Vórtice neon com hexágono '1.8B' emitindo ondas de choque em grid digital, simbolizando expiração de opções BTC e volatilidade no mercado

Expiração de US$ 1,8 Bi em Opções BTC Pode Agitar Mercado Hoje

Alerta de Volatilidade: US$ 1,8 bilhão em opções de Bitcoin expiram nesta sexta-feira (23/01/2026), em um momento de fragilidade no mercado cripto, que perdeu US$ 200 bilhões na semana. Cerca de 21.700 contratos chegam ao fim, com put/call ratio de 0,75, favorecendo calls (posições longas). O max pain em torno de US$ 92.000 pode pressionar o preço spot, atualmente em US$ 89.100, segundo dados recentes.


Detalhes da Expiração de Opções

A expiração envolve contratos com valor nocional de aproximadamente US$ 1,8 bilhão, ligeiramente inferior à da semana anterior, refletindo o ritmo mais lento no trading de derivativos. Segundo o CoinGlass, o open interest (OI) total de opções de BTC em todas as exchanges atingiu US$ 36 bilhões desde o início do ano, com concentração em strikes chave.

No Deribit, maior volume de OI está no strike de US$ 100.000, com US$ 2 bilhões pendentes. Apostas de baixa ganham força em US$ 85.000 e US$ 90.000, cada um com cerca de US$ 1,1 bilhão em OI. Além do BTC, 118.000 contratos de Ethereum expiram, totalizando US$ 346 milhões, elevando o valor total de opções cripto para US$ 2,1 bilhões.

Strikes Críticos e Max Pain

O max pain calculado em US$ 92.000 sugere que muitos contratos calls ficarão out of the money (OTM), já que o spot BTC oscila abaixo desse nível, em torno de US$ 89.110 (bid atual). Posicionamento clusterizado em strikes sensíveis torna o spot vulnerável, como alertou o Deribit: "Geopolítica e incertezas comerciais sustentam demanda por hedge".

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 471.381,80 no mercado brasileiro, com variação de -1,66% em 24h e volume de 196 BTC. Dados em USD confirmam US$ 89.110, reforçando pressão vendedora.

Contexto do Mercado Spot

O mercado cripto enfrenta turbulências: capitalização total caiu 1% no dia, apagando ganhos anuais. BTC testou mínima intradiária de US$ 88.560 antes de recuperar para US$ 89.500, mas falhou em romper US$ 90.000. Ethereum despenca abaixo de US$ 3.000, cotado a US$ 2.926, com put/call de 0,86 nas opções.

Fatores macro como guerras comerciais escaladas, turmoil em bonds japoneses e atrasos em legislação cripto nos EUA contribuem para o cenário de baixa, com altcoins caindo 2-3% adicionais.

Possíveis Impactos no Preço

A expiração pode aprofundar a queda se dealers ajustarem posições para strikes inferiores, ou gerar reversão com gamma squeeze em calls OTM. Investidores devem monitorar volume reativo e liquidez spot. Historicamente, expirações semanais com OI elevado amplificam volatilidade em até 5% no BTC. Com max pain acima do spot, pressão descendente prevalece, mas acumulação por baleias pode contrabalançar.

Dados sugerem cautela: OI crescente em strikes bearish indica hedging contra riscos macro. O mercado reage sensivelmente ao "cut" (fechamento), demandando atenção aos níveis de US$ 88.500-US$ 92.000.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Líder político cartoon recuando de pilha de tarifas, Bitcoin saltando para marco 90K, simbolizando recuperação após recuo de Trump em Davos

Bitcoin Recupera US$ 90 mil Após Trump Recuar em Tarifas

O Bitcoin recuperou os US$ 90 mil nesta quarta-feira (21) após o presidente Donald Trump recuar nas ameaças de tarifas contra a UE, sinalizando uma pausa após reunião produtiva com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte. O tom conciliador no Fórum Econômico Mundial em Davos, sobre a aquisição de Greenland sem impacto na aliança, aliviou tensões geopolíticas e impulsionou ativos de risco como BTC e altcoins.


Reunião com OTAN e Declarações de Trump

O presidente Trump anunciou em post no Truth Social ter tido uma reunião produtiva com Mark Rutte, delineando um acordo sobre Greenland e a região Ártica. Ele confirmou que as tarifas previstas para 1º de fevereiro contra parceiros da UE não serão impostas, reduzindo temores de escalada comercial transatlântica. Anteriormente, disputas sobre Greenland haviam congelado negociações comerciais e pressionado mercados.

No discurso em Davos, Trump adotou tom mais calmo sobre a aquisição de Greenland, afirmando que os EUA buscam negociações históricas sem ameaçar a OTAN. "Isso não será uma ameaça à OTAN", declarou, adicionando humor ao chamar o território de "um pedaço de gelo", sem uso de força.

Reação Imediata do Mercado Cripto

O Bitcoin quicou das mínimas da sessão para US$ 89.500 a US$ 90.000, com alta de mais de 2% em relação às mínimas da sessão. Sua capitalização de mercado voltou a US$ 1,79 trilhão, enquanto a capitalização de mercado do Ethereum subiu para US$ 361 bilhões. altcoins como Solana e XRP registraram ganhos mais expressivos, indicando rotação para ativos de maior beta.

Ouro recuou de recorde próximo a US$ 4.900, enquanto risk assets se estabilizaram após quedas recentes. Mapas de calor mostram ganhos generalizados em DeFi, smart contracts e memes, refletindo apetite renovado por risco.

Volatilidade e Correlação Geopolítica

A recuperação destaca a volatilidade do BTC atrelada a eventos macro, especialmente tweets e discursos de Trump. Tensões iniciais com UE sobre Greenland causaram quedas abaixo de US$ 89.000, mas o recuo diplomático salvou o suporte em US$ 90 mil. Dados sugerem que paz com OTAN atua como combustível para cripto, reduzindo aversão a risco.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.029 (+0,6% em 24h), com volume de 318 BTC. Investidores monitoram se essa estabilização persiste ou se novas declarações revertem o otimismo.

Implicações para Investidores

Os dados indicam que o mercado opera declarações de Davos em tempo real, com correlação direta entre alívio tarifário e alta do BTC. Para traders brasileiros, a valorização em BRL reforça o apelo como reserva de valor em cenários voláteis. Vale observar suporte em US$ 89 mil e resistência em US$ 92 mil nos próximos dias, com foco em atualizações geopolíticas.


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Trader cartoon experiente apontando para rocha '58K' em canyon digital, investidores em pânico, alertando previsão de queda do Bitcoin por Peter Brandt

Alerta de Crash: Peter Brandt Vê Bitcoin em US$ 58 Mil

Cuidado, investidor: Peter Brandt, um dos traders mais respeitados do mundo, alerta que o pior ainda está por vir para o Bitcoin. Em meio ao pânico atual, ele projeta uma queda para a zona de US$ 58 mil a US$ 62 mil, com base em padrões chartistas que indicam enfraquecimento do momentum de alta. A avaliação de baixa do veterano chega em um momento de volatilidade extrema, questionando se o topo do ciclo foi atingido mais cedo do que o esperado. Isso representa um choque de realidade para os otimistas.


A Análise Técnica de Brandt

Peter Brandt baseia sua previsão em clássicos padrões de análise técnica observados no gráfico do Bitcoin. Segundo ele, o ativo mostra sinais de perda de força compradora, com possíveis formações que apontam para um correção acentuada. Em postagem recente no X (antigo Twitter), Brandt afirmou: “58k to $62k is where I think it is going”. Ele admite abertamente que erra em 50% das vezes, mas enfatiza que não se envergonha de previsões erradas, o que reforça sua credibilidade como analista imparcial.

Essa visão contrasta com projeções anteriores do mesmo trader, que chegavam a US$ 145 mil. A mudança de tom sugere que o mercado pode ter esgotado seu ímpeto ascendente mais rapidamente, possivelmente devido a fatores como redução de leverage e fluxos de saída de ETFs.

Quem é Peter Brandt?

Com mais de 50 anos de experiência nos mercados financeiros, Peter Brandt é um ícone da análise chartista. Desde os anos 1970, ele negocia commodities, moedas e índices, tornando-se especialista em padrões clássicos. Na cena cripto, Brandt se destaca por sua postura crítica, rejeitando o dogma do HODL incondicional. Para ele, o Bitcoin é um ativo especulativo, não um credo religioso, e deve ser tratado como tal pelos investidores.

Suas opiniões provocativas frequentemente geram controvérsia na comunidade, mas sua taxa de acerto comprovada e abordagem disciplinada o posicionam como voz respeitada. Brandt não hesita em chamar de “idiotas” aqueles que ignoram os sinais técnicos em favor de narrativas otimistas, promovendo uma visão realista e sem ilusões.

Contexto de Volatilidade em 2026

Desde o início de 2026, o Bitcoin exibe volatilidade elevada, longe da trajetória linear esperada por muitos. Após novos recordes, o preço oscila entre US$ 88 mil e US$ 92 mil, pressionado por tensões geopolíticas, variações em influxos de ETFs e desmonte de posições alavancadas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.405 por unidade às 07:07 de hoje, com variação de -2,03% nas últimas 24 horas e volume de 306,8 BTC.

