Escudo dourado Bitcoin rachando com partículas quânticas iridescentes e '40%' na fenda, alertando vulnerabilidade à computação quântica

Ameaça Quântica: 40% do Bitcoin em Risco de Ataque?

O CEO da Project Eleven, Alex Pruden, alertou que entre 30% e 40% do Bitcoin total está exposto a riscos de computação quântica devido a chaves públicas visíveis na blockchain. Computadores quânticos poderiam quebrar a criptografia ECDSA, comprometendo bilhões em ativos. A governança lenta do Bitcoin agrava a urgência para migração à criptografia pós-quântica, enquanto investidores institucionais já ajustam posições.


Vulnerabilidades Específicas do Bitcoin

A ameaça principal vem do algoritmo de Shor, que permite fatorar chaves assimétricas em tempo polinomial, expondo fundos em endereços com chaves públicas reveladas — comum em transações antigas ou reutilizadas. Segundo Pruden, o modelo UTXO do Bitcoin oferece alguma proteção para quem mantém boa higiene de carteiras, mas 30-40% dos BTC estão em risco imediato por exposição on-chain.

Estudos como o da Chaincode Labs estimam até 6,26 milhões de BTC vulneráveis, equivalentes a cerca de US$ 650-750 bilhões. No Brasil, ao valor atual de R$ 479.439 por BTC segundo o Cointrader Monitor, isso representa trilhões em reais sob ameaça potencial.

O algoritmo Grover representa risco menor ao hash SHA-256, mas ainda exige vigilância. A longo prazo, blockchains como Ethereum e Solana podem atualizar de forma mais ágil, mas o Bitcoin enfrenta barreiras culturais e técnicas.

Reações dos Investidores Institucionais

Instituições já sentem o impacto: a Jefferies removeu 10% de exposição ao BTC do portfólio modelo “Greed & Fear”, migrando para ouro, citando quebra potencial do ECDSA. Apesar disso, Harvard aumentou alocação em 240%, e bancos como Morgan Stanley e Bank of America recomendam até 4% em cripto.

Essa divisão reflete o debate: risco teórico ou iminente? Projeções como o Quantum Doomsday Clock indicam CRQCs (computadores quânticos criptograficamente relevantes) possíveis em anos, acelerados por avanços do Google em 2025. O BTC rendeu 6,5% menos que o ouro em 2026, sinalizando cautela.

Desafios de Governança e Migração

A descentralização do Bitcoin complica atualizações: sem autoridade central, coordenação para pós-quântica exige consenso amplo, podendo levar a forks controversos — pior que as guerras de bloco. Pruden alerta que pode ser “tarde demais” se iniciado agora, propondo caminhos de migração seguros e ferramentas como Yellow Pages para chaves pós-quânticas.

Riscos incluem aplicação errada de novos padrões NIST (2024), demandando sistemas ágeis. Nenhuma blockchain preparou adequadamente, mas Ethereum avança em descentralização quântica-resistente.

Medidas Protetoras para Investidores

Para se proteger, evite reutilizar endereços, use carteiras com múltiplas assinaturas e monitore desenvolvimentos pós-quânticos. Transfira fundos para formatos resistentes como Taproot moderno. Vale acompanhar iniciativas como Project Eleven e Ethereum Foundation. O risco quântico saiu do abstrato: proteja suas chaves agora para preservar valor a longo prazo.


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