suporte para os preços. Caso o cenário de segurança não apresente novos incidentes críticos, a força do setor de cartões e pagamentos pode sustentar uma recuperação gradual. Investidores devem evitar alavancagem excessiva, especialmente em altcoins como XRP, que demonstraram fragilidade em seus livros de derivativos. Acompanhe de perto as movimentações regulatórias em Washington, pois qualquer avanço na estrutura de mercado será o principal gatilho de alta sustentável para o início de 2026.


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Personagens cartoon de burocrata governamental e executivo tech virando as costas em mesa de negociações quebrada, simbolizando briga entre Casa Branca e Coinbase sobre lei cripto

Casa Branca Ameaça Abandonar Lei Cripto Após Briga com Coinbase

A Casa Branca ameaça retirar todo o apoio político ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturação do mercado cripto nos EUA, após a Coinbase surpreendeu com a retirada de seu suporte na véspera de uma markup no Senado. A administração Trump, furiosa com o que chama de rug pull, pode abandonar as negociações a menos que haja compromisso sobre yields de stablecoins, gerando incerteza regulatória e queda no mercado cripto.


Conflito Explode: Coinbase Abandona o Barco

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, anunciou na quarta-feira que a exchange não endossaria o draft atual do CLARITY Act, citando riscos graves. Entre as preocupações, destaca-se uma proibição de fato a equities tokenizadas, restrições amplas ao DeFi e o fim de recompensas em stablecoins, que poderiam atrair depósitos para fora dos bancos tradicionais. A decisão unilateral pegou a Casa Branca de surpresa, que reagiu com veemência, afirmando que "este é o projeto de lei do Presidente Trump, não de Brian Armstrong".

A tensão reflete uma guerra fria geopolítica no ecossistema cripto: de um lado, interesses bancários temendo saques em massa para stablecoins com yields de cerca de 5%; do outro, a indústria cripto defendendo inovação sem amarras excessivas da SEC.

Nuances Políticas e Divisão na Indústria

Fonte próxima à administração descreveu a manobra da Coinbase como um rug pull contra o governo e o setor, sinalizando que sem retorno às mesas de negociação, a Casa Branca pode boicotar o projeto. Isso concentraria mais poder na SEC, criticada por sua abordagem punitiva, enquanto enfraqueceria a CFTC. Bancos argumentam que yields em stablecoins ameaçam a economia, reduzindo liquidez para empréstimos empresariais.

A comunidade está dividida: enquanto alguns apoiam a Coinbase por priorizar DeFi e privacidade, outros veem a exchange como não representativa do todo. Empresas como Robinhood, Kraken e Galaxy Digital mantêm otimismo, prevendo aprovação em semanas.

Impacto no Mercado e Perspectivas Futuras

O mercado reagiu com queda: Bitcoin testou US$ 95.000, e a capitalização total recuou para US$ 3,2 trilhões. Senadores como Mark Warner e Cynthia Lummis prometem continuidade, mas o markup pode se estender a fevereiro. Mercados de previsão como Polymarket dão 55% de chance de aprovação, subindo de 40%.

Esse impasse geopolítico em Washington pode atrasar a clareza regulatória ansiada pelo setor, afetando inovação e atração de capitais. Investidores monitoram se negociações ressuscitarão o bill ou se ele se tornará vítima de interesses conflituosos.


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Personagem Polygon cartoon podando 30% da equipe com tesoura gigante enquanto brota ramo de stablecoins, simbolizando reestruturação e pivot estratégico

Polygon Demite 30% da Equipe: Pivot para Stablecoins?

A Polygon Labs demitiu cerca de 60 funcionários, equivalente a 30% de sua equipe, em uma reestruturação logo após a aquisição de Coinme e Sequence por mais de US$ 250 milhões. A empresa nega um corte em massa, atribuindo as mudanças a sobreposições de funções, mas esta é a terceira rodada de demissões em três anos. O foco agora é dominar pagamentos com stablecoins, o que pode ser estratégico ou indicar fraquezas operacionais.


Detalhes da Reestruturação

A Polygon Labs, desenvolvedora da rede de escalabilidade Ethereum, enfrentou relatos de demissões que afetaram múltiplas equipes. Fontes internas revelaram que os cortes ocorreram para manter o headcount estável durante a integração das aquisições recentes. Apesar de negar uma redução de 30%, a empresa confirmou ajustes para equilibrar adições de pessoal das novas companhias.

Esta não é a primeira vez: em 2023, 20% da equipe foi demitida (cerca de 100 pessoas), seguida por mais 19% em 2024 (60 funções). O padrão levanta preocupações sobre estabilidade, especialmente em um mercado cripto volátil onde eficiência é crucial para sobrevivência.

Funcionários afetados receberam suporte na transição, mas o impacto moral pode ser significativo, potencialmente afetando inovação em um setor competitivo.

Aquisições e Pivot para Pagamentos

As demissões coincidem com a compra da Coinme, provedora de pagamentos cripto nos EUA com licenças de money transmitter, e da Sequence, especializada em carteiras embeddadas e ferramentas cross-chain. Juntas, valem mais de US$ 250 milhões e visam posicionar a Polygon como líder em pagamentos regulados com stablecoins.

O pivot abandona o foco primário em infraestrutura para uma plataforma de pagamentos blockchain-first. Isso inclui ramps fiat on/off e tecnologia para bancos e fintechs, expandindo além de transações rápidas e baratas no Polygon.

No entanto, integrar novas equipes em meio a cortes internos pode gerar fricções culturais e operacionais, arriscando atrasos na execução do novo plano.

Visão de Marc Boiron e Riscos Estratégicos

O CEO Marc Boiron defendeu a medida em post no X, enfatizando a missão de “mover todo o dinheiro onchain”. Ele descreveu os cortes como estruturais, não por desempenho, visando uma equipe mais alinhada com pagamentos. A Polygon mantém tesouraria robusta, com mais de US$ 200 milhões em caixa e 1,9 bilhão de tokens MATIC.

Embora estratégico, investidores devem ponderar riscos: repetidas demissões sinalizam desafios em retenção de talentos e adaptação ao mercado. Em um ecossistema onde Layer 2s competem ferozmente (Solana, Arbitrum), falhar no pivot poderia erodir market share. Além disso, dependência de stablecoins expõe a regulamentações mais rígidas nos EUA.

Impacto no Mercado e Próximos Passos

O token MATIC caiu cerca de 6% nas últimas 24 horas após os relatos, refletindo ceticismo dos traders. O CoinDesk20 Index recuou 1%, mas o movimento da Polygon destaca volatilidade setorial.

Para holders, vale monitorar a integração das aquisições e métricas como TVL e volume de pagamentos. Sucesso poderia impulsionar adoção; fracasso, mais pressão sobre o preço. Investidores brasileiros devem considerar exposição regulatória e câmbio ao avaliar posições em MATIC.

