Executivos cartoon transferindo caixas de BTC dourado e ETH cyan para plataforma tech, simbolizando depósitos de BlackRock na Coinbase Prime

BlackRock Transfere US$ 600 milhões em BTC e ETH para Coinbase Prime

A BlackRock realizou uma transferência massiva de cerca de 3.970 Bitcoin, avaliados em US$ 357 milhões, e 82.813 Ethereum, no valor de US$ 247 milhões, para a Coinbase Prime nesta quinta-feira (22 de janeiro de 2026). O movimento ocorre em meio a saques expressivos de seus ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ethereum (ETHA), totalizando mais de US$ 600 milhões em outflows, sinalizando possível rebalanceamento de portfólio ou preparação para liquidações institucionais.


Detalhes da Transferência Institucional

A operação foi identificada por meio de dados da Arkham Intelligence, que rastreia fluxos on-chain de grandes entidades. Os 3.970 BTC transferidos representam um volume significativo, equivalente a aproximadamente R$ 1,87 bilhão ao câmbio atual de R$ 5,29 por dólar. Já os 82.813 ETH somam cerca de R$ 1,28 bilhão, considerando a cotação de R$ 15.430 por ETH.

A Coinbase Prime, plataforma de custódia e trading para instituições, é comumente usada para operações de alta liquidez. Depósitos desse porte por gestoras como a BlackRock, maior administrador de ativos do mundo, geralmente indicam estratégias de rebalanceamento de portfólio ou ajustes em resposta a pressões de resgates em produtos de investimento.

Contexto de Saques nos ETFs

O timing da transferência coincide com saques recordes nos ETFs da BlackRock. O IBIT registrou outflow de US$ 357 milhões, enquanto o ETHA perdeu US$ 250 milhões em um único dia. No agregado, onze ETFs de Bitcoin nos EUA viram saques de quase US$ 709 milhões, o maior volume diário desde novembro de 2025.

Esses movimentos foram impulsionados por incertezas macroeconômicas, incluindo tarifas relacionadas à Groenlândia e volatilidade geral no mercado cripto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 470.702 nesta sexta-feira (23/01), com variação de -1,88% em 24 horas, refletindo a pressão vendedora institucional.

Implicações para Fluxos Institucionais

Analistas interpretam depósitos em exchanges como a Coinbase Prime como preparação para trades ou liquidações. No caso da BlackRock, os valores dos outflows nos ETFs alinham-se quase exatamente com os ativos transferidos, sugerindo que a gestora está reposicionando reservas para atender resgates sem impactar diretamente o mercado spot.

Dados históricos mostram que fluxos institucionais dessa magnitude podem amplificar volatilidade. Em períodos de outflows elevados, como este, o mercado reage com quedas de 2-5% em ativos como BTC e ETH. No entanto, a BlackRock mantém uma posição dominante nos ETFs cripto, com bilhões sob gestão, o que reforça sua influência em tendências de longo prazo.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar os próximos fluxos on-chain da BlackRock via ferramentas como Arkham, além de relatórios semanais de inflows/outflows dos ETFs pela Farside Investors. Uma venda massiva poderia pressionar preços para baixo, mas um rebalanceamento interno pode estabilizar o mercado. Com o Ethereum em queda de 3,84% nas últimas 24 horas, o foco está nos indicadores de liquidez institucional para prever movimentos de curto prazo.


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Baleias institucionais cartoon emergindo de oceano BTC, carregando tesouros, simbolizando acumulação por Saylor, BlackRock e Strive

Baleias Institucionais: Saylor, BlackRock e Strive Movem Bilhões em BTC

Enquanto o Bitcoin testa suportes em torno de US$ 89 mil, baleias institucionais demonstram apetite insaciável. A MicroStrategy de Michael Saylor adquiriu quase US$ 3,4 bilhões em BTC nas últimas duas semanas e sinaliza mais compras. BlackRock movimentou US$ 430 milhões em Bitcoin e Ether para a Coinbase Prime, em operações rotineiras de ETFs. Strive, de Vivek Ramaswamy, planeja captar US$ 150 milhões para dívidas e acumulação adicional. Esses fluxos destacam a acumulação silenciosa dos grandes participantes.