Esse ambiente instável amplifica o alerta de Brandt, sugerindo que correções mais profundas podem ocorrer sem aviso prévio, testando a resiliência dos portfólios expostos.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, uma projeção de US$ 58 mil implicaria uma desvalorização superior a 35% do preço atual, potencialmente levando o BTC a cerca de R$ 310 mil por unidade (considerando taxa de câmbio aproximada). Isso reforça a necessidade de gerenciamento de risco, diversificação e stops disciplinados, especialmente em um mercado onde euforia pode cegar para sinais de baixa.

Brandt serve como lembrete: mercados seguem regras técnicas, não crenças. Investidores devem monitorar suportes chave e preparar planos de contingência, evitando o erro comum de ignorar viés de baixa em ciclos de alta. O pior pode estar por vir, e estar preparado é a única defesa real.


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Sol dourado colossal dominando constelação de estrelas menores desvanecendo com fluxo para portal cyan e índice 25, simbolizando domínio BTC e adiamento altseason

Altcoin Season Adiada: Índice Cai para 25 e BTC Domina

O Índice de Altcoin Season do CoinMarketCap caiu para 25 pontos, confirmando um período prolongado de dominância do Bitcoin, que oscila próximo de US$ 93.000 com market share entre 58% e 61%. Em paralelo, grandes investidores desfazem posições de arbitragem cash-and-carry e migram para apostas de longo prazo em ETFs de Bitcoin, segundo dados recentes. Esse movimento ocorre em meio a uma crise tarifária global e baixa volatilidade, adiando qualquer expectativa de rotação para altcoins especulativas. Para brasileiros, os dados sugerem cautela na alocação de risco.


O Que Revela o Índice de Altcoin Season em 25

O índice compara o desempenho das 100 principais altcoins (excluindo stablecoins e wrapped tokens) com o Bitcoin nos últimos 90 dias. Valores acima de 75 sinalizam ‘altseason’, mas abaixo disso prevalece a ‘Bitcoin season’. Com apenas 25% das altcoins superando o BTC, o capital flui predominantemente para o líder de mercado.

Indicadores técnicos reforçam essa tendência: o Bitcoin opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com RSI em 61 (força sem sobrecompra) e MACD positivo. O volume diário do BTC supera US$ 32 bilhões, enquanto altcoins enfrentam queda de liquidez. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 500.597 no Brasil, com variação de -2,61% em 24h.

Rotação Institucional: Fim das Arbitragens Cash-and-Carry

Investidores institucionais estão abandonando estratégias de arbitragem cash-and-carry, que exploravam o ‘basis’ entre spot ETFs e futures do CME. Com o gap comprimido aos custos de transação e funding, e volatilidade implícita de 30 dias em mínimas multimensais (BVIV), essas operações perderam atratividade.

ETFs spot de Bitcoin registram inflows líquidos em janeiro, revertendo outflows de dezembro. O open interest em futures CME cresce por especuladores com viés de alta, não hedges. Analistas da Bitfinex descrevem esses novos entrantes como ‘sticky’, priorizando exposição de longo prazo em vez de ganhos de curto prazo.

Implicações para Investidores e Próximos Passos

Para o público brasileiro, esse cenário recomenda gestão conservadora de portfólio: reduza exposição a altcoins especulativas durante dominância acima de 58%. Historicamente, rotações para altcoins ocorrem após consolidação do BTC, mas o índice atrasado pode subestimar mudanças rápidas, como upgrades ou melhoras macro.

Monitore o índice semanalmente, dominância BTC e inflows de ETFs. Setores com atividade on-chain forte (ex: escalabilidade) podem oferecer seletividade, mas o mercado permanece defensivo. Em ciclos passados, leituras abaixo de 30 por semanas precederam volatilidade maior.


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Cruz dourada de energias cyan e dourada impulsionando monolito Bitcoin além de 94K rumo a 100K, simbolizando Golden Cross e influxos de ETFs

Bitcoin Rompe US$ 94.000 com Golden Cross e US$ 1,8 Bi em ETFs

O Bitcoin confirmou o Golden Cross no gráfico diário, com a média móvel de 50 dias cruzando acima da de 200 dias, sinal histórico de momentum altista. Ao mesmo tempo, quebrou a resistência de US$ 94.000, atingindo pico de US$ 98.000, impulsionado por US$ 1,7 bilhão em influxos de ETFs em três dias. Fluxos semanais nos ETFs spot somaram US$ 1,8 bilhão, o maior desde outubro de 2025, questionando se o rally é sustentável rumo aos US$ 100.000.


Golden Cross: Sinal Técnico Confirmado

Os dados técnicos indicam força. No gráfico diário, o Golden Cross ocorreu após meses de consolidação entre US$ 85.000 e US$ 94.000. Historicamente, esse padrão precedeu altas de 35% a 148% em ciclos passados, como em 2023 e 2024. O Bitcoin testou US$ 98.000 na terça-feira, mas retraiu para US$ 94.500, mantendo-se acima da faixa anterior.

Indicadores como ADX em 33,5 confirmam tendência forte (acima de 25), RSI em 63 sugere espaço para alta sem sobrecompra, e Squeeze Momentum mostra liberação de volatilidade positiva. Para validação, precisa sustentar acima de US$ 94.000 e mirar US$ 100.000 como confirmação de breakout.

Influxos de ETFs: Combustível Fundamental

Os US$ 1,8 bilhão em entradas semanais nos ETFs spot representam o maior volume desde outubro, com ETFs comprando 710.777 BTC desde janeiro de 2024 — mais que a oferta minerada (363.047 BTC). No entanto, o AUM total está 24% abaixo do pico de US$ 164,5 bilhões no Q4 2025, em US$ 125 bilhões.

Inflação core CPI de 2,6% (abaixo do esperado) reforça otimismo macro, elevando chances de corte de juros pelo Fed. Bitwise prevê ETFs absorvendo 100% da nova oferta em 2026, com influxos totais podendo atingir US$ 420 bilhões.

Cotação Atual e Suporte em BRL

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 513.751,72 (média ponderada), com alta de 0,18% em 24h e volume de 145 BTC. Suporte chave em R$ 490.000 (US$ 94.000), resistência em R$ 515.000 (US$ 100.000).

Volume semanal sugere continuidade, mas pullbacks testarão novos suportes em US$ 91.353 e US$ 89.000.

Momentum Sustentável?

A confluência de Golden Cross, influxos recordes e macro favorável aponta para upside, mas AUM abaixo do pico e resistência dupla em US$ 98.000-100.000 demandam cautela. Analistas como Ecoinometrics enfatizam necessidade de semanas de influxos consistentes para uptrend duradouro. Mercados de previsão dão 86,7% de chance de US$ 100k antes de queda para US$ 69k, mas ATH novo antes de julho tem apenas 26,6%.

Investidores devem monitorar volume ETF, CPI futura e Fed para validar sustentabilidade.


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Personagens cartoon de Binance e Grayscale acionando gatilhos em painel 2026, liberando fluxo de energia ETH bullish para novo ciclo de alta

Gatilhos 2026: Binance e Grayscale Indicam Novo Ciclo de Alta

Relatórios da Grayscale e Binance Research sinalizam que o mercado cripto está limpando o terreno para um novo ciclo de alta em 2026. A gestora afirma que a desalavancagem pós-outubro de 2025 não pressiona mais as valuations, enquanto o volume de futuros de Ethereum na Binance atingiu US$ 21,7 bilhões, máxima desde dezembro. Esses dados indicam estabilização e renovado interesse institucional.


Fim da Desalavancagem Pós-Outubro

A Grayscale destacou que o evento de deleveraging em 10 de outubro de 2025, que reduziu o open interest de futuros de US$ 90-100 bilhões para US$ 55 bilhões em exchanges como Binance, Bybit, OKX e Hyperliquid, estabilizou em dezembro próximo a US$ 50 bilhões. Esse platô sugere que traders mantiveram exposição sem unwind adicional, marcando uma fase de consolidação com baixa volatilidade e volumes spot moderados.

Os dados reforçam ausência de pressão estrutural de supply, com holders de longo prazo sem vendas significativas. Combinado a milestones regulatórios e tokenização institucional, o cenário aponta para valuations guiadas por fundamentals, não resquícios do crash outubrino. Essa estabilização em derivativos é crucial, pois high leverage havia amplificado quedas recentes.

Recorde em Futuros de ETH na Binance

O volume de futuros de Ethereum na Binance saltou para US$ 21,7 bilhões, maior nível desde meados de dezembro, coincidindo com ETH acima de US$ 3.000. Após declínio pós-meados de dezembro — período de cautela com baixos volumes e estabilidade de preço —, o spike indica renovado apetite por risco em derivativos.

CryptoQuant observa que isso reflete interesse em ETH como ativo volátil para trading, hedging e especulação. No spot, netflows mostram outflows em pullbacks e inflows limitados em rallies, sinalizando holding e accumulation. Supply disciplinado espera demanda mais forte, potencializando upside eficiente se ela retornar.