É um momento de cautela: o plano bilionário soa ambicioso, mas histórico de reestruturações exige prova concreta de execução.


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Executivos cartoon de broker e RH convertendo stablecoin USDC em dólares instantâneos sobre globo destacando Brasil, simbolizando adoção para pagamentos globais

Finanças Híbridas: Brokers e RH Adotam Stablecoins para Pagamentos

Cripto vira dólar em minutos: a Interactive Brokers e a Gusto estão revolucionando pagamentos com stablecoins. Parceria com a Zerohash permite depositar USDC 24/7, convertendo automaticamente para USD sem esperas bancárias ou câmbio burocrático. Ideal para investidores globais e empresas com equipes internacionais, essa ponte facilita operações no mercado tradicional.


Interactive Brokers: Financiamento Instantâneo de Contas

A corretora eletrônica Interactive Brokers anunciou suporte a depósitos em USDC nas blockchains Ethereum, Solana e Base. Ao receber o stablecoin, o sistema converte tudo em dólares americanos e credita na conta do cliente imediatamente.

Isso resolve um problema clássico: transferências fiat internacionais demoram dias e custam caro. Agora, você envia USDC a qualquer hora e começa a operar ações, opções ou cripto em minutos. O CEO Milan Galik destacou que stablecoins oferecem “velocidade e flexibilidade” para mercados globais. Breve suporte a RLUSD e PYUSD amplia as opções.

Para o investidor brasileiro, significa acessar mercados americanos sem conversão manual no banco, evitando taxas e atrasos. Prático para quem gerencia portfólios diversificados.

Gusto: Pagamentos Globais para Freelancers e Equipes

A plataforma de RH e folha de pagamento Gusto, que atende mais de 400 mil pequenas empresas nos EUA, iniciou piloto com stablecoins via Zerohash. Contratados internacionais recebem em USDC com liquidação em minutos, não dias.

11% das pequenas empresas americanas empregam trabalhadores globais em 2025. Pagamentos cross-border tradicionais geram fricção: atrasos de 3-7 dias impactam fluxo de caixa. Com stablecoins, empregadores pagam via wallets custodiais ou self-custodial, com rastreabilidade onchain.

Para brasileiros freelancers em projetos remotos, isso é ouro: recebe em USDC, converte ou usa diretamente, sem intermediários caros. Zerohash garante conformidade regulatória em múltiplas jurisdições.

Vantagens Práticas do Financiamento 24/7 com USDC

Imagine acordar com uma oportunidade no pré-market e financiar sua conta às 3h da manhã. Com USDC, não há “aguarde o banco abrir”. Custos menores, sem horários comerciais, e acesso global sem barreiras cambiais.

Para empresas, folha de pagamento internacional vira rotina simples. Small businesses economizam tempo e dinheiro, focando no crescimento. Investidores retail ganham agilidade para capturar movimentos de mercado.

O mercado de stablecoins superou US$ 310 bilhões, impulsionado por USDT e USDC. Essa adoção por gigantes tradicionais sinaliza maturidade para uso cotidiano.

Zerohash: A Ponte Tecnológica Essencial

A Zerohash é o elo: infraestrutura regulada que processa stablecoins para finanças legadas. Tanto Interactive Brokers quanto Gusto usam sua tecnologia para conversões seguras e rápidas.

CEO Edward Woodford afirma que rails tradicionais não acompanham a força de trabalho digital. Essa integração híbrida — cripto para liquidez, fiat para operações — facilita a vida real: menos burocracia, mais eficiência.

Monitore essas plataformas: o futuro dos pagamentos globais está aqui, acessível e prático para todos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon em mesa de negociação rachando ao meio, simbolizando racha político entre Coinbase e Senado sobre lei cripto

Racha em Washington: Coinbase Abandona Lei Cripto e Votação é Adiada

A Coinbase retirou seu apoio ao projeto de lei sobre estrutura de mercado de criptomoedas no Senado dos EUA, forçando o presidente do Comitê Bancário, Tim Scott, a adiar a votação marcada para esta semana. O CEO Brian Armstrong acusa bancos tradicionais de sabotarem a agenda pró-cripto do presidente Trump via lobby para banir rendimentos em stablecoins. Esse racha em Washington paralisa a tão esperada regulação clara, gerando incerteza no setor global de criptoativos.


O Contexto do Projeto e a Virada da Coinbase

O projeto de lei, conhecido como CLARITY Act em sua versão da Câmara, visa definir regras claras para SEC e CFTC na supervisão de ativos digitais. Após meses de negociações bipartidárias, o Comitê Bancário do Senado estava pronto para avançar, com apoio inicial da Coinbase. No entanto, na véspera da votação, a exchange sinalizou oposição ao draft final, citando emendas que limitam inovações como yields em stablecoins e tokenized securities.

Senadora Cynthia Lummis expressou decepção, mas compromisso em revisar o texto com input do setor. Líderes como Cody Carbone, da Digital Chamber, defenderam a aprovação, alertando que a inação é pior que imperfeições. O adiamento reflete a fragilidade da coalizão pró-cripto em um Congresso dividido.

Acusações de Armstrong Contra o Lobby Bancário

Em entrevista à Fox Business, Brian Armstrong acusou bancos de minarem a agenda de Trump, pressionando por cláusulas que proíbem recompensas em stablecoins — habilitadas pela Lei GENIUS de 2025. Ele argumenta que esses ativos, lastreados 100% em Treasuries, oferecem yields melhores sem os riscos do fractional reserve banking tradicional.

O lobby bancário, segundo fontes, busca proteger margens de lucro, temendo competição de plataformas cripto. Armstrong destacou que o draft subordinaria a CFTC à SEC, revertendo ganhos regulatórios. "Nenhum bill é melhor que um ruim", alertou, queimando capital político mas expondo tensões entre fintechs e incumbentes financeiros.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado

O impasse em Washington tem ramificações globais. Sem regulação clara, os EUA perdem liderança para jurisdições como UAE e Singapura, que avançam em frameworks pró-inovação. No curto prazo, o adiamento pode paralisar listagens de produtos cripto, elevar volatilidade e frear adoção institucional — beneficiando bancos tradicionais, que mantêm monopólio em yields.

Investidores monitoram o Comitê de Agricultura, com markup previsto para 27 de janeiro, mas fontes preveem mais atrasos. O racha expõe como interesses bancários influenciam o Comitê Bancário, priorizando status quo sobre inovação americana.

Próximos Passos e Quem Ganha com o Caos

Negociações continuam, com Armstrong no Capitólio sinalizando disposição para dialogar. No entanto, fissuras crescem: Andreessen Horowitz e Ripple criticam a postura da Coinbase. Para o mercado brasileiro, o atraso prolonga incertezas globais, impactando fluxos para exchanges locais.