Michael Saylor Acelera Aquisições

Michael Saylor, presidente executivo da MicroStrategy, postou no X: “Pensando em comprar mais bitcoin”. A companhia, conhecida por sua estratégia agressiva de tesouraria em BTC, comprou aproximadamente US$ 3,4 bilhões nas últimas duas semanas, elevando seu total para 709.715 BTC, avaliados em mais de US$ 60 bilhões. Os recursos vieram de emissões de ações comuns e preferenciais.

Esse ritmo contrasta com uma breve desaceleração recente. Tradicionalmente, Saylor sinaliza compras aos fins de semana, mas o post de quinta-feira indica continuidade mesmo com o BTC consolidando abaixo de US$ 90 mil. As ações da MSTR caem 1,4%, refletindo volatilidade, mas a confiança na reserva de valor persiste.

BlackRock: Fluxos Operacionais de ETFs

Carteiras ligadas aos ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ether (ETHA) da BlackRock transferiram mais de US$ 430 milhões para a Coinbase Prime. Foram cerca de 3.070 BTC (US$ 276 milhões) e 52.800 ETH (US$ 157 milhões).

Esses movimentos coincidem com saídas recordes de ETFs: US$ 709 milhões em BTC e US$ 298 milhões em ETH, incluindo US$ 356 mi e US$ 250 mi da BlackRock. Especialistas esclarecem: trata-se de liquidações operacionais por resgates de participantes autorizados, não vendas discricionárias. Similar a transferências de 13 de janeiro, não sinalizam despejo, mas gerenciam exposição institucional.

Strive Expande Tesouraria Bitcoin

A Strive, cofundada por Vivek Ramaswamy, anunciou oferta de até US$ 150 milhões em ações preferenciais perpétuas (SATA) para quitar dívidas da subsidiária Semler Scientific e comprar mais Bitcoin. Inclui recompra de notas conversíveis de 4,25% e empréstimos com Coinbase Credit.

Negociações privadas de troca dívida-equity podem reduzir o tamanho da oferta. Após adquirir a Semler, Strive terá 12.797,9 BTC. A SATA oferece dividendo inicial de 12,25% anual, ajustável. Em 2025, captou US$ 750 mi e US$ 500 mi para estratégias Bitcoin.

Fluxo de Capital Institucional Persiste

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 472.804,86 (-1,34% em 24h) reflete cautela do varejo, mas dados on-chain mostram acumulação por gigantes. MicroStrategy, BlackRock e Strive representam bilhões em inflows, desmistificando pânico de vendas. Investidores devem monitorar ETF flows e tesourarias corporativas para sinais de suporte em níveis críticos.


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Executivo cartoon BlackRock coroando diamante Ethereum com tokens RWA orbitando e marco 2026 no horizonte, simbolizando liderança em tokenização

Larry Fink: Ethereum como Blockchain Único para Tokenização em 2026

O CEO da BlackRock, Larry Fink, defendeu no Fórum Econômico Mundial a adoção de uma blockchain comum para tokenização de ativos, destacando redução de custos e corrupção. Dados da BlackRock mostram o Ethereum com mais de 65% dos ativos tokenizados, consolidando-se como infraestrutura preferida de Wall Street. Em 2026, a realidade regulatória global deve acelerar esse movimento, segundo a PwC.


Visão de Larry Fink para uma Blockchain Comum

No palco do WEF, Fink enfatizou a necessidade de tokenização e decimalização de ativos para democratizar investimentos. Ele citou Brasil e Índia como líderes em digitalização de moedas, propondo uma plataforma tokenizada que permita transações fluidas entre fundos do mercado monetário, ações e títulos. A padronização em uma única blockchain seria chave para eficiência e segurança, reduzindo dependências e riscos operacionais.