12 Gatilhos da Binance Research para 2026

A Binance Research revisou 2025 — com mercado cripto atingindo US$ 4 trilhões, ETFs BTC com US$ 21 bilhões em inflows, tesourarias > 1,1 milhão BTC e hashrate > 1 ZH/s — e lista 12 pontos chave: macro guiada por política fiscal, redistribuição energética, políticas cripto, trilhos institucionais, teste de tesourarias corporativas, stablecoins no varejo (US$ 305 bilhões market cap), tokenização em workflows, derivativos em DEXs, blockchains públicas com dados privados, mercados de previsão, captura de valor e flight to quality.

2025 viu stablecoins + 50% market cap e + 26% volume (US$ 3,54T), RWA TVL superando DEXs. Para 2026, Ênfase em qualidade: BTC highs sem broad altcoin rally, capital em ativos comprovados.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para investidores brasileiros, esses sinais sugerem monitorar ETFs, tesourarias e ETH derivativos na Binance. Estabilização de leverage reduz risco de cascades, enquanto volume ETH indica altseason potencial. Com regulação global avançando (MiCA, CARF), adoção institucional deve impulsionar liquidez. Dados objetivos apontam consolidação bullish, mas volatilidade persiste — flight to quality favorece BTC e ETH.


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Touro cartoon exausto no pico de montanha dourada sob martelo legislativo, bears defendendo platô 98K, ilustrando recuo do Bitcoin

Touros Exaustos: Bitcoin Recua para US$ 95 mil Após Rejeição Legislativa

Os touros parecem exaustos no mercado de criptomoedas. O Bitcoin recuou de US$ 98 mil para US$ 95 mil após a rejeição legislativa nos EUA, com volumes de negociação caindo 27% para o BTC e 32% para o Ethereum. A Coinbase retirou apoio a um projeto de lei crucial, esfriando o otimismo em torno dos ETFs e expondo a fragilidade do hype recente. Bears defendem agressivamente a barreira dos US$ 98 mil, enquanto a demanda institucional desacelera. Isso representa um choque de realidade para investidores animados com a alta recente.


Queda de Volumes Revela Exaustão dos Touros

O mercado esfriou após semanas de lobby no Congresso americano. Segundo dados recentes, os volumes do Bitcoin caíram para US$ 65 bilhões e do Ethereum para US$ 54 bilhões, refletindo menor apetite por risco. A retirada de apoio da Coinbase ao projeto CLARITY Act foi o gatilho, adiando aprovações regulatórias esperadas para este ano. Analistas como Carlos Guzman, da GSR, notam que a alta coincidiu com uma versão revisada do bill, mas tensões entre democratas e a SEC frearam o momentum.

Fatores externos, como protestos no Irã e pressões de Donald Trump contra o Fed, adicionam volatilidade. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, mantém otimismo bipartidário, mas o mercado reagiu com vendas, mostrando cansaço após o salto para US$ 97 mil na quinta-feira.

Desaceleração Institucional e ETFs em Xeque

A exaustão dos touros é evidente na fading do frenzy de compras de ETFs. Fundos de Bitcoin à vista registraram US$ 1,8 bilhão em entradas em quatro dias, mas o varejo ficou de fora, com Wall Street liderando. Jasper De Maere, da Wintermute, destaca que a participação do varejo permaneceu restrita, e agora o preço oscila sem sustentação.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.411,66 às 10h17 deste sábado, com variação de +0,07% em 24h e volume de 148,4 BTC. Isso reforça o recuo global, com o BTC testando suportes abaixo de US$ 95 mil.

Bears Defendem Resistência com Agressividade

Traders spot perderam força perto dos US$ 98 mil, como aponta a análise do Cointelegraph. O Coinbase Premium Index rolou negativamente, e o volume delta cumulativo (CVD) mostrou divergência, com bids inferiores às asks. Open interest caiu após liquidações, indicando falta de novos longs.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros acima de 40 mil BTC em um dia, perto de sua base de custo em US$ 98.300. Material Indicators alerta que perda de trendlines pode levar a testes mais profundos de suporte. Bears lutam duro, invalidando sinais bullish sem reclaim acima de US$ 97 mil.

Implicações para Investidores Brasileiros

Esse cenário bearish construtivo sugere cautela. O hype dos ETFs impulsionou a alta, mas sem demanda sustentada, correções são prováveis. Monitore o premium da Coinbase e entradas de ETFs para sinais de reversão. Volumes baixos indicam consolidação, mas rejeições repetidas em US$ 98k reforçam a defesa dos ursos. Para brasileiros, a cotação em reais destaca a exposição ao dólar e regulação global.


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Cruz dourada neon rompendo barreira vermelha com 98K estilizado, simbolizando Golden Cross contra defesa bearish do Bitcoin

Bitcoin Forma Golden Cross, Mas Bears Defendem US$ 98 Mil

Bitcoin está em encruzilhada: a formação da cruz dourada, sinal técnico de alta mais confiável, apareceu nos gráficos apesar de queda diária de 1,3%. No entanto, os ursos defendem firmemente a barreira de US$ 98 mil, rejeitando avanços recentes. Traders projetam alvo de US$ 113 mil se o fechamento diário superar essa resistência, em um clássico cabo de guerra entre touros e bears.


O Que é a Cruz Dourada e Seu Histórico

A cruz dourada, ou Golden Cross, ocorre quando a média móvel exponencial (EMA) de 50 dias cruza acima da EMA de 200 dias, sinalizando momentum de curto prazo superando a tendência de longo prazo. No Bitcoin, esse padrão tem histórico robusto: em setembro de 2023, gerou alta de 148%; em 2024, 64%; e em 2025, 35%. A confirmação veio após recuperação de US$ 80 mil para níveis atuais próximos a US$ 95 mil.

Indicadores reforçam o viés bullish: ADX em 33,5 confirma tendência forte; RSI em 63 indica alta sem sobrecompra; e o Squeeze Momentum mostra expansão positiva. Contudo, breves falsos cruzamentos passados, como em outubro de 2025, alertam para necessidade de consolidação.

Pressão dos Ursos na Resistência de US$ 98 Mil

Apesar do sinal otimista, a defesa dos ursos em US$ 98 mil esgotou a demanda spot. O premium do Coinbase reverteu, com divergência no CVD: compras agressivas absorveram vendas, mas sem suporte passivo. Ratio bid-ask permaneceu negativo, e open interest caiu após liquidações.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros: mais de 40 mil BTC enviados a exchanges perto do custo base de US$ 98.300. Essa realização preservou capital, limitando follow-through. Nível alinha com retração Fibonacci da máxima de US$ 126 mil, criando dupla resistência com US$ 100 mil psicológico.

Projeções Bullish: Alvo de US$ 113 Mil

Traders veem potencial de strong run-up com a projeção para US$ 113 mil via triângulo ascendente no diário. Fechamento acima de US$ 98 mil invalida bears, com alvo medido em 18% de ganho. Bounce de trendline semanal desde 2023 reforça, similar a rally de 172% pós-outubro 2023.

RSI em 64 e divergência bullish hidden no semanal sugerem espaço para alta. Acima da 21-day MA (US$ 91.200), trend é up. Whale accumulation e demanda institucional adicionam combustível.

Indicadores Atuais e Cotação em Reais

Bitcoin negocia em torno de US$ 95 mil, com suporte em US$ 91.353 e resistência imediata em US$ 98 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 513.726, com variação de -0,09% em 24h e volume de 144 BTC.

Realização da STH cost basis sinaliza momentum reacelerando. Monitore US$ 100 mil para confirmação. Estratégia: otimista curto prazo, cauteloso até rompimento.


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Plataforma de vidro flutuante com marcas 94k rachada, 96k central e 107k dourada, simbolizando suporte crítico do Bitcoin em análise técnica

Bitcoin Recua para US$ 96k: Suporte US$ 94k Decide Rali até US$ 107k

Bitcoin: O suporte de US$ 94k é a linha na areia. O preço recuou abaixo de US$ 96 mil na abertura do mercado americano, após alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio com declarações do presidente Trump sobre o Irã. Traders alertam que manter esse nível separa o bull market de uma correção profunda, enquanto o breakout da consolidação aponta para US$ 107k como próximo alvo. Dados on-chain mostram realização de lucros por holders de curto prazo.


Queda na Abertura dos EUA e Suporte Crítico

O Bitcoin caiu mais de 1% na abertura de Wall Street, atingindo mínimas de US$ 95.563. A desvalorização veio após notícias de que o presidente Trump comunicou ao Irã não querer guerra, aliviando temores no Oriente Médio e pressionando ativos de risco como o BTC para baixo, enquanto ações e metais preciosos subiram.

Analistas como Daan Crypto Trades enfatizam que o suporte em torno de US$ 94k é essencial. Uma quebra abaixo desse nível poderia invalidar o uptrend local, expondo o preço à média móvel exponencial de 200 dias (200EMA) em US$ 99.555 e potenciais suportes semanais em US$ 93.500, coincidente com a abertura anual de 2025. Manter acima de US$ 94k preserva a estrutura altista.

Breakout da Consolidação Rumo a US$ 107k

Em contrapartida, o Bitcoin rompeu a consolidação entre US$ 94k e US$ 96k, transformando a antiga resistência de US$ 94.800 em suporte. Compradores defendem pullbacks nesse patamar, sinalizando confiança crescente. O próximo objetivo de alta é US$ 107.300, onde o momentum será testado.