Os grandes bancos ganham tempo para consolidar influência, enquanto o setor cripto arrisca retrocessos. Vale monitorar revisões ao bill para yields e DeFi — chaves para desbloquear US$ trilhões em valor tokenizado.


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Executivos cartoon em mesa de negociações tensa no Senado EUA, Coinbase retirando apoio ao CLARITY Act pela 5ª vez, adiando lei cripto

Coinbase Trava 5ª Votação de Lei Cripto no Senado dos EUA

A retirada de apoio da Coinbase ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto provocou o quinto adiamento consecutivo da votação no Comitê de Bancos do Senado dos EUA, marcada inicialmente para quinta-feira. O CEO Brian Armstrong criticou restrições ao DeFi e yields de stablecoins, além de maior vigilância governamental. Apesar da pausa, democratas e indústria retomam negociações nesta sexta, sob pressão bipartidária.


Motivo da Crise: Pressões da Coinbase

O Senador Tim Scott, presidente do Comitê de Bancos, confirmou o adiamento na quarta-feira, destacando que negociações bipartidárias prosseguem. A decisão da Coinbase gerou críticas da comunidade cripto, acusando a exchange de priorizar interesses próprios. Segundo Armstrong, o rascunho atual impõe um ban de facto em tokenized equities, proibições ao DeFi com acesso ilimitado do governo a dados financeiros, e erode a autoridade da CFTC em favor da SEC.

Essas objeções surgem em meio a debates sobre o poder de lobby da Coinbase em Washington, revelando tensões entre inovação e regulação. David Sacks, czar de cripto da Casa Branca, afirmou que o bill está “mais próximo do que nunca” de consenso bipartidário.

Restrições a Stablecoins no Centro do Debate

Um ponto crítico é a proibição de yields em stablecoins sem vínculo a contas bancárias ou atividades como staking e liquidez. Armstrong argumentou que isso beneficia bancos tradicionais, bloqueando competição de emissores cripto. A senadora Cynthia Lummis revelou que este é o quinto adiamento por falta de apoio unânime no comitê.

Essas limitações visam proteger depósitos bancários, mas levantam preocupações sobre inovação sufocada. Analistas veem o impasse como reflexo de concessões a democratas, complicadas pela exigência de 60 votos no Senado em ano eleitoral.

Retomada de Negociações e Implicações Globais

Democratas dos Comitês de Bancos e Agricultura se juntarão a representantes da indústria em chamada nesta sexta. Senadores Lummis e Hagerty expressam otimismo, prevendo consenso “em breve”. Kraken’s Arjun Sethi alertou que abandonar agora perpetuaria incerteza regulatória.

No contexto geopolítico, o atraso pode custar à liderança dos EUA em criptoativos. Enquanto rivais como UE e Ásia avançam, a ‘clareza regulatória’ prometida pelo CLARITY Act arrisca sacrificar privacidade e DeFi, essenciais para a soberania financeira global. Investidores monitoram se o preço será alto demais.

O Que Esperar Agora

O Comitê de Agricultura marca audiência para 27 de janeiro. Uma pausa estratégica pode fortalecer o bill, mas divergências persistem. Para o ecossistema cripto, o equilíbrio entre clareza e liberdade definirá o futuro nos EUA — e sua influência mundial.


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Executivo bancário cartoon em pânico segurando cofre vazando ouro para stablecoin confiante, simbolizando alerta de fuga de US$ 6 tri

Bancos em Pânico: CEO do BofA Alerta Fuga de US$ 6 Tri para Stablecoins

O CEO do Bank of America, Brian Moynihan, alertou que stablecoins com rendimento podem sugar até US$ 6 trilhões dos depósitos bancários americanos, representando 30% a 35% do total. Essa migração reduziria a capacidade de empréstimos dos bancos, elevando custos para consumidores e empresas, especialmente PMEs. O aviso, feito em teleconferência de resultados, destaca o pânico do setor tradicional diante da concorrência cripto.


O Alerta Direto do CEO do BofA

Durante a chamada de resultados do quarto trimestre, Moynihan citou estudos do Departamento do Tesouro americano para embasar sua preocupação. Ele comparou as stablecoins remuneradas a fundos de mercado monetário, onde os recursos ficam parados em reservas do banco central ou Treasuries de curto prazo, sem circular na economia real via empréstimos bancários.

O executivo enfatizou que o Bank of America está preparado para demandas de clientes, mas o impacto seria devastador para bancos menores, que dependem mais de depósitos para financiar empréstimos a pequenas e médias empresas.

A fuga de depósitos não só encolheria balanços, mas forçaria os bancos a recorrer a funding wholesale mais caro, repassando custos aos tomadores de crédito. Para o leitor brasileiro, isso sinaliza instabilidade global que pode afetar fluxos de capital e câmbio.

Riscos Sistêmicos para o Sistema Bancário

Os US$ 6 trilhões em jogo equivalem a uma porção crítica dos depósitos comerciais nos EUA. Sem esses recursos, os bancos perdem margem para emprestar, freando o crescimento econômico. Moynihan alertou que isso criaria um ciclo vicioso: menos empréstimos, crescimento menor e custos de borrowing mais altos para todos.

Para investidores em cripto, o risco é duplo. Stablecoins como USDC ou USDT com yields atraem capital em busca de retornos melhores que as contas correntes tradicionais (próximas de zero). No entanto, sem regulação clara, há vulnerabilidades como falta de seguro FDIC, expostas em crises passadas como o colapso da Silicon Valley Bank.

O alerta reforça que bancos veem stablecoins não como complemento, mas como ameaça existencial, pressionando por regras que limitem yields e mantenham o status quo.

Conflito Regulatório e a Briga da Coinbase

O debate esquenta no Congresso americano com o CLARITY Act, projeto que visa estruturar o mercado cripto. O draft recente proíbe yields passivos em stablecoins para emissores, mas deixa brechas para exchanges. Bancos exigem fechamento total, alegando que isso cria produtos de investimento não regulados.

A Coinbase ameaça retirar apoio ao bill, com CEO Brian Armstrong declarando: prefere “nenhum bill a um ruim”. Ele critica emendas que “matariam recompensas em stablecoins”, permitindo que bancos banquem concorrentes. O markup no Senado foi adiado esta semana para negociações, evidenciando a resistência bancária travando avanços.

Outros líderes cripto, como Chris Dixon da a16z, veem o bill como necessário apesar de imperfeito, mas a divisão cresce. Para brasileiros, isso atrasa clareza regulatória global, impactando adoção local.

O Que Investidores Devem Monitorar

Esse embate revela conflito de interesses: bancos protegem seu monopólio de depósitos, enquanto cripto busca inovação. Riscos incluem atrasos regulatórios, volatilidade em stablecoins e retaliações bancárias contra plataformas cripto.

Vale ficar atento a negociações no Senado, decisões da CFTC/SEC e yields reais oferecidos por stablecoins. Diversifique depósitos, priorize plataformas com transparência e evite expor todo capital a ativos não segurados. O pânico bancário pode ser oportunidade para cripto, mas exige cautela sistêmica.