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, já atua nesse ecossistema com o fundo tokenizado BUIDL no Ethereum, lançado em 2024 via Securitize. Seus ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ethereum (ETHA) reforçam a exposição institucional, posicionando a rede como candidata natural à visão de Fink.

Dominância do Ethereum em Ativos Tokenizados

Pesquisa recente da BlackRock aponta o Ethereum como possível “toll road” para tokenização, coletando taxas à medida que o setor escala. Dos ativos tokenizados, mais de 65% estão na rede, impulsionados por stablecoins e RWAs (real-world assets). O BUIDL expandiu para múltiplas chains, mas o Ethereum permanece o ponto de partida para emissões institucionais.

Essa liderança decorre de liquidez profunda, integrações amplas e contrapartes conservadoras. Com ETH negociado a cerca de US$ 3.000, o ecossistema atrai baleias e instituições, sinalizando maturidade para aplicações de alto valor como tokenização de títulos e fundos.

2026: Ano da Regulamentação Global pela PwC

A PwC prevê 2026 como o ano em que regras cripto saem do papel, com execução e competição entre jurisdições. União Europeia (MiCA), EUA (CLARITY Act), Reino Unido (FSMA), Emirados Árabes e Suíça avançam em autorizações, reservas e governança para stablecoins e ativos digitais.

A coordenação transfronteiriça acelera adoção institucional, elevando custos de compliance, mas liberando produtos como acesso bancário e participação mais profunda. Países com regras transparentes atrairão capital, transformando regulação de barreira em catalisador.

Superstate e a Expansão de Mercados On-Chain

A startup Superstate captou US$ 82,5 milhões em rodada Series B, liderada por Bain Capital Crypto e outros, para construir plataforma de emissão de ações reguladas pela SEC no Ethereum e Solana. Gerenciando US$ 1,23 bilhão em fundos tokenizados (USTB e USCC), expande o Opening Bell para IPOs on-chain.

Como agente de transferência registrado, a Superstate permite emissão, liquidação e registros de propriedade em tempo real, substituindo processos manuais por eficiência compliant. Tokenized Treasuries cresceram 50x desde 2024, atingindo US$ 7 bilhões.

Implicações para o Mercado Cripto

A convergência de visões como a de Fink, marcos regulatórios e inovações como Superstate posiciona o Ethereum como espinha dorsal da tokenização. Investidores devem monitorar aprovações MiCA, avanços nos EUA e yields de RWAs. Vale observar como a infraestrutura on-chain redefine capital markets, democratizando acesso com segurança aprimorada.


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Personagens cartoon de governador Kansas e executivo BlackRock construindo fortaleza com BTC central, simbolizando adoção institucional irreversível

Kansas Propõe Reserva Estratégica de Bitcoin e BlackRock Abraça Aposentadoria

O estado de Kansas deu um passo histórico ao propor uma lei para criar uma Reserva Estratégica de Bitcoin, gerida pelo tesouro estadual, enquanto a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, lança a primeira anuidade indexada ao Bitcoin para aposentados americanos. Esses movimentos sinalizam a irreversibilidade da adoção do BTC por estados e instituições financeiras, transformando-o em reserva de valor pública e privada. Primeiro o Estado, depois sua aposentadoria: o Bitcoin chega para ficar.


Reserva Estratégica no Kansas: BTC como Tesouro Público

O senador Craig Bowser apresentou o projeto de lei SB352, que altera as regras de propriedades não reclamadas para incluir ativos digitais como Bitcoin. Após três anos de inatividade comprovada, esses bens seriam transferidos para uma Reserva de Bitcoin e Ativos Digitais, sob custódia do Tesoureiro estadual. Diferente de bens tradicionais, o BTC não seria liquidado imediatamente: ele ficaria na reserva, permitindo inclusive staking e recebimento de airdrops para acumular mais ativos.