Enquanto o BTC consolida acima de US$ 96k, altcoins aguardam confirmação. Um avanço sustentado para US$ 107k pode desencadear apetite por risco mais amplo, beneficiando o mercado como um todo. No entanto, falha em manter acima de US$ 94k invalidaria o breakout, convidando vendas e retorno à faixa inferior.

Realização de Lucros e Cotação no Brasil

Dados da CryptoQuant revelam que short-term holders (STHs) enviaram 40.000 BTC para exchanges em 24 horas, com 37.800 em lucro, próximo ao custo médio de US$ 99.600. Isso reforça US$ 100k como resistência futura, mas também indica necessidade de mais upside para reconstruir confiança.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 514.587,68 às 11:28 de hoje, com variação de -1,4% em 24 horas e volume de 205 BTC. Investidores brasileiros monitoram esses níveis em dólares, convertendo riscos globais para reais.

O Que Traders Devem Observar

Washington continua influenciando: declarações de Trump sobre Irã e potenciais políticas monetárias do Fed impactam o sentimento. Para quem pondera comprar a queda, US$ 94k oferece risco-recompensa atrativo se segurar; abaixo disso, cautela até confirmação de fundo. Acima de US$ 100k, o caminho para US$ 107k se abre. Monitore volume e EMAs para sinais claros.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede neural digital com nó SUI rachado em vermelho e vórtice negro sugando conexões, representando pane na Sui e rug pull NYC

Pane de 6h na Rede Sui e Colapso do Token $NYC: O Impacto no Mercado Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 16/01/2026 | MANHÃ

O mercado cripto inicia esta sexta-feira sob uma nuvem de cautela intensificada por falhas técnicas severas e vulnerabilidades operacionais. O destaque do período é a interrupção de seis horas na rede Sui, que expôs fragilidades em protocolos de primeira camada em um momento de aversão ao risco global. Enquanto ativos como o Bitcoin enfrentam pressão vendedora em solo brasileiro, incidentes como o suspeito rug pull do token $NYC e a proibição de aplicativos de InfoFi pelo X reforçam o viés bearish moderado. Este boletim analisa como a interseção entre falhas tecnológicas específicas e um cenário macroeconômico de inflação persistente exige uma postura defensiva dos investidores institucionais e do varejo.


🔥 Destaque: Pane de 6 horas na Rede Sui

No último dia 14 de janeiro de 2026, a rede principal da Sui (SUI), uma blockchain de Layer 1 frequentemente elogiada por sua escalabilidade, experimentou uma interrupção total de seis horas. O incidente foi provocado por um bug de consenso que causou divergências críticas no processamento de commits entre os validadores, forçando a rede a um estado de inatividade para preservar a integridade dos dados.

Embora a equipe de desenvolvimento tenha agido com transparência, garantindo a segurança dos fundos e aplicando a correção rapidamente, o evento abalou a confiança dos investidores. A paralisação levanta questões sobre a maturidade operacional da rede Sui em suportar grandes volumes de transações em protocolos DeFi, especialmente quando comparada a redes mais veteranas que priorizam a estabilidade.

As implicações imediatas incluem um alerta para o TVL da rede. É provável que ocorra um outflow temporário de capital para outras plataformas enquanto a comunidade aguarda garantias de que falhas similares foram mitigadas através de novos protocolos de testes automatizados e detecção precoce de inconsistências.

Para o investidor, o evento reforça que mesmo tecnologias de ponta não estão isentas de riscos sistêmicos. Segundo os dados mais recentes do Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 511.703,31, apresentando uma queda de 1,94% nas últimas 24 horas, refletindo o clima de retração que atinge o setor como um todo.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante é de cautela moderada. A combinação de instabilidades operacionais em blockchains emergentes e o aumento de fraudes em modelos de social tokens — exemplificado pelo colapso de 82% do token $NYC — criou um ambiente de desconfiança. Analistas apontam que a limpeza de mercado em andamento é um subproduto necessário, porém doloroso, da falta de transparência em projetos de nicho.

No campo macroeconômico, as narrativas de inflação persistente e o espectro de uma recessão global continuam a limitar o apetite por risco. A correlação entre o mercado cripto e os índices financeiros tradicionais permanece alta, o que significa que qualquer sinal de aperto monetário adicional por parte dos bancos centrais pode acelerar a liquidação de ativos voláteis.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Scams e Rug Pulls: O caso do token $NYC demonstra como projetos ligados a personalidades políticas ou hype social podem esconder ausência de liquidez e governança real, dilapidando o capital do varejo.
  • Insegurança em Layer 1: Interrupções como a da rede Sui criam precedentes negativos para a adoção institucional, sugerindo que vulnerabilidades latentes podem ainda não ter sido totalmente mapeadas.
  • Pressão Regulatória em Marketing: A decisão do X de proibir aplicativos de InfoFi sinaliza que plataformas centralizadas estão combatendo agressivamente o spam cripto, o que pode sufocar modelos de monetização comunitária.
  • Inflação e Juros: Se dados do IPCA ou CPI vierem acima das metas, o custo de financiamento subirá, desencadeando uma nova rodada de aversão ao risco nos mercados emergentes.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Fuga para a Qualidade: A instabilidade em protocolos pequenos abre espaço para o crescimento de projetos com governança robusta e histórico de segurança comprovado em auditorias externas.
  • Diversificação Institucional: Setores resilientes como energias renováveis e infraestrutura digital continuam atraindo capital, oferecendo um porto seguro relativo em meio à volatilidade das moedas digitais.
  • Inovação Pós-Crise: A necessidade de reconstruir a confiança após interrupções de rede cria demanda por ferramentas de monitoramento de blockchain e soluções de self-custody mais amigáveis ao usuário.

📰 Principais Notícias do Período

1. Queda do Token $NYC e Suspeita de Rug Pull
O ativo despencou 82% após indícios de que criadores retiraram a liquidez na rede Solana. O projeto, associado ao ex-prefeito Eric Adams, agora enfrenta crise severa de reputação e investigações iminentes sobre sua transparência.

2. X Bane Apps de InfoFi por Spam
A plataforma implementou proibições rígidas contra aplicativos que recompensam usuários com cripto, derrubando o token KAITO em 15%. A Kaito anunciou migração estratégica para o TikTok e YouTube via Kaito Studio.


🔍 O Que Monitorar

  • TVL na rede Sui: Verifique no DeFiLlama se houve recuperação do valor bloqueado nas últimas 48 horas após o restabelecimento da rede.
  • Fluxo de Capitais no KAITO: Acompanhe se a migração para novas redes sociais estabilizará o preço do ativo após o banimento no X.
  • VIX (Índice do Medo): O aumento na volatilidade dos mercados tradicionais será o gatilho para novas baixas no Bitcoin e altcoins.
  • Dados de Inflação: O IPCA e o CPI americano serão os drivers fundamentais para as decisões de Selic e juros globais.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, a tendência é de que o mercado mantenha um viés bearish moderado enquanto digere as falhas técnicas da rede Sui e os escândalos de rug pull. Não sendo observados novos fatos negativos de grande magnitude, poderemos ver uma fase de consolidação em patamares mais baixos. Investidores devem priorizar a proteção de capital em ativos de alta liquidez e evitar alavancagem excessiva em social tokens ou redes em fase de recuperação técnica. A resiliência demonstrada pelos desenvolvedores na correção rápida de bugs será o principal catalisador para uma eventual retomada de confiança no médio prazo.


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Balança glassmorphism inclinada para ganância dourada com barreira de resistência vermelha, representando índice Fear & Greed do Bitcoin em zona de cautela

Bitcoin em ‘Ganância’ pela 1ª Vez Desde Outubro: Hora de Cautela?

O índice de medo e ganância do Bitcoin voltou a marcar ‘ganância’, com 61 pontos, pela primeira vez desde outubro de 2025. Isso ocorre enquanto o BTC supera os US$ 96 mil (cerca de R$ 514 mil), impulsionado por entradas recordes em ETFs. Para iniciantes, esse sinal sugere otimismo, mas também alerta para possíveis correções em zonas de resistência como US$ 98.000-110.000. Entenda o que isso significa para sua estratégia.


O Que é o Índice de Medo e Ganância?

O Fear & Greed Index, mantido por sites como Alternative.me e CoinMarketCap, mede o sentimento do mercado cripto em uma escala de 0 a 100. Valores baixos (0-24) indicam medo extremo, quando investidores vendem por pânico, criando oportunidades de compra. Já acima de 75 é ganância extrema, com compras eufóricas que podem preceder quedas.

Atualmente em 61 pontos no Alternative.me, o índice mostra ganância moderada. No CoinMarketCap, também sobe, mas ainda não chegou lá. Essa métrica didática ajuda iniciantes a evitar decisões emocionais, combinando dados como volatilidade, volume e pesquisas sociais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.842 às 21h desta quinta (15), com variação de -1,74% em 24h e volume de 234 BTC.

Por Que o Sentimento Mudou Agora?

Após meses de medo extremo, pós-crash de outubro de 2025 — a maior liquidação da história das criptomoedas —, o BTC saiu de consolidação e quebrou os US$ 96 mil. Esse movimento psicológico elevou o moral, saindo de ‘medo’ para ganância.