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Personagens cartoon broker e cripto apertando mãos sobre ponte de stablecoins USDC e RLUSD, simbolizando depósitos 24/7 e integração entre ações e cripto

Interactive Brokers Aceita USDC 24/7 e Planeja RLUSD

Sua conta na Interactive Brokers agora aceita depósitos em USDC 24/7, inclusive fins de semana e feriados. Os fundos são convertidos automaticamente para dólares americanos e creditados na conta de corretagem em minutos, via parceria com a ZeroHash. A corretora também planeja adicionar suporte à stablecoin RLUSD da Ripple na próxima semana, ampliando as opções de liquidez para investidores.


Como Funciona o Depósito USDC 24/7

Clientes elegíveis da Interactive Brokers podem enviar USDC diretamente de suas carteiras cripto para uma wallet segura fornecida pela ZeroHash. O processo é simples e disponível a qualquer hora: basta transferir a stablecoin pelas redes Ethereum, Solana ou Base, conforme detalhado pela Cointelegraph. Uma vez recebido, o USDC é convertido para USD e creditado na conta, permitindo acesso imediato a negociações em ações, opções e outros mercados globais.

Essa funcionalidade elimina a dependência de horários bancários ou transferências wire tradicionais, que podem demorar dias e custar caro em taxas internacionais. Para o investidor brasileiro, isso significa poder financiar a conta durante a madrugada, quando o mercado cripto está ativo, e começar a operar ações americanas logo em seguida. A CEO Milan Galik destacou que isso traz “velocidade e flexibilidade” essenciais para mercados dinâmicos.

Conversão Automática e Custos Envolvidos

A conversão de USDC para USD é automática e ocorre em minutos, sem taxas cobradas pela Interactive Brokers pelos depósitos em stablecoin. No entanto, a ZeroHash aplica uma taxa de 0,30% sobre o valor depositado, com mínimo de US$ 1. Os usuários ainda arcam com as taxas de rede blockchain, que variam conforme a congestão.

Comparado a wires internacionais, que podem custar dezenas de dólares e levar 2-5 dias úteis, essa opção é muito mais eficiente. O mercado de USDC, com capitalização de US$ 75,68 bilhões, garante liquidez robusta. Após o anúncio, as ações da Interactive Brokers subiram mais de 3%, atingindo máxima histórica de US$ 75, sinalizando confiança do mercado.

Expansão para RLUSD da Ripple e PYUSD

A Interactive Brokers não para no USDC. Na próxima semana, entrará em operação o suporte ao RLUSD da Ripple e ao PYUSD do PayPal. Essa expansão diversifica as opções de stablecoins, permitindo que investidores escolham a rede mais barata ou conveniente para transferências.

O RLUSD, emitido pela Ripple, opera principalmente na XRP Ledger e Ethereum, oferecendo transações rápidas e de baixo custo. Junto ao PYUSD, isso reforça a ponte entre ecossistemas cripto tradicionais e plataformas de pagamento como PayPal. Para traders, significa mais rotas de liquidez sem intermediários bancários.

Impacto Prático para Investidores Brasileiros

Essa integração é um ganho real de tempo e eficiência para quem opera entre cripto e ações. Imagine: você vende Bitcoin na Binance durante um pico noturno, converte para USDC e deposita na IB para comprar ações da Apple na abertura americana. Tudo em menos de uma hora, sem esperar fins de semana ou feriados.

Para brasileiros, evita as dores de cabeça com remessas ao exterior via bancos, que envolvem IOF, spreads altos e burocracia. A Interactive Brokers, listada na Nasdaq, já oferece cripto desde 2021 (BTC, ETH, SOL, XRP), e agora stablecoins aceleram a ponte. Monitore sua conta para ativar a opção – disponível para clientes elegíveis. Isso democratiza o acesso a mercados globais 24/7.


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Personagens cartoon de cripto e lobby bancário puxando corda com pergaminho rasgando, simbolizando racha no Clarity Act por emendas contra stablecoins

Coinbase Freia Clarity Act: Conflito com Lobby Bancário Trava Lei Cripto

A Coinbase retirou seu apoio ao Clarity Act, projeto de lei que prometia clareza regulatória para criptomoedas nos EUA, forçando o Senado a adiar a votação marcada para esta quinta-feira (15/01/2026). CEO Brian Armstrong denunciou ‘problemas demais’ no texto, incluindo emendas impulsionadas pelo lobby bancário que proíbem recompensas em stablecoins e restringem o DeFi. O impasse revela tensões geopolíticas entre inovação cripto e interesses tradicionais, impactando investidores globais em busca de segurança jurídica.


Posição Crítica da Coinbase e Problemas no Texto

Brian Armstrong, CEO da maior exchange americana, publicou uma thread no X detalhando as falhas do Clarity Act. Entre os pontos contestados, destaca-se a proibição efetiva de ações tokenizadas, restrições ao DeFi que concederiam ao governo acesso ilimitado a registros financeiros, eliminando a privacidade dos usuários, e o enfraquecimento da autoridade da CFTC em favor da SEC. Ademais, emendas preliminares visam acabar com as recompensas em stablecoins, mecanismo que permite yields atrativos sem intermediação bancária tradicional.

Armstrong foi categórico: ‘Esta versão seria substancialmente pior que o status quo. Preferimos não ter projeto algum a um ruim’. A reação imediata veio do Comitê Bancário do Senado, que retirou a pauta da sessão, conforme reportado por jornalistas como Eleanor Terrett. Esse movimento ocorre logo após o Genius Act, focado em stablecoins, ter avançado no ano anterior, sinalizando um retrocesso na agenda regulatória pró-cripto.

A perda de apoio da indústria coloca o bill em limbo, com o presidente do comitê, Tim Scott, descrevendo o adiamento como uma ‘pausa breve’ para negociações. No entanto, analistas veem nisso um sinal de fraturas profundas no lobby cripto.

Lobby Bancário Contra Yields em Stablecoins

O cerne do conflito reside nas recompensas de stablecoins, que oferecem yields de cerca de 3,5% — muito acima dos 0,1% médios das contas de cheque nos EUA. Bancos como JPMorgan, Citigroup e outros enviaram cartas aos legisladores, argumentando que isso equivale a depósitos de alto rendimento sem as rigorosas exigências regulatórias, como capital mínimo e seguro FDIC. O Tesouro americano estima que stablecoins possam drenar até US$ 6,6 trilhões dos depósitos bancários totais de US$ 18,7 trilhões.

Essa ofensiva bancária, reportada pelo Wall Street Journal, sabotou o texto com emendas de vigilância excessiva, protegendo seu monopólio sobre a criação de crédito. Grandes bancos, ironicamente, desenvolvem produtos cripto próprios, como stablecoins internas, revelando hipocrisia: querem regular o concorrente, mas não abrir mão da inovação quando beneficia seus balanços.