A proposta proíbe depósitos de Bitcoin no fundo geral do estado, tratando-o como reserva estratégica de longo prazo. Apenas 10% de outros criptoativos iriam para receitas gerais. Essa estrutura reflete uma visão confiante no potencial do Bitcoin como hedge contra inflação e diversificador soberano, alinhando Kansas a uma onda de estados americanos explorando o BTC em finanças públicas.

BlackRock Integra Bitcoin na Previdência Privada

Em paralelo, a Delaware Life, em parceria com BlackRock, lançou a primeira anuidade indexada fixa (FIA) com exposição direta ao Bitcoin nos EUA. O produto usa o iShares Bitcoin Trust (IBIT), o ETF de BTC mais líquido do mercado, combinado com ações americanas no BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index. A volatilidade é limitada a 12%, com proteção total do principal investido.

Ideal para investidores próximos da aposentadoria, a anuidade oferece upside do Bitcoin sem risco de perda do capital inicial. Robert Mitchnick, head de ativos digitais da BlackRock, destacou o sucesso do IBIT e a demanda por produtos que democratizam o acesso ao BTC. Isso marca a ponte entre finanças tradicionais e cripto, tornando o Bitcoin acessível a milhões de aposentados conservadores.

Irreversibilidade da Adoção: Do Público ao Privado

Esses anúncios consolidam o Bitcoin como ativo maduro. Estados como Kansas veem no BTC uma reserva estratégica contra desvalorização fiat, enquanto gigantes como BlackRock o integram em produtos de previdência. A tendência é clara: governos e instituições financeiras apostam no Bitcoin como pilar do futuro financeiro. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 473.058,78 às 19h17 de hoje, com variação de -1,48% em 24h, mas com volume robusto de 192 BTC.

Para brasileiros, isso reforça a urgência de posicionamento: com adoção estatal e institucional acelerando, o BTC se consolida como reserva de valor global. Vale monitorar aprovações legislativas em Kansas e adesões à anuidade da BlackRock, que podem impulsionar fluxos bilionários.


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Executivos cartoon construindo ponte dourada-cyan entre finanças tradicionais e montanha Bitcoin, com aposentado atravessando confiante, simbolizando anuidade protegida da BlackRock

BlackRock Lança Anuidade Bitcoin com Capital Protegido para Aposentados

A parceria entre BlackRock e Delaware Life marca um marco na adoção institucional do Bitcoin: o lançamento da primeira anuidade fixa indexada (FIA) nos EUA com exposição ao BTC e proteção total do capital principal. Anunciado em 21 de janeiro de 2026, o produto usa o ETF IBIT para oferecer retornos do Bitcoin a investidores conservadores próximos da aposentadoria, sem risco de perda do investimento inicial. É o sonho realizado para quem quer cripto na previdência sem medo de quedas de 90%.


Detalhes do Produto Revolucionário

A anuidade segue o BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index, que mistura ações americanas com alocação dinâmica ao Bitcoin via ETF IBIT. O controle de volatilidade limita oscilações a 12%, protegendo o principal enquanto captura o upside do BTC. Disponível em três produtos FIA da Delaware Life, oferece crescimento tributariamente diferido, ideal para planos de aposentadoria.

Investidores aportam capital fixo, que nunca é perdido, e recebem créditos baseados no desempenho do índice. Em anos de alta do Bitcoin, como os recentes que levaram o ativo a US$ 89 mil, o ganho é compartilhado; em quedas, o principal permanece intacto. Essa estrutura híbrida une estabilidade tradicional com potencial exponencial das criptomoedas.

Parceria BlackRock-Delaware: Potência Institucional

BlackRock, maior gestora global, impulsiona isso com seu IBIT, lançado em 2024 e hoje com mais de US$ 70 bilhões em AUM — o maior ETF spot de Bitcoin. Robert Mitchnick, head de ativos digitais da BlackRock, destacou: "Isso permite que clientes de seguros adicionem exposição ao Bitcoin sem custódia direta". Delaware Life, subsidiária da Group 1001 com US$ 40 bilhões em vendas de anuidades, entra no ecossistema cripto respondendo à demanda por diversificação segura.