O crash de 10/10 abalou market makers, mas entradas recentes em ETFs sinalizam recuperação. São US$ 753 milhões no dia 13 e US$ 843 milhões no 14, entre as 30 maiores desde o lançamento. Fluxos consistentes podem sustentar a alta, mas volatilidade persiste.

Altcoins como Ethereum (+8,6% em 7 dias), BNB (+6,4%) e Solana acompanham, reforçando o otimismo geral.

Zona de Resistência: 98k a 110k Dólares

Analistas apontam a faixa de US$ 98.000 a 110.000 como resistência histórica. Se o BTC romper, pode mirar ATHs anteriores; caso contrário, correção para suportes como US$ 85k-90k é plausível. Iniciantes devem observar volume e RSI para confirmar força.

Em reais, US$ 96k equivalem a cerca de R$ 514 mil (taxa aproximada R$ 5,35/US$). Monitore exchanges brasileiras para entradas locais.

Lições para Iniciantes: Lucro ou Entrada?

Ganância moderada (61) sugere momentum positivo, mas cautela: realize lucros parciais se estiver em ganho, ou entre com DCA (Dollar Cost Averaging) em dips. Evite FOMO — compre medo, venda ganância.

Estude o índice diariamente para calibrar emoções. Ferramentas como TradingView ajudam a visualizar resistências. Lembre: cripto é volátil; diversifique e use auto-custódia.


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Balança cartoon com lado de exchange afundando a 25% e influxo dourado elevando cofre de ETFs Bitcoin, sinalizando declínio da dominância da Binance

Dominância da Binance Cai ao Menor Nível desde 2021

A participação da Binance no volume total de negociações à vista caiu para 25% em dezembro, o menor nível desde janeiro de 2021. Enquanto isso, ETFs de Bitcoin nos EUA registram as maiores entradas em três meses, com US$ 753,7 milhões em um dia. Para onde está indo o volume que saiu da gigante offshore? Essa migração levanta dúvidas sobre a reestruturação do mercado cripto.


A Queda Acelerada no Domínio da Binance

De acordo com dados da CoinDesk Data citados pela Bloomberg, a fatia de mercado da Binance no spot trading despencou de 28,5% em novembro para 25% em dezembro. Esse é o patamar mais baixo desde o início de 2021, contrastando com o pico de 60% alcançado em 2023. A perda não parece decorrer de uma debandada generalizada de usuários, mas sim de uma realocação estratégica do volume para canais mais regulados.

Embora a Binance continue sendo a maior exchange do mundo em termos absolutos, sua hegemonia está claramente em xeque. Fatores regulatórios, como multas e escrutínio global, podem estar acelerando essa erosão, mas o principal driver parece ser o apetite institucional por produtos tradicionais como ETFs.

A Ascensão dos ETFs e o Boom Institucional

Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA tiveram na terça-feira (13) as maiores entradas líquidas em três meses, injetando US$ 753,7 milhões em um único dia, conforme a SoSoValue. Esse influxo coincide com a recuperação do Bitcoin, que na quarta-feira (14) superou US$ 97.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 520.734 nesta quinta-feira (15), com alta de 2,08% nas últimas 24 horas. Analistas atribuem o movimento a rebalanceamentos institucionais pós-fim de ano, melhora macroeconômica e a demanda estrutural dos ETFs, que oferecem exposição regulada sem a fricção das exchanges offshore.

Descentralização Saudável ou Centralização em Wall Street?

Do ponto de vista cético, essa migração do volume da Binance para ETFs levanta interrogações profundas. É uma descentralização saudável da liquidez, distribuindo o risco entre múltiplos players? Ou o prenúncio do fim da hegemonia das exchanges ‘offshore’, com o poder concentrado nas mãos de gigantes regulados como BlackRock e Fidelity?

Exchanges centralizadas como a Binance sempre foram criticadas por riscos sistêmicos — hacks, falências como FTX e pressão regulatória. No entanto, os ETFs trazem sua própria centralização: custodiante único, vigilância governamental e potencial para manipulação institucional. O investidor retail, que usava a Binance para agilidade, agora pode ficar relegado a produtos passivos com spreads mais altos.

Para Onde Vai o Volume Perdido?

O volume que abandonou a Binance está se dividindo entre outras exchanges como Coinbase e Kraken, que ganham tração nos EUA, e principalmente os ETFs, que capturam demanda institucional sem necessidade de custódia direta. Para o ecossistema cripto, isso pode significar menos liquidez em pares exóticos e altcoins, áreas onde a Binance dominava.

Vale monitorar se essa tendência persiste: uma Binance enfraquecida pode abrir espaço para inovação descentralizada via DEXs, mas o rolo compressor institucional sugere que o futuro do trading spot pode ser cada vez mais ‘tradicionalizado’. Investidores devem avaliar os riscos de concentração em poucos custodians regulados.


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Powell cartoon sob interrogatório DOJ com Bitcoin estagnado em 90K entre nuvens de incerteza, ilustrando tensão Trump-Fed no mercado cripto

Bitcoin Sob Pressão: DOJ Intima Powell e Gera Incerteza

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) abriu investigação criminal contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, por alegações de ter enganado o Congresso sobre um projeto de reforma da sede do banco central. O Bitcoin, cotado a US$ 90.500, falha como refúgio seguro enquanto ouro e prata disparam, evidenciando vulnerabilidade a riscos macroeconômicos e tensões políticas entre Trump e o Fed. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 490.588, com alta de 0,34% em 24h.


Detalhes da Investigação contra Powell

A intimação do DOJ, supervisionada pela procuradora Jeanine Pirro – indicada por Trump –, foca em depoimentos de Powell sobre os US$ 2,5 bilhões gastos na renovação da sede do Fed. Powell qualificou a ação como “pretexto” para atacar a independência do banco central, afirmando que visa forçar cortes de juros sob pressão política. O senador republicano Thom Tillis criticou a medida como tentativa de minar a autonomia do Fed, prometendo bloquear nomeações.

Essa escalada reacende debates sobre interferência executiva na política monetária. Analistas veem risco de precedente perigoso, com o presidente usando o Judiciário para punir divergências do Fed, o que poderia desestabilizar expectativas de taxas e corroer confiança no dólar.

Reação do Mercado: BTC Não Atua como Porto Seguro

Em vez de rally, o Bitcoin travou nos US$ 90 mil, recuando de US$ 92 mil após notícia inicial. Ativos tradicionais como ouro (+2%) e prata (+5%) performaram melhor, questionando a narrativa de BTC como hedge contra caos macro. Ethereum fica estável em US$ 3.108, XRP cai 2,5%, mas Solana sobe 2% e Monero dispara 17%.

Fluxos de ETFs reforçam cautela: saídas de US$ 681 mi em BTC spot na semana, apesar de volumes altos. Volatilidade implícita em 30 dias está baixa, sinalizando falta de momentum de curto prazo.

Implicações para Cripto e Tensões Trump-Fed

Para o mercado cripto, o episódio destaca riscos de correlação com macro: yields do Tesouro sobem (10 anos a 4,2%), sugerindo Fed resistente a pressões. Analistas como Jimmy Xue veem BTC como ativo “neutro”, atraindo capital institucional fugindo de disputas políticas, mas Tim Sun alerta para volatilidade inicial antes de possível reprecificação como proteção.

Como bearish, vejo fragilidade: BTC ainda atrelado ao dólar, e perda de credibilidade do Fed pode gerar turbulência em ativos de risco. Investidores devem monitorar FOMC de janeiro e dividendos corporativos, priorizando liquidez em cenários de queda prolongada.


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Plataforma de blocos NFT pixelados rachando e fragmentando para o abismo, com -27% gravado, simbolizando crash nas vendas do mercado

NFT Vendas Caem 27%: Mercado em Queda Livre?

Os vendas de NFT despencaram 27,65% para US$ 62,58 milhões, ante US$ 88,29 milhões na semana anterior, segundo dados do CryptoSlam. Compradores caíram 82,75% para 60.985, enquanto vendedores recuaram 77,69% para 56.228. Transações também encolheram 23,64%. NFT dead? Os números confirmam um crash generalizado, mesmo com Bitcoin estável em torno de US$ 90.600. Investidores enfrentam dilema: HODL ou sair?


Queda Brutal na Participação do Mercado

A participação no mercado de NFT colapsou, com compradores e vendedores em mínimas multissemanais. Essa contração reflete um desinteresse crescente, possivelmente impulsionado pela saturação de projetos especulativos e falta de utilidade real em muitos tokens não fungíveis. Ethereum manteve liderança, mas o volume geral indica fadiga do hype pós-2021.

Enquanto isso, o Bitcoin oscila próximo de US$ 90.600. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 487.400, com variação de -0,19% em 24h. Essa estabilidade contrasta com o pânico no nicho NFT, sugerindo que o ativo rei resiste melhor à volatilidade.

Analistas céticos como eu sempre alertaram: NFTs sem fundamentos são bolhas esperando para estourar. Os dados agora validam essa visão.

Bitcoin Ordinals e Blockchains em Colapso

Vendas de NFT no Bitcoin despencaram 65%, para US$ 10,43 milhões, com compradores caindo 86%. Ethereum liderou com US$ 26,76 milhões (queda marginal de 0,10%), mas BNB Chain e Solana também sofreram: compradores em BNB -94%. Immutable subiu 18%, mas o quadro geral é de retração.

Os Bitcoin Ordinals, outrora hypados como o futuro dos inscriptions, agora lideram o dump. Isso reforça o ceticismo: tendências passageiras não substituem valor intrínseco. Investidores que apostaram pesado nessas narrativas veem perdas reais.

No Brasil, com BTC em R$ 487.400, o foco deveria migrar para ativos comprovados, evitando armadilhas especulativas.

Top Coleções: Poucos Sobreviventes

CryptoPunks, no Ethereum, subiu 33% para US$ 3,59 milhões, reivindicando o topo apesar do crash geral. YES BOND (BNB) e Panini America explodiram em transações, mas Pudgy Penguins caiu 9%. TokenVestingPlans surpreendeu com ganho de 3.779%, mas volumes isolados não salvam o mercado.

Vendas individuais destacam: um BRC-20 NFT por US$ 1,37 milhão (15 BTC), mas longe dos picos passados. CryptoPunks dominam o top 5, provando que blue chips resistem, mas o resto afunda.

Perspectiva Bearish: Saia ou HODL com Cautela?

Esse bear market em NFTs sugere fim do ciclo especulativo. Para holders, HODL apenas ícones como CryptoPunks; o resto pode virar rug pull disfarçado. Alternativas: migre para Bitcoin ou Ethereum staking, onde yields reais superam hype vazio.

Monitore volumes semanais — se persistir abaixo de US$ 50 milhões, confirme o winter prolongado. Proteja seu portfólio: diversifique para blue chips cripto, evite FOMO em quedas.


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Mecanismo isométrico de engrenagens cíclicas girando com núcleo dourado e fluxos cyan, ilustrando ciclos de 4 anos persistentes do Bitcoin

Willy Woo: Ciclos de 4 Anos do Bitcoin Ainda Vivos

Ciclos mortos? Willy Woo prova que não. O renomado analista on-chain refuta a narrativa de que os ciclos de quatro anos do Bitcoin acabaram, com base em fluxos de capital que seguem padrões históricos. Seus dados, do modelo Bitcoin Vector Lite, mostram alinhamento com bull markets passados, dando aos investidores confiança para HODL em meio à volatilidade atual. Isso importa agora, com o BTC negociado próximo de R$ 487 mil.


Fluxos de Capital Alinhados ao Histórico

No gráfico divulgado por Woo, os fluxos de capital de longo prazo em Bitcoin crescem durante fases de alta, pico perto dos topos de preço e desaceleram depois. O padrão atual replica isso fielmente, contrariando ideias de que ETFs e instituições romperam o ciclo tradicional.

“Até que a linha laranja suba mais em 2026 e mostre comportamento não cíclico, essa narrativa não é sustentada pelos dados”, alerta o analista em post no X. Os fluxos declinam conforme ciclos passados, indicando que o mercado ainda opera no ritmo de quatro anos.

Esse indicador, parte do Bitcoin Vector Lite, mede entradas líquidas na rede, oferecendo visão precisa além de preço spot. Para Marina Mendes, os números falam por si: o Bitcoin não mudou sua essência cíclica.

Fundamentos que Sustentam os Ciclos

Woo destaca dois pilares. Primeiro, o halving, evento que corta pela metade a emissão de novos BTC a cada ~4 anos, criando choque de oferta. Já ocorreram três: 2012, 2016 e 2020, sempre seguidos de bull runs massivos.

Segundo, o ciclo global de liquidez, com duração similar, que dita apetite por risco. Mercados sobem com dinheiro farto e caem com aperto monetário. “São três ocorrências anteriores, cobrindo 100% da história do Bitcoin”, corrige Woo a céticos.

Esses fatores ignoram narrativas superficiais, ancorando a análise em mecânicas fundamentais da rede e macroeconomia.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para HODLers no Brasil, isso reforça estratégia de longo prazo. Com Bitcoin a R$ 487.412,09 segundo o Cointrader Monitor (variação -0,2% em 24h), o momento testa paciência, mas histórico sugere upside pós-halving de 2024.

Instituições via ETFs absorvem oferta, mas fluxos on-chain mostram demanda orgânica intacta. Woo prevê monitoramento da linha laranja em 2026 como divisor de águas.

Os dados sugerem paciência: ciclos persistem, e o quarto pode estar em gestação.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar fluxos via ferramentas como Glassnode ou o próprio Vector Lite de Woo. Indicadores como MVRV Z-Score e realized cap também validam padrões cíclicos.

Com volume 24h de 106,51 BTC nas exchanges brasileiras, liquidez suporta trades, mas HODL prevalece. Gráficos históricos empoderam decisões baseadas em dados, não hype.


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Estrutura hexagonal digital vazando energia dourada e cyan para o vazio escuro, representando saídas de US$ 681 mi em ETFs de BTC e ETH

ETFs de BTC Registram Saídas de US$ 681 milhões na 1ª Semana de 2026

Os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 681 milhões na primeira semana de 2026, revertendo inflows iniciais fortes. Em 9 de janeiro, foram US$ 250 milhões em outflows, enquanto os ETFs de Ethereum viram US$ 94 milhões em retiradas. ETFs sangram: fim do bull ou reposicionamento? Investidores monitoram fluxos para timing de trades em cenário de apetite por risco em baixa.


Detalhes dos Fluxos em Bitcoin ETFs

De acordo com dados consolidados, os spot Bitcoin ETFs acumularam US$ 681 milhões em saídas durante a semana inicial de negociações. O dia 9 de janeiro destacou-se com US$ 249,99 milhões em outflows, estendendo uma sequência de quatro dias que totalizou US$ 1,38 bilhão em redemptions. BlackRock’s IBIT liderou com US$ 251,97 milhões em saídas, enquanto Fidelity’s FBTC registrou o único inflow de US$ 7,87 milhões.

Outros fundos como Bitwise’s BITB tiveram US$ 5,89 milhões em outflows, e vários zeraram fluxos. Os ativos sob gestão caíram para US$ 116,86 bilhões, ante US$ 123,52 bilhões em 5 de janeiro. Historicamente, isso contrasta com os US$ 471 milhões inflows em 2 de janeiro e US$ 697 milhões em 5 de janeiro, sinalizando reversão rápida.

ETFs de Ethereum Seguem Tendência Negativa

Os spot Ethereum ETFs registraram US$ 93,82 milhões em outflows em 9 de janeiro, marcando o terceiro dia consecutivo de redemptions. No acumulado de três dias, as saídas somaram US$ 351 milhões, revertendo inflows iniciais como US$ 174 milhões em 2 de janeiro. Ativos sob gestão recuaram para US$ 18,7 bilhões.

Solana ETFs ficaram flat, enquanto XRP atraiu US$ 4,93 milhões em inflows, mostrando seletividade no apetite por altcoins. Esses dados sugerem cautela generalizada em ativos de risco.

Contexto Macro e Risk-Off Dominante

A redução no apetite por risco é atribuída a incertezas macroeconômicas, com cortes de juros no Q1 menos prováveis e riscos geopolíticos em alta. Vincent Liu, da Kronos Research, destaca que traders aguardam dados do CPI e orientação do Fed. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 487.372,90, com variação de -0,27% em 24h.

Apesar disso, Morgan Stanley protocolou ETFs de BTC e Solana, e Bank of America liberou recomendações para BTC ETFs, indicando interesse institucional persistente.

Implicações para Traders e Próximos Passos

Os fluxos negativos nos ETFs sinalizam reposicionamento institucional, com IBIT e GBTC destacando-se historicamente em outflows. Comparado a 2025, quando inflows bateram recordes, isso pode pressionar preços no curto prazo. Traders devem monitorar fluxos diários via SoSoValue, níveis de suporte em US$ 90.000 para BTC e eventos macro como CPI. É provável que uma recuperação dependa de sinais positivos do Fed; por ora, cautela é recomendada para timing de entradas.


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Personagem CIO cartoon erguendo três pilares luminosos para horizonte 2026, simbolizando fatores para bull run cripto duradouro pela Bitwise

Bitwise: 3 Fatores para Rally Duradouro Cripto em 2026

Será o bull run de 2026 garantido? O CIO da Bitwise, Matt Hougan, lista três fatores vitais para uma recuperação duradoura do mercado cripto. Em meio à volatilidade recente, com o Bitcoin oscilando, ele destaca evitar repetição do crash de 10 de outubro de 2025, aprovação do CLARITY Act e estabilidade no S&P 500. Esses checkpoints oferecem um roadmap institucional claro para investidores otimistas.


Evitando Repetição do Crash de Outubro

O primeiro checkpoint é crucial: o mercado deve superar o trauma da liquidação recorde de US$ 19 bilhões em posições de futuros no dia 10 de outubro de 2025. Esse evento histórico apagou ganhos e gerou temores sobre a saúde de hedge funds e market makers, que poderiam precisar vender ativos para se estabilizar.

No entanto, Hougan é otimista: se grandes players estivessem em risco iminente, o colapso já teria ocorrido. Investidores parecem estar deixando o episódio para trás, impulsionando o rali inicial de 2026. Com Bitcoin consolidando acima de US$ 80 mil, essa resiliência sugere bases sólidas para um movimento ascendente prolongado. Dados recentes de liquidações mostram redução na alavancagem excessiva, um sinal bullish para estabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 488.599 (-0,65% em 24h), refletindo calmaria pós-volatilidade e reforçando confiança no ativo como reserva de valor.

Aprovação do CLARITY Act como Pilar Regulatório

O segundo fator indispensável é a aprovação do CLARITY Act, projeto de lei de estrutura de mercado cripto em tramitação no Congresso americano. O markup está agendado para 15 de janeiro, unificando rascunhos dos comitês de bancos e agricultura.

Hougan enfatiza que sem esse framework legal, a postura pró-cripto atual das agências reguladoras pode evaporar com mudanças administrativas. A lei solidificaria princípios regulatórios, promovendo crescimento sustentável nos EUA. Desafios persistem, como regulação de DeFi e recompensas de stablecoins, mas o progresso é promissor. Para brasileiros, isso abre portas para maior integração global, com exchanges locais se beneficiando de clareza internacional.

Essa vitória legislativa seria um catalisador para influxo institucional, confirmando a maturidade do setor e atraindo capitais de longo prazo.

Estabilidade no Mercado de Ações e Riscos Macro

Por fim, a estabilidade no mercado acionário é essencial. Criptos não seguem stocks em sincronia perfeita, mas uma queda de 20% no S&P 500 derrubaria ativos de risco. Hougan menciona preocupações com uma possível bolha de artificial intelligence (IA), mas mercados de previsão indicam baixa chance de recessão em 2026 e 80% de probabilidade de ganhos no S&P.

Essa visão macro reforça o otimismo: com economia resiliente, cripto pode brilhar independentemente. O market cap total cripto tenta consolidar acima de US$ 3 trilhões, sinalizando força. Investidores devem monitorar esses checkpoints para posicionamento estratégico.

Visão de Longo Prazo para Investidores Bullish

Os três fatores delineados por Hougan formam um roadmap acionável. Superar o crash de outubro, aprovar o CLARITY Act e manter S&P estável pavimentam o caminho para adoção massiva. Para o público brasileiro, isso significa oportunidades em um ciclo expansivo, com BTC liderando. Fique de olho nesses marcos — o rally duradouro parece ao alcance.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reservatório hexagonal dourado vazando energia para abismo digital com redemoinho avermelhado, simbolizando saídas recordes de ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin Registram Saídas de US$ 935 Milhões em 3 Dias

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 935 milhões em três dias consecutivos, revertendo os influxos iniciais de janeiro de 2026. O movimento coincide com a queda do preço do BTC para abaixo de US$ 90.000, refletindo menor apetite por risco entre investidores institucionais. Apesar da recuperação parcial para cerca de US$ 90.400 nesta sexta-feira (9), os dados sugerem cautela no mercado.


Fluxos Negativos Apagam Ganhos Iniciais

Os 11 ETFs spot de Bitcoin acumularam saídas de US$ 934,8 milhões em três dias, segundo dados da Farside Investors. Isso praticamente anula os US$ 1,16 bilhão em entradas nos dois primeiros dias úteis do ano. Na quinta-feira (8), sozinhas as saídas somaram US$ 205,5 milhões, com Fidelity e BlackRock liderando as redemptions.

Para os ETFs de Ethereum, o cenário é similar: US$ 258 milhões em outflows desde quarta-feira, após influxos modestos no início do mês. Comparado ao pico de julho de 2025 (US$ 6 bilhões em BTC ETFs), os fluxos atuais indicam rotação tática, não convicção compradora, como destacou Vikram Subburaj, CEO da Giottus.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 485.636 (variação +0,36% em 24h), equivalente a cerca de US$ 90.400, com volume de 242 BTC negociados no Brasil.

Impacto no Preço: Queda e Recuperação Parcial

O Bitcoin caiu abaixo de US$ 90.000 na quinta-feira, atingindo mínimas de US$ 89.300 após máximas de US$ 94.600 na segunda. A pressão veio diretamente dos outflows, que criaram venda em cascata. No entanto, o preço recuperou para US$ 90.700 na sexta, testando suporte psicológico em US$ 90.000.

Dados on-chain da Glassnode apontam uma parede de oferta entre US$ 92.100 e US$ 117.400, onde compradores recentes buscam breakeven. Qualquer rally de recuperação enfrentará resistência ali, com o custo médio de short-term holders em US$ 98.900 como próximo nível chave.

Memecoins e DeFi também recuaram, alinhando-se ao risk-off geral, mas altcoins como Solana e XRP mantêm inflows estáveis em seus ETFs.

Contexto Macro e Sinais de Risco

Os fluxos negativos ocorrem em meio a incertezas macro. O relatório de empregos dos EUA (payrolls de dezembro) sai nesta sexta às 13:30 UTC, com expectativa de +55.000 vagas (abaixo da média). Um dado fraco pode impulsionar apostas em cortes de juros do Fed, beneficiando ativos de risco como BTC.

Sean Dawson, da Derive, atribui os outflows a realocação pós-fim de ano, falha em romper US$ 92k e tensões geopolíticas. O skew de calls de curto prazo virou negativo, sinalizando consolidação lateral nas próximas semanas.

ETFs registram saídas de US$ 935 milhões: sinal de topo ou correção saudável? Os dados sugerem o segundo, mas traders devem monitorar inflows semanais e suporte em US$ 90.000.

Implicações para Traders Brasileiros

Para investidores locais, os fluxos ETF são indicadores acionáveis de sentimento institucional. Ignorar pode custar: entradas iniciais de janeiro foram vistas como bullish, mas outflows revertem a narrativa. Com BTC em R$ 485 mil, variações de 1-2% equivalem a milhares de reais.

Olhe para on-chain (oferta em breakeven) e macro (Fed). Uma correção para US$ 85k não é descartável se jobs data decepcionar, mas suporte em US$ 90.000 sugere resiliência. Diversifique e evite alavancagem excessiva em cenários voláteis.


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Onda dourada de energia colidindo contra barreira cyan com 95K gravado, simbolizando rejeição técnica do Bitcoin em US$95 mil

Bitcoin Rejeita US$ 95k: Correção ou Fim do Rally?

O Bitcoin encontrou forte resistência em US$ 95 mil, com uma ‘parede de vendedores’ freando o avanço e levando o preço de volta a US$ 92 mil, enquanto ouro e prata disparam. Altcoins como SUI, que subiram 37% na semana, agora enfrentam risco de realização de lucros. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 495.198,90, com queda de 2,43% em 24h. É refluxo saudável ou sinal de esgotamento? Atenção para os riscos.


Resistência Técnica Pressiona o Bitcoin

O Bitcoin testou US$ 94.800, mas o momentum se esgotou diante de uma parede de venda em US$ 95 mil, identificada em order books de exchanges. Traders como Skew e Exitpump destacam vendedores passivos em US$ 94k, criando ação choppy e rejeição clara. Comparado ao ouro, que atingiu US$ 4.491/onça, o BTC perde força em um cenário de risk-off seletivo.

É importante considerar que, em timeframes semanais, o suporte em US$ 93.500 — nível da abertura de 2025 — é crucial. Um fechamento acima dele confirmaria rompimento de alta, mas a perda pode ativar downtrend de outubro. Historicamente, rejeições em barreiras psicológicas como US$ 95k levam a correções de 5-10%, como visto em rallies passados.

Altcoins Perdem Força: SUI e SOL em Alerta

SUI disparou 37% na semana e 17% em 24h, formando triple bottom em US$ 1,30 e cruzando EMA 100. No entanto, divergência bearish no RSI — topo mais alto no indicador versus preço mais baixo — sinaliza enfraquecimento. Influxos em exchanges subiram US$ 10 milhões, indicando pressão de venda.

SOL, após otimismo com ETF da Morgan Stanley, recuou 1-2% no trading US, alinhando-se ao padrão de quedas diurnas. O risco aqui é o ‘cruzamento da morte’ em médias móveis curtas, comum em altcoins após pumps rápidos. Para SUI, o suporte em US$ 2 é o divisor de águas: perda dele abre caminho para US$ 1,70.

Sinais Técnicos e Contexto Macroeconômico

RSI em SUI perto de sobrecompra e BTC com order flow negativo reforçam esgotamento de momentum. Ouro e prata em alta — prata acima US$ 80 — sugiram rotação para ativos safe-haven, enquanto stocks sobem modestamente. ETFs de BTC viram inflows de US$ 697 milhões, mas não sustentam preço.

Você já parou para pensar: em 2022, padrões semelhantes precederam quedas de 20%? O ‘cruzamento da morte’ (EMA 50 abaixo 200) não ocorreu ainda, mas divergências como na SUI são precursoras. Atenção para volume: queda em BTC sinaliza falta de convicção compradora.

O Que Observar e Gerenciar Riscos

Monitore o close semanal do BTC acima US$ 93.500 para bias altista mid-term. Para SUI, sustentação acima US$ 2 evita correção a US$ 1,30. Proteja ganhos com stops em suportes chave: BTC US$ 92k, SUI US$ 1,95. É hora de perguntar: proteger lucros ou comprar dip? O risco de refluxo virar bear market é real se resistências persistirem.

Em resumo, o mercado mostra vulnerabilidades. Não ignore sinais de exaustão — eles protegem contra perdas evitáveis.


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Sol dourado com 90K gravado orbitado por cometas neon e anomalia vermelha aproximando-se, simbolizando alta Bitcoin, memecoins e risco geopolítico Irã

Bitcoin a US$ 90k e Crise Geopolítica: O Resumo Cripto de Hoje

📊 BOLETIM CRIPTO | 02/01/2026 | NOITE

O mercado de criptomoedas encerra esta sexta-feira em um estado de dualidade marcante: de um lado, o otimismo renovado com o Bitcoin rompendo a barreira dos US$ 90.000 e um rali explosivo no setor de memecoins; do outro, uma crise geopolítica sem precedentes com a confirmação de que o Irã está utilizando ativos digitais para financiar a exportação de armamento pesado. Enquanto investidores de varejo celebram a recuperação do market cap, players institucionais monitoram com cautela os desdobramentos sobre a possível exclusão de empresas de Bitcoin de índices globais pela MSCI e as respostas regulatórias da SEC e do Tesouro Americano. Este cenário misto reflete um início de 2026 repleto de volatilidade, onde a adoção institucional avança via JPMorgan, mas esbarra em vulnerabilidades de segurança e pressões por sanções internacionais.


🔥 Destaque: Irã Aceita Cripto para Arsenal Militar

O Centro de Exportação do Ministério da Defesa do Irã (Mindex) anunciou oficialmente a aceitação de criptomoedas como pagamento por sistemas de armas avançadas, incluindo mísseis balísticos, tanques e drones. Esta é a primeira instância confirmada de um Estado utilizando a infraestrutura cripto para contornar sanções internacionais em transações militares de larga escala. O movimento surge como resposta à reescalada de sanções da ONU em 2025, bloqueando o acesso de Teerã a sistemas bancários como o SWIFT.

Contextualmente, este evento representa uma escalada crítica na percepção de risco regulatório global. De acordo com dados da Chainalysis, nações sancionadas já haviam recebido cerca de US$ 16 bilhões em ativos digitais em 2024, mas a formalização de vendas de armamento letal via blockchain coloca o ecossistema em rota de colisão direta com agências de compliance, como a OFAC nos Estados Unidos. O impacto imediato é um sentimento bearish regulatório que pode afetar a liquidez de stablecoins e grandes exchanges.

Para o investidor, o perigo reside na possibilidade de “sanções secundárias”. O Tesouro Americano pode reagir com o blacklisting massivo de carteiras e a imposição de requisitos de monitoramento ainda mais rigorosos para APIs de rastreamento. Isso não apenas eleva os custos operacionais para plataformas globais, mas também pode resultar no congelamento de fundos de usuários legítimos que inadvertidamente interagiram com fluxos sancionados via mixers ou bridges.

O que monitorar agora: os anúncios oficiais do Tesouro dos EUA e da União Europeia sobre novas designações de wallets e se haverá um aumento na demanda por privacy coins como Monero (XMR) e Zcash (ZEC). Historicamente, períodos de intensa pressão geopolítica favorecem ativos de anonimato, que funcionam como hedge contra a vigilância estatal, embora tragam riscos adicionais de delisting em exchanges centralizadas.


📈 Panorama do Mercado

O Bitcoin retomou o protagonismo técnico ao atingir a máxima anual de US$ 90.000, sinalizando uma forte recuperação após as perdas registradas no final de 2025. Este movimento sugere um decoupling (descolamento) parcial das pressões macroeconômicas, como as tarifas protecionistas defendidas por Donald Trump, que seguem sob julgamento na Suprema Corte dos EUA. A resiliência do preço, mesmo diante de notícias geopolíticas tensas, reflete uma absorção institucional contínua, evidenciada por transferências de US$ 101 milhões pela BlackRock.

No setor de altcoins, as memecoins voltaram a brilhar com um rali que adicionou US$ 3 bilhões ao seu market cap total em apenas 24 horas. Ativos como PEPE e BONK registraram altas de dois dígitos, impulsionados por uma rotação de capital para ativos de maior risco (risk-on). O índice TOTAL3, que mede o valor das altcoins excluindo BTC e ETH, subiu 22%, sugerindo que o “inverno” do quarto trimestre pode estar dando lugar a uma altseason incipiente, desde que o Bitcoin sustente o suporte acima de US$ 88.000.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Sanções e Evasão Estatal: O uso de cripto pelo Irã para armas pode desencadear uma ofensiva regulatória da OFAC contra infraestruturas de liquidez em DeFi e CEX.
  • Exclusão MSCI: A decisão da MSCI em 15/01 sobre excluir empresas com tesouraria em Bitcoin pode forçar vendas de até US$ 15 bilhões em ativos relacionados.
  • Vulnerabilidades L1: O recente exploit de US$ 3,9 milhões na rede Flow e o subsequente delisting na Binance reforçam o risco de investir em cadeias menores e menos seguras.
  • Volatilidade de Opções: A expiração de US$ 2,2 bilhões em opções cripto pode gerar swings de preço agressivos, testando a sustentação do Bitcoin nos níveis atuais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Momentum para US$ 100k: Com 81% de probabilidade no Polymarket para atingir US$ 100.000 em 2026, o Bitcoin oferece uma janela de momentum técnico para traders posicionados.
  • Adoção Bancária XRP: A integração da plataforma GTreasury do JPMorgan ao XRP Ledger valida a utilidade da rede para pagamentos cross-border e ativos reais (RWAs).
  • Demanda por Anonimato: O cenário geopolítico atual pode impulsionar o volume de privacy coins, posicionando-as como ativos de proteção contra a vigilância financeira global.

📰 Principais Notícias do Período

1. Irã aceita cripto para vendas de mísseis e drones sob sanções
O Ministério da Defesa do Irã formalizou a aceitação de criptomoedas para a compra de armas pesadas. O uso de ativos digitais para exportação militar é um evento inédito que deve atrair forte escrutínio regulatório internacional e riscos de blacklisting.

2. Bitcoin rompe US$ 90k apesar de defesa de tarifas por Trump
Mesmo com o presidente Trump defendendo tarifas que podem elevar a inflação, o Bitcoin atingiu US$ 90.000. A resiliência do principal ativo digital reforça sua tese como “ouro digital” em tempos de incerteza política e econômica nos EUA.

3. MSCI decide em 15/01: risco de exclusão de Bitcoin treasuries
A MSCI analisa a exclusão de 39 empresas, incluindo a MicroStrategy, de seus índices. Caso aprovada, a medida forçaria vendas bilionárias por fundos indexados, testando a aceitação do Bitcoin como reserva de valor corporativa.

4. Memecoins somam US$ 3 bi: PEPE +23% e BONK +10% em rali
O setor de memecoins registrou alta de 8% em seu valor de mercado. O rali é impulsionado pelo aumento do open interest e por movimentos sociais de influenciadores, sinalizando um retorno agressivo do apetite por risco no varejo.

5. Binance delista FLOW/BTC e sinaliza FLOW para monitoramento
Após um exploit de US$ 3,9 milhões na rede Flow, a Binance removeu o par de negociação BTC e colocou o token em sua lista de monitoramento de alto risco, afetando drasticamente a liquidez do ativo.

6. JPMorgan no XRPL impulsiona adoção em pagamentos globais
Informações indicam que o JPMorgan integrou sua plataforma de tesouraria ao XRP Ledger. Somado ao endosso da Franklin Templeton, o fato sinaliza a transição de bancos tradicionais para infraestruturas de blockchain públicas.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos On-chain Irã: Spikes em transações para endereços iranianos podem indicar riscos iminentes de sanções globais.
  • Odds do Polymarket: Monitore as apostas sobre o Bitcoin atingir US$ 100.000 e a decisão da MSCI em 15 de janeiro.
  • Liquidez na Binance: Acompanhe se o token FLOW perderá mais pares de negociação ou se haverá uma recuperação técnica pós-exploit.
  • Decisão da Suprema Corte dos EUA: A legalidade das tarifas de Trump pode redefinir a inflação e o custo de capital para ativos de risco.

🔮 Perspectiva

As próximas 12 a 48 horas serão cruciais para definir se o rompimento dos US$ 90.000 pelo Bitcoin é sustentável ou um fakeout (falso rompimento) alimentado pelo rali das memecoins. É provável que o mercado mantenha um viés positivo no curto prazo, mas investidores devem estar preparados para uma alta volatilidade decorrente da expiração de opções. O fator “Irã” é o principal cisne negro no radar: qualquer ação imediata da OFAC pode desencadear uma onda de aversão ao risco (risk-off) que testaria o suporte nos US$ 88.000. Em contrapartida, confirmações oficiais da parceria do JPMorgan com a Ripple podem sustentar preços acima da média para o setor de infraestrutura e pagamentos. Mantenha cautela e proteja seus lucros enquanto o cenário geopolítico se estabiliza.


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