Para o leitor brasileiro, isso ecoa debates locais sobre regulação da CVM e BC, onde interesses tradicionais também resistem à desintermediação cripto.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado Global

Como correspondente global, vejo esse embate como definidor do padrão regulatório mundial. Os EUA, epicentro financeiro, exportam normas via Dodd-Frank e MiCA europeu. Um Clarity Act enfraquecido ou adiado perpetua incertezas, beneficiando jurisdições como Dubai e Singapura, que atraem fluxos cripto com clareza pró-inovação.

Enquanto Ripple e Kraken mantêm otimismo e diálogo com o Senado, a retirada da Coinbase — listada na Nasdaq — sinaliza risco sistêmico. Mesmo aprovado, o bill demandaria anos de rulemaking, com 45 regras pendentes em SEC e CFTC, possivelmente atravessando mandatos presidenciais.

Investidores perdem segurança jurídica imediata, mas ganham proteção contra uma lei ‘ruim’ que poderia sufocar o DeFi e tokenização, pilares da Web3. O Bitcoin, em alta de 10,9% em janeiro, ignora o ruído político, mas altcoins e stablecoins yields enfrentam volatilidade regulatória.

Próximos Passos e Lições para Investidores

O Senado pode remarcar markup para fim de janeiro, mas divisões partidárias — com SEC e CFTC sob controle republicano — complicam quóruns democráticos. Gabriel Gomes alerta: monitore o lobby em Washington, pois define o tabuleiro global. Para brasileiros, diversifique em exchanges globais e auto-custódia, evitando dependência de regulações estrangeiras instáveis.

A batalha expõe: cripto não é mais outsider; é player geopolítico disputando soberania monetária com bancos centenários.


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Funcionários cartoon saindo com caixas de prédio Polygon estilizado, executivos pivotando seta para pagamentos com alerta de 30%, ilustrando reestruturação arriscada

Polygon Demite 30%: Pivot para Pagamentos Gera Alertas

A Polygon realizou demissões em massa afetando cerca de 30% de sua equipe, conforme relatos de funcionários e fontes internas divulgados nesta quinta-feira (15). A medida ocorre em paralelo a uma reestruturação estratégica para priorizar pagamentos globais com stablecoins, sob o conceito de ‘Open Money Stack’. Embora a empresa não tenha confirmado oficialmente, o movimento levanta questionamentos sobre a estabilidade financeira e a execução do novo roadmap.


Detalhes das Demissões Internas

Relatos nas redes sociais, incluindo postagens de ex-funcionários como Regan e David Z. Morris, indicam que os desligamentos foram comunicados por e-mail, afetando diversas áreas da Polygon Labs. Essa não é a primeira rodada de cortes: em 2024, a empresa já havia dispensado quase 20% do quadro, o que sugere um padrão de ajustes recorrentes em meio a desafios operacionais.

Os profissionais impactados mencionam um ‘período curto demais’ em suas trajetórias na empresa, apontando para decisões abruptas. Sem um anúncio oficial da Polygon, investidores e observadores do mercado cripto devem tratar essas informações com cautela, monitorando atualizações para confirmar a extensão real dos cortes e seus impactos nas operações diárias.

Reestruturação para o ‘Open Money Stack’

A reestruturação alinha a equipe ao novo foco em pagamentos com stablecoins reguladas, após aquisições estratégicas totais de US$ 250 milhões. Entre elas, destacam-se a Coinme, uma rampa fiat-cripto nos EUA, e a Sequence, provedora de infraestrutura cross-chain para carteiras e pagamentos.

Esses ativos formam a base do ‘Open Money Stack’, um ecossistema vertical para movimentação on-chain de dinheiro. Paralelamente, o upgrade Madhugiri na rede Polygon visa aumentar a capacidade de transações, preparando o terreno para volumes maiores. No entanto, transições desse porte demandam precisão: falhas na integração podem elevar custos e diluir o foco técnico.

Riscos e Implicações para Investidores

Do ponto de vista de risco, demissões em massa repetidas podem sinalizar mais do que uma simples otimização. Em um mercado volátil como o cripto, perdas de talento experiente ameaçam a inovação e a execução do pivot. O token nativo POL registrou alta recente, mas movimentos internos como esses frequentemente precedem correções de preço se a confiança for abalada.

Além disso, a dependência crescente de stablecoins reguladas expõe a Polygon a escrutínio regulatório nos EUA e globalmente. Investidores devem avaliar se essa ‘limpeza’ impulsiona crescimento sustentável ou mascara ineficiências subjacentes, especialmente com a ausência de comunicação oficial da empresa.

Próximos Passos e Monitoramento

Enquanto a Polygon não se pronuncia, o mercado reage com especulações. É essencial acompanhar comunicados oficiais, atualizações no token POL e métricas de rede como TVL e volume de transações. Para holders, diversificação e análise de fundamentos tornam-se cruciais em cenários de reestruturação incerta.

Essa transição pode posicionar a Polygon como player relevante em pagamentos on-chain, mas os riscos de execução demandam vigilância constante. Fique atento a desenvolvimentos nos próximos dias.


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Personagens cartoon de banqueiro tradicional e trader cripto apertando mãos sobre ponte com USDC, simbolizando depósitos instantâneos 24/7

Interactive Brokers Aceita USDC 24/7: Revolução nos Depósitos

A Interactive Brokers, gigante do trading tradicional, anunciou suporte a depósitos via USDC 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo fins de semana. Clientes elegíveis nos EUA podem transferir da wallet para a corretora em minutos pelas redes Ethereum, Solana e Base. A stablecoin é convertida automaticamente em dólares e creditada na conta, resolvendo atrasos de wires internacionais. RLUSD e PYUSD chegam na próxima semana.


Como Funciona o Depósito com USDC

O processo é direto e projetado para eficiência. No portal do cliente, acesse Transfer & Pay, selecione Deposit Funds e escolha Fund with Stablecoin. A parceira Zerohash gera um endereço único de wallet por rede blockchain: Ethereum (ETH), Solana (SOL) ou Base. Envie o USDC da sua wallet pessoal — escaneie o QR code ou copie o endereço — e os fundos chegam em minutos, mesmo fora do horário bancário.

A conversão automática para USD elimina riscos de custódia de cripto na corretora. A Interactive Brokers não cobra taxas de depósito, mas o cliente arca com as taxas de rede blockchain (geralmente baixas em Solana ou Base). Zerohash aplica 0,3% de taxa de conversão, com mínimo de US$ 1. Isso permite trading imediato em 170 mercados globais, de ações a opções.

Para brasileiros, isso significa mover dólares digitais de exchanges como Binance para a IBKR sem conversões desnecessárias de BRL-USD, otimizando fluxos internacionais.

Taxas: USDC vs. SWIFT Tradicional

Comparado ao wire transfer via SWIFT, o USDC é mais ágil e econômico na maioria dos cenários. Transferências bancárias internacionais demoram 1-5 dias úteis, com fees totais de US$ 20-50 (banco origem + intermediários + destino). A IBKR não cobra por wires recebidos em USD, mas bancos terceiros sim — tipicamente US$ 10-30 só na chegada.

Com USDC, o custo é gas de rede (US$ 0,01 em Solana hoje) + 0,3%. Para um depósito de US$ 10.000, SWIFT pode custar US$ 40 (0,4%), enquanto USDC sai por ~US$ 31 (0,31%). Sem contar o tempo: minutos vs. dias. Ideal para quem precisa de liquidez rápida em mercados voláteis como ações ou futuros.

Dica prática: Monitore gas fees em ferramentas como Solana Explorer ou Etherscan para escolher a rede mais barata no momento.

Expansão com RLUSD e PYUSD

Na próxima semana, a plataforma adiciona RLUSD (Ripple) e PYUSD (PayPal), ampliando opções de stablecoins. Isso reforça a ponte entre finanças tradicionais e cripto, permitindo funding direto para holders de PYUSD (PayPal) ou RLUSD (Ripple). A ação veio após alta de 4% nas ações da IBKR (quase US$ 74), sinalizando confiança do mercado.

Para traders brasileiros, isso facilita arbitragem entre corretoras cripto e brokers globais, sem intermediários caros. Verifique elegibilidade no site oficial, limitada inicialmente a clientes US, mas expansão global é provável.

Passos Práticos para Começar

  1. Tenha conta aprovada na IBKR (rápida para residentes BR via app).
  2. Adquira USDC em exchanges como Binance ou Mercado Bitcoin.
  3. No Client Portal, inicie o depósito com stablecoin e envie.
  4. Use os fundos para trades em tempo real.

Essa integração resolve dores reais: atrasos em wires de bancos brasileiros (Itaú, Nubank) para brokers gringos. Monitore atualizações para novas redes ou moedas.


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Personagens cartoon de Coinbase defendendo pergaminho contra avalanche de emendas de banqueiros Wall Street, simbolizando sabotagem ao CLARITY Act

CLARITY Act em Xeque: Coinbase Recua e Acusa Bancos de Sabotagem

A Coinbase retirou abruptamente seu apoio ao CLARITY Act, projeto de lei que promete regular o mercado de ativos digitais nos EUA, horas antes do markup crucial no Comitê de Bancos do Senado nesta quinta-feira (15/01). O CEO Brian Armstrong denunciou que o lobby bancário sabotou o texto com emendas restritivas, criando um cenário pior que o status quo regulatório atual. A briga entre Wall Street e exchanges ameaça travar o influxo de trilhões institucionais para o cripto.


Mudança de Postura da Coinbase

O recuo da Coinbase veio após análise do rascunho final do Senado. Armstrong destacou em post no X preocupações graves: um de facto banimento de tokenized equities, proibições ao DeFi que dariam ao governo acesso irrestrito a dados financeiros de usuários, enfraquecimento da CFTC e expansão da autoridade da SEC. “Prefiro nenhuma lei a uma ruim”, afirmou o executivo, sinalizando que o bill, originalmente apoiado pela indústria, foi desvirtuado.

Essa virada ocorre em meio a negociações intensas. A exchange, que lucrou bilhões com stablecoins como USDC em 2025, vê ameaças diretas a seu modelo de negócios. Rewards em stablecoins, permitidos pela GENIUS Act assinada por Trump em julho, agora enfrentam restrições que favorecem bancos tradicionais.

Lobby Bancário e as 137 Emendas

O ápice do conflito é a enxurrada de 137 emendas de última hora submetidas pelos senadores antes do prazo de 17h de quarta-feira. Muitas visam stablecoin rewards: o draft proíbe yields em saldos ociosos, permitindo apenas em atividades como transações ou staking. Bancos argumentam risco de “fuga de depósitos”, enquanto exchanges contrapõem que isso sufoca inovação e empurra usuários para plataformas offshore.

Emendas bipartidárias, como as de Thom Tillis (R-NC) e Angela Alsobrooks (D-MD), agravam as restrições pró-bancos. Insiders veem a jogada da Coinbase como tática negocial, mas críticos a chamam de “arrogante”. A exchange investiu centenas de milhões em lobby, incluindo projetos de Trump, e monitorará votos via super PAC Fairshake, com US$ 116 milhões arrecadados.

Implicações Geopolíticas para o Cripto

Globalmente, o embate reflete a guerra por supremacia financeira: Wall Street resiste à desintermediação cripto, temendo perda de hegemonia. Sem clareza regulatória equilibrada, os EUA arriscam ceder terreno a jurisdições como UE (MiCAR) ou Ásia, onde adoção avança. O CLARITY Act, evolução do FIT21 (aprovado na Câmara em 2024), divide supervisão entre SEC e CFTC, mas emendas o tornam tóxico.

Para brasileiros, o impacto é indireto: atrasos nos EUA freiam influxo institucional global, afetando liquidez em exchanges locais. O “trilhão institucional” prometido por ETFs e corporates fica em xeque, perpetuando volatilidade.

Markup no Horizonte: O Que Esperar?

O markup desta quinta-feira (15/01) será decisivo. Republicanos liberaram fact sheets, mas divisões persistem. Armstrong se diz otimista com negociações contínuas, apoiado por figuras como Michael Saylor. Investidores devem monitorar: aprovação enfraquecida pode sinalizar vitória parcial do lobby bancário, adiando maturidade regulatória. Sem bill, o cripto segue no limbo, beneficiando apenas os incumbentes tradicionais.


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Personagem cartoon de Vitalik apontando para balança instável com peso USD rachado e oráculos manipuláveis, criticando falhas em stablecoins DeFi

Vitalik Critica Falhas de Design em Stablecoins Descentralizadas

Nem todo dólar digital é igual. Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, alertou em post no X sobre falhas profundas no design de stablecoins descentralizadas, essenciais para o DeFi. Ele destaca três problemas não resolvidos: dependência excessiva do dólar americano, vulnerabilidade de oracles a manipulações e competição com yields de staking. Essas críticas, datadas de 11 de janeiro de 2026, questionam a resiliência a longo prazo desses ativos em ecossistemas blockchain.


As Três Falhas Estruturais Identificadas

Vitalik Buterin argumenta que, apesar dos avanços, as stablecoins descentralizadas ainda dependem de premissas frágeis. O primeiro ponto é a ancoragem exclusiva ao valor de US$ 1, o que faz sentido no curto prazo, mas falha em horizontes de décadas devido à inflação e riscos geopolíticos. Ele sugere benchmarks alternativos, como índices de preços de bens de consumo (similar ao CPI) ou cestas de moedas, para maior independência.

O segundo desafio envolve oracles, os mecanismos que fornecem dados externos às blockchains, como preços de ativos. Se um oracle puder ser manipulado por um atacante com capital suficiente, o sistema inteiro colapsa, levando a emissões erradas ou liquidações indevidas. Buterin enfatiza a necessidade de designs onde o custo de distorção seja proibitivamente alto.

Por fim, o terceiro problema é a competição com o staking yield do Ethereum, que oferece retornos atrativos. Stablecoins colateralizadas precisam competir ou aceitar migração de demanda, o que compromete sua estabilidade em cenários de yields elevados.

Dependência do Dólar: Limites da Estabilidade Tradicional

A maioria das stablecoins, como o DAI do MakerDAO, mira explicitamente o peg de US$ 1. Isso importa riscos do dólar, incluindo inflação moderada que erode o poder de compra ao longo do tempo. Vitalik propõe medir estabilidade por poder de compra real ou índices compostos, evitando amarras a uma única moeda nacional. Implementar isso onchain exige governança robusta para atualizar benchmarks, evitando centralização.

Em DeFi, onde stablecoins atuam como colateral e meio de troca, essa rigidez pode amplificar choques macroeconômicos. Protocolos que dependem de um peg rígido enfrentam dilemas em crises, como visto em colapsos passados de algoritmos de stablecoins.

Vulnerabilidades de Oracles e Yields Competitivos

Oracles são o elo fraco: blockchains não acessam dados reais diretamente, confiando em feeds medianos ou whitelists. Sistemas maduros como o do MakerDAO usam quóruns mínimos, mas ainda são suscetíveis a ataques de capital profundo. Buterin defende oracles descentralizados onde manipular dados custe mais que o ganho potencial, preservando integridade em liquidações e avaliações de colateral.

Quanto aos yields, o staking do ETH cria tensão. Se yields regulares superam os de stablecoins, usuários migram, desestabilizando colaterais. Soluções exploradas incluem reduzir yields para níveis hobbyistas (~0,2%), criar staking sem slashing ou mecanismos de reconciliação. Isso testa a resiliência de designs sob estresse de incentivos voláteis.

Implicações para o DeFi e Próximos Passos

Para protocolos DeFi, as críticas de Vitalik implicam em avaliações rigorosas: qual o benchmark exato? Há liquidez para liquidações em sell-offs? Políticas claras para falhas de oracles? Stablecoins centralizadas dominam (~US$ 300 bilhões em suprimento), mas descentralizadas são cruciais para verdadeira autonomia. O caminho envolve endurecimento incremental: benchmarks claros, modos de falha explícitos e priorização de sobrevivência sobre incentivos de curto prazo.

Desenvolvedores devem monitorar dinâmicas de run, integridade de dados e realismo de liquidações. Essa análise reforça que estabilidade descentralizada depende de referências independentes, dados seguros e incentivos alinhados, pavimentando o futuro de finanças onchain resilientes.


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Personagens cartoon de traders brasileiros desafiando montanha burocrática com selos IOF, simbolizando ação da ABcripto contra taxáção em stablecoins

ABcripto Ameaça Processar Governo por IOF em Stablecoins

A ABcripto ameaça processo judicial contra o governo caso o IOF seja imposto sobre transações com stablecoins via decreto. A presidente Júlia Rosin argumenta que classificar ativos como USDT como ‘moeda estrangeira’ é inconstitucional, pois o imposto é exclusivo para câmbio tradicional. Freelancers e pequenos investidores, que usam stablecoins para remessas rápidas e baratas, podem ver custos explodirem em até 3,38%. A briga entre exchanges brasileiras e a Fazenda está só começando.


Declaração Firme de Júlia Rosin

A nova presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), Júlia Rosin, foi categórica em entrevista ao Valor Econômico. ‘O IOF está ligado ao câmbio. Uma stablecoin não é uma moeda‘, declarou. Ela destacou que as stablecoins já pagam IOF na emissão (‘minting’), quando há conversão de reais para dólares via exchanges. Impor taxa adicional nas transferências internas equipara o ativo a moeda estrangeira, contrariando leis aprovadas pelo Congresso que regulam criptoativos como categoria própria.

Com mais de 50 empresas associadas, a ABcripto representa exchanges como Mercado Bitcoin e Binance Brasil. Rosin prometeu ação judicial imediata se o Ministério da Fazenda editar medida provisória (MP) ou decreto. ‘Isso freia a inovação e afeta a competitividade do Brasil no mercado global de cripto’, enfatizou.

Por Que Stablecoins Não São Câmbio?

Stablecoins como USDT e USDC mantêm paridade 1:1 com o dólar, mas rodam em blockchains como Ethereum ou Tron. Não são emitidas por bancos centrais, diferentemente do dólar físico ou contas offshore. A Receita Federal já tributa ganhos de capital em IR (15-22,5%), mas o IOF de 0,38% a 3,38% incide só em remessas reais ao exterior.

A tese da inconstitucionalidade baseia-se na Lei 14.478/2022, que define criptoativos como ‘representação digital de valor negociável’. Taxá-los como câmbio via decreto ignora o Legislativo, podendo cair no STF. Analistas veem brecha explorada por freelancers: converter BRL para USDT custa pouco, evita IOF de cartões pré-pagos (6,38%).

Impacto Direto no Bolso do Brasileiro

Para o freelancer na Upwork recebendo em dólares, stablecoins são salvação: taxa zero ou mínima para receber USDT e converter em BRL localmente. Com IOF, cada R$ 10 mil em remessa vira R$ 338 a mais em imposto – dinheiro perdido para taxas de câmbio ou Pix falhos. Pequenos investidores em DeFi ou staking perdem rentabilidade: um yield de 5% APY em USDT cai pela metade após taxas.

Diego Duarte, trader prático, alerta: ‘É o fim da vantagem competitiva. Plataformas como Binance viram reféns de burocracia, e o varejo paga a conta’. Volumes de USDT no Brasil superam R$ 10 bi/mês, por dados da Receita. Taxa extra pode levar à migração para exchanges offshore, com risco de evasão fiscal.

Próximos Passos na Briga Judicial

O governo sinaliza taxação pós-regulamentação do BC (Resolução 521/2025). Secretário Dario Durigan prometeu ‘tributação merecida’. Legisladores pró-cripto, como o PL, prometem obstruir. ABcripto monitora e mobiliza associados para lobby no Congresso.

Investidores devem acompanhar: diversifique para BTC/ETH se yields caírem; use wallets self-custody para evitar exchanges taxadas. A batalha define se o Brasil lidera ou atrasa na economia tokenizada.


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Personagens cartoon paquistanês e americano apertando mãos sobre stablecoin USD1, simbolizando acordo para remessas cross-border

Paquistão Firma MOU com Projeto de Trump para Stablecoins

O Paquistão assinou um memorando de entendimento (MOU) com a SC Financial Technologies, afiliada ao World Liberty Financial (WLF) – projeto DeFi ligado à família Trump – para explorar o uso da stablecoin USD1 em remessas e pagamentos transfronteiriços. A iniciativa, anunciada em 14 de janeiro de 2026, reflete a estratégia do país de modernizar finanças digitais, reduzindo dependência de sistemas tradicionais como o SWIFT, em meio a US$ 36 bilhões anuais em remessas de trabalhadores expatriados. Trump usa sua influência para expandir o ‘dólar digital’ em emergentes?


Detalhes do Acordo e Participantes

A parceria com a WLF envolve colaboração com o banco central paquistanês para integrar a USD1 – stablecoin lastreada em dólar lançada em março de 2025 na Ethereum e BNB Chain – em uma estrutura de pagamentos regulada. Zach Witkoff, CEO da SC Financial e cofundador da WLF (filho do enviado especial de Trump, Steve Witkoff), visitou o país para discutir sistemas de pagamento digital, liquidação cross-border e câmbio.

O Ministro das Finanças, Muhammad Aurangzeb, enfatizou engajar ‘jogadores globais credíveis’ para alinhar inovação com regulação e estabilidade nacional. A Pakistan VARA destacou o ‘interesse global crescente’ no mercado paquistanês, com estimados 40 milhões de usuários de cripto.

Contexto Geopolítico da Expansão

Essa movimentação ocorre em um momento de aquecimento nas relações EUA-Paquistão, após lobby em Washington e nomeações como Bilal Bin Saqib – chairman da VARA e assessor da WLF – como assistente especial para blockchain. O Paquistão avança em CBDC piloto e legislação para ativos virtuais, alocando energia para mineração e atraindo influencers.

A WLF, lançada em 2024 pelos filhos de Trump e Witkoff, já demonstrou tração global: a USD1 facilitou uma injeção de US$ 2 bilhões da MGX (Abu Dhabi) na Binance. Tal expansão política reforça a influência americana em finanças emergentes, contrapondo sistemas como SWIFT controlados por potências tradicionais.

Implicações para Remessas e Desafios

Remessas representam pilar econômico paquistanês, mas taxas altas e lentidão do SWIFT impulsionam blockchain. Stablecoins prometem transferências mais baratas e rápidas, integrando-se à infraestrutura digital local. No entanto, o projeto Trump enfrenta escrutínio por potenciais conflitos de interesse, com democratas acusando ‘funil de dinheiro estrangeiro’ em troca de políticas favoráveis.

Paquistão segue parcerias crypto: MOUs com Binance e HTX para tokenização de US$ 2 bilhões em títulos soberanos. Investidores globais monitoram se isso pavimenta adoção em massa de stablecoins em emergentes, desafiando o status quo financeiro.


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Personagens cartoon de representante cripto confrontando burocrata com selos IOF e pilhas de decretos, defendendo stablecoins contra imposto

ABcripto ameaça processo contra IOF em stablecoins no Brasil

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) marcou posição contra a cobrança de IOF sobre transações com stablecoins, alertando que uma taxação via decreto presidencial pode encarecer essas moedas estáveis usadas por milhões de brasileiros como proteção contra a inflação. A nova presidente, Júlia Rosin, afirmou que a entidade recorrerá à Justiça se o governo insistir, argumentando inconstitucionalidade. Dados recentes da Receita Federal mostram stablecoins dominando o volume negociado, com USDT e USDC à frente.


Por que o IOF preocupa o setor cripto?

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é aplicado em transações cambiais, mas a ABcripto defende que stablecoins não são moedas estrangeiras. Elas têm valor atrelado ao dólar, mas circulam no blockchain como ativos virtuais, conforme o Marco Legal dos Criptoativos (Lei 14.478/2022). Aplicar IOF seria equipará-las a câmbio tradicional, o que a entidade considera erro jurídico.

Para o brasileiro comum, isso significa custo extra em operações cotidianas. Imagine converter reais em USDT para preservar poder de compra em tempos de inflação alta: um IOF de até 6,38% nas remessas internacionais tornaria isso menos viável. Já na emissão (‘mintagem’) de stablecoins, o IOF já incide sobre a moeda fiat depositada, garantindo tributação dupla desnecessária.

A Receita Federal voltou a divulgar dados em janeiro de 2026, revelando que em setembro de 2025, USDT movimentou R$ 15,72 bilhões em 1,18 milhão de operações, superando o Bitcoin (R$ 2,46 bilhões). USDC liderou transações com 2,42 milhões. Esses números mostram a relevância prática das stablecoins para poupança diária.

Ações da ABcripto e diálogo com o governo

Júlia Rosin, eleita em dezembro de 2025, reuniu-se com o Ministério da Fazenda no fim do ano. A proposta é criar um grupo de trabalho para debater o tema via lei complementar, envolvendo sociedade civil. “Qualquer mudança precisa de discussão ampla, não decreto”, enfatiza. Sem isso, ações judiciais questionarão a medida por violar o marco regulatório.

O Banco Central incluiu algumas operações cripto no mercado de câmbio em sua regulação recente, mas para fins de monitoramento, não tributação extra. A ABcripto representa mais de 50 empresas e vê na taxação um freio à inovação financeira acessível, especialmente para remessas e proteção patrimonial no varejo.

Para o investidor prático, monitore atualizações da entidade. Se aprovado, ajuste estratégias: priorize exchanges locais sem conversão imediata ou explore alternativas como ETFs de cripto sem IOF direto.

Impacto no bolso do brasileiro comum

Stablecoins viraram ferramenta essencial contra desvalorização do real. Com inflação acumulada acima de 4% em 2025 e dólar volátil, elas oferecem estabilidade sem burocracia bancária. Um IOF extra elevaria custos em 1-6% por operação, corroendo ganhos em cenários de alta inflação.

Exemplo prático: R$ 10 mil em USDC para reserva de emergência. Com IOF de 0,38% em compras de câmbio (atual para pessoa física), já paga R$ 38. Se estendido a transferências on-chain, multiplica em múltiplas transações. Para famílias, isso significa menos proteção ao salário corroído.

Dados demográficos da RFB apontam 4,5 milhões de declarantes em setembro, com homens dominando 86% do volume. Mas crescimento entre mulheres (13,77%) indica adoção ampla. A batalha judicial pode definir se cripto continua acessível ou vira luxo tributado.

Próximos passos para investidores

Acompanhe reuniões do conselho da ABcripto na próxima semana. Se você usa stablecoins para hedge, diversifique: mantenha parte em reais indexados à inflação (Tesouro IPCA+) e avalie custos totais antes de converter. Plataformas como Mercado Bitcoin ou Binance já otimizam rotas, mas fique atento a mudanças regulatórias.

Essa guerra fiscal testa o equilíbrio entre arrecadação e inovação. Para o dia a dia, calcule: IOF extra pode custar R$ 100-500 anuais em portfólios médios de R$ 50 mil.


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