O sucesso do IBIT prova a maturidade institucional: em 2025, cripto foi tema top da BlackRock ao lado de T-Bills e tech stocks. Essa FIA é ponte perfeita entre finanças tradicionais e Bitcoin como reserva de valor de longo prazo.

Implicações para a Aposentadoria com Cripto

Para aposentados avessos a risco, essa inovação elimina a barreira da volatilidade. Historicamente, quedas de 80-90% no BTC afastavam conservadores; agora, eles capturam ganhos sem downside. Tendência crescente: Meanwhile Group levanta US$ 82 milhões para seguros em BTC, e Trump assina ordem para cripto em 401(k)s. Nos EUA, trilhões em fundos de pensão podem fluir para Bitcoin indiretamente.

No Brasil, onde a previdência privada busca alternativas à Selic baixa, isso inspira. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.197 nesta quarta (21/01), com volume 24h de 332 BTC. ETFs como IBIT abrem portas globais.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Brasileiros podem acessar via ETFs listados em bolsas americanas ou plataformas locais. Com adoção assim, o Bitcoin consolida-se como ativo previdenciário global. Monitore aprovações locais para produtos similares — o futuro da aposentadoria agora inclui cripto com segurança. Essa é a narrativa altista: instituições validam o BTC como pilar de riqueza geracional.


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Executivos cartoon construindo ponte dourada segura para cofre Bitcoin protegido, simbolizando aposentadoria inovadora da BlackRock e Delaware Life

BlackRock e Delaware Life Lançam Aposentadoria em Bitcoin com Proteção

A Delaware Life Insurance Company, em parceria estratégica com a BlackRock, acaba de lançar a primeira anuidade indexada fixa (FIA) do mercado com exposição ao Bitcoin. O produto utiliza o BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index, que combina ações americanas e BTC via iShares Bitcoin Trust (IBIT), oferecendo proteção total de principal aos investidores. Essa inovação permite que o Bitcoin chegue aos planos de aposentadoria e seguros de vida, sem o risco de perda de capital em quedas de mercado. Um marco na maturidade institucional das criptomoedas.


O Produto Revolucionário

A novidade está disponível nos produtos Momentum Growth, Momentum Growth Plus e DualTrack Income da Delaware Life. Pelo BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index, os titulares de apólices ganham exposição indireta ao Bitcoin através do ETF IBIT, que já acumula cerca de US$ 75 bilhões em ativos sob gestão desde seu lançamento em janeiro de 2024. O índice equilibra ações dos EUA, representadas pelo iShares Core S&P 500 ETF, com o BTC, visando uma volatilidade controlada de 12% via ajustes em caixa.

Colin Lake, presidente e CEO da Delaware Life, destacou em comunicado: “Estamos inovando para atender às necessidades de profissionais financeiros e clientes no cenário evolutivo de planejamento de aposentadoria”. Essa chancela da BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, reforça a credibilidade do produto.

Proteção de Principal: Segurança com Potencial de Alta

O grande atrativo das FIAs é a proteção de principal: o valor investido fica blindado contra perdas de mercado. Se o índice cair, o retorno é zero, mas nunca negativo. Em altas, há ganhos limitados, mas proporcionais ao desempenho do Bitcoin e ações. Essa estrutura é ideal para investidores conservadores que buscam diversificação sem exposição direta à volatilidade extrema do BTC.

Robert Mitchnick, Head Global de Digital Assets da BlackRock, enfatizou que a parceria atende à demanda crescente por exposição a ativos digitais no setor de seguros, mantendo a proteção inerente às anuidades. Com o Bitcoin negociado a aproximadamente R$ 479.533 (segundo o Cointrader Monitor), essa opção chega em momento oportuno de consolidação do mercado.

Adoção Institucional Acelera

Essa iniciativa sinaliza a aceleração da adoção institucional. Após o lançamento dos ETFs de Bitcoin nos EUA há dois anos, Wall Street emitiu mais de US$ 530 milhões em notas estruturadas ligadas ao IBIT por bancos como Goldman Sachs e JPMorgan. Seguradoras, historicamente cautelosas devido à volatilidade, agora entram no jogo: até 2021, investimentos em trusts cripto eram mínimos, mas o IBIT mudou o paradigma.

Morgan Stanley já expandiu acesso a cripto para contas de aposentadoria. A Delaware Life é pioneira ao integrar BTC em anuidades fixas, provando que o Bitcoin transcende especulação e se torna reserva de valor corporativa e pessoal.

O Que Isso Significa para o Mercado Brasileiro

Para brasileiros interessados em cripto, essa notícia reforça o otimismo: o Bitcoin está se institucionalizando globalmente, com produtos regulados e protegidos. Embora ainda não disponível localmente, inspira inovações em previdência privada e seguros. Monitore ETFs como o IBIT e prepare-se para réplicas no Brasil. Essa maturidade reduz riscos e abre portas para alocações conservadoras em BTC, potencializando retornos de longo prazo na aposentadoria.


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Executivos cartoon em carrinho de montanha-russa subindo com +2.2B e descendo com -394M, simbolizando volatilidade de fluxos em ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin: De US$ 2,2 Bi em Entradas a Saídas de US$ 394 Mi

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas recordes de US$ 2,2 bilhões na semana passada, impulsionados por gigantes como BlackRock e Fidelity. No entanto, uma reversão abrupta ocorreu com saídas de US$ 394 milhões na sexta-feira, refletindo tensões geopolíticas como disputas na Groenlândia e ameaças tarifárias. Essa montanha-russa institucional destaca a vulnerabilidade do capital a choques macroeconômicos, mesmo com apetite inicial forte.


Inflows Recorde na Semana Passada

De acordo com dados da CoinShares, produtos de investimento em criptoativos atraíram US$ 2,17 bilhões na semana encerrada em 19 de janeiro, o maior volume desde outubro de 2025. O Bitcoin dominou com US$ 1,55 bilhão, representando 71% do total, graças aos ETFs spot americanos. BlackRock liderou com US$ 1,3 bilhão em entradas, seguido por Fidelity e Grayscale.

Altcoins como Ethereum registraram apenas US$ 25 milhões, enquanto Solana e Avalanche tiveram fluxos mínimos. Essa concentração no Bitcoin reflete a preferência de gestores tradicionais por ativos percebidos como mais seguros, em meio a um mercado volátil. Os EUA capturaram US$ 2,05 bilhões das entradas globais, com Alemanha e Suíça em posições secundárias.

Reversão por Tensões Geopolíticas

O otimismo inicial evaporou no final da semana devido a tensões diplomáticas na Groenlândia, renovadas ameaças de tarifas comerciais e expectativas de continuidade de política dovish no Fed com Kevin Hassett. Sexta-feira viu saídas de US$ 378 milhões, invertendo o fluxo positivo e sinalizando cautela.

Essa mudança reflete um comportamento de aversão ao risco amplo, com investidores migrando para ativos tradicionais como ouro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.761, com variação de -1,98% em 24 horas, alinhado à pressão vendedora.

Desempenho dos Principais ETFs e Implicações

Na abertura da nova semana, os Bitcoin ETFs registraram saída líquida de US$ 394,68 milhões em 16 de janeiro, com Fidelity liderando perdas em US$ 205 milhões. BlackRock, porém, atraiu US$ 15 milhões, mantendo resiliência. Inflows cumulativos ainda somam US$ 57,82 bilhões, equivalentes a 6,53% do suprimento circulante de Bitcoin.

Esses fluxos voláteis demonstram que o capital institucional de BlackRock e Fidelity não é imune a eventos macro. Analistas veem realização de lucros de curto prazo, mas a adoção estrutural persiste. Investidores devem monitorar decisões do Fed, escaladas geopolíticas e indicadores como mNAV para avaliar o apetite futuro.

O Que Esperar Adiante

A sustentabilidade dessa tendência depende de resolução de riscos externos. Se os inflows retomarem, pode sinalizar força para 2026; caso contrário, correções mais profundas são possíveis. O mercado cripto, agora integrado aos fluxos tradicionais, amplifica impactos macroeconômicos, reforçando a necessidade de diversificação e monitoramento constante.


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Executivos cartoon despejando capital dourado em cofres BTC e ETH apesar de queda de preços, simbolizando recorde de US$ 2 bi em ETFs

ETFs de BTC e ETH Captam US$ 2 Bilhões em Recorde Semanal

Enquanto o varejo reage com pânico à queda recente do Bitcoin, os grandes fundos de Wall Street estão comprando a descida. ETFs spot de Bitcoin e Ether registraram a melhor semana desde outubro, com quase US$ 2 bilhões em entradas, liderados pela BlackRock. Esse influxo demonstra confiança institucional na tese de longo prazo, ignorando ruídos de curto prazo como tensões geopolíticas.


Recorde de Entradas: US$ 1,42 bilhão em BTC e US$ 479 milhões em ETH

Os 11 ETFs spot de Bitcoin nos EUA atraíram US$ 1,42 bilhão na semana, o maior volume desde a segunda semana de outubro. Já os ETFs de Ether captaram US$ 479 milhões, também o pico em três meses. No acumulado do ano, Bitcoin já soma US$ 1,21 bilhão e Ether US$ 584,9 milhões em entradas.

Esses números, conforme relatório da CoinShares, totalizam US$ 2,17 bilhões em fundos cripto, com Bitcoin liderando em US$ 1,55 bilhão. Apesar de saídas de US$ 378 milhões na sexta-feira devido a tensões sobre Groenlândia e tarifas, o movimento inicial da semana reflete apetite por ativos digitais como proteção macroeconômica.

BlackRock Domina: IBIT e ETHA na Frente

A BlackRock foi o destaque absoluto, com seu ETF IBIT captando US$ 1,03 bilhão sozinho em Bitcoin, enquanto o ETHA trouxe US$ 219 milhões em Ether. Esse domínio reforça a liderança da gestora no espaço cripto, atraindo capital institucional “pegajoso” – posições de longo prazo, não arbitragem de curto prazo como cash and carry em futuros CME.

Analistas apontam que esses fluxos sinalizam um retorno de investidores profissionais, posicionando-se à frente de possíveis clarezas regulatórias e mudanças macroeconômicas no primeiro trimestre de 2026. A correlação entre entradas e preços – Bitcoin subiu 6% para cerca de US$ 92.600 e Ether 8% para US$ 3.200 – confirma o impacto institucional.

Comprando a Queda: Institucionais Ignoram Volatilidade

Em meio a uma variação negativa de 2,67% nas últimas 24 horas, com Bitcoin cotado a R$ 500.437,41 segundo o Cointrader Monitor, os inflows recorde mostram Wall Street comprando a queda. Diferente do varejo, que pode estar vendendo em pânico, fundos como os da BlackRock veem a correção como oportunidade.

Tensões geopolíticas, como ameaças de tarifas de Trump e disputas pela Groenlândia, impulsionaram o Bitcoin como reserva de valor. Ethereum também brilhou com US$ 496 milhões, seguido de Solana (US$ 45,5 milhões) e XRP (US$ 69,5 milhões), diversificando o apetite por altcoins.

Perspectiva de Alta para 2026

Essa semana marca uma virada otimista após bilhões em saídas no final de 2025. Para preços subirem de forma sustentável, os inflows precisam persistir, impulsionando a estrutura de mercado. O otimismo fundamentado vem do capital institucional, que difere do varejo volátil. Vale monitorar se BlackRock e pares mantêm o ritmo, potencializando rallies em Bitcoin e Ether.

Os dados sugerem que a adoção corporativa e regulatória avança, com ETFs como ponte para o mainstream. Investidores brasileiros podem se posicionar via plataformas acessíveis, atentando à volatilidade inerente.


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Personagem BlackRock cartoon atraindo 73% de rio dourado de capital para cofre IBIT em ETFs Bitcoin, simbolizando dominância institucional

BlackRock Domina: 73% dos US$ 1,42 Bi em Inflows Recordes de ETFs BTC

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA registraram US$ 1,42 bilhão em influxos na semana de 12 a 16 de janeiro de 2026, o maior volume em três meses, segundo a crypto.news. A BlackRock dominou com seu IBIT capturando 73% das entradas (US$ 1,035 bilhão), enquanto a BeInCrypto destaca o otimismo institucional. Por que o Wall Street escolheu a BlackRock para custodiar o futuro do Bitcoin? Esse movimento reforça a tese de adoção massiva.


Recordes Semanais e Reversão de Fluxos

Os influxos de US$ 1,42 bilhão marcam uma virada impressionante após saídas de US$ 681 milhões na semana anterior, conforme detalhado pela crypto.news. O pico ocorreu na terça-feira (14/01), com US$ 843,62 milhões, seguido por US$ 753,73 milhões na segunda. Apesar de uma saída de US$ 394,68 milhões na quinta, o saldo semanal foi robusto.

Os ativos totais dos ETFs de Bitcoin atingiram US$ 124,56 bilhões, com influxos cumulativos de US$ 57,82 bilhões desde o lançamento. Esse volume reflete a maturidade do produto, atraindo investidores institucionais em busca de exposição regulada ao BTC.

Dominância do IBIT e o ‘Smart Money’

O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock liderou com US$ 1,035 bilhão em entradas, representando 73% do total, como reportado pela NewsBTC. Essa concentração demonstra confiança no track record da maior gestora de ativos do mundo, que oferece custódia segura e liquidez superior.

O ‘smart money’ — fundos de pensão, endowments e family offices — prefere o IBIT por sua escala e integração com portfólios tradicionais. Essa preferência não é aleatória: reflete a visão de longo prazo de que o Bitcoin é reserva de valor definitiva, impulsionando a demanda institucional.

Impacto na Liquidez e Perspectivas de Preço

A absorção massiva pelo IBIT reduz a liquidez spot no mercado, retirando Bitcoins da circulação disponível. Como os ETFs compram BTC diretamente, isso cria escassez artificial, pressionando preços para cima. A BeInCrypto nota que o BTC segura suporte em US$ 95 mil, com potencial para US$ 98 mil e US$ 100 mil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 509.386,87 às 20:39 deste domingo (variação -0,58% em 24h). Essa dinâmica sugere consolidação com viés de alta, com influxos persistentes podendo catalisar nova alta.

O Que Isso Significa para Investidores

Para brasileiros, essa dominância valida a tese de adoção global. O ‘smart money’ concentrado no IBIT sinaliza confiança no ecossistema Bitcoin, melhorando liquidez institucional e reduzindo volatilidade a longo prazo. Vale monitorar se os fluxos mensais sustentam esse ritmo — os dados sugerem que sim, reforçando o viés de alta.

Investidores devem observar o preço BTC acima de US$ 95 mil como sinal positivo, preparando terreno para US$ 100 mil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon empurrando lingotes BTC para cofre gelado de cold storage, simbolizando HODL institucional da BlackRock no ETF IBIT

BlackRock Transfere BTC da Coinbase: HODL Institucional

A BlackRock realizou transferências de 300 BTC da Coinbase para endereços de custódia a frio, gerando especulações sobre possível pressão de venda. No entanto, analistas esclarecem que se trata de operações rotineiras de custódia para backing do ETF IBIT, impulsionadas por US$ 648 milhões recordes em 16 de janeiro de 2026. Não entre em pânico: isso reforça a estratégia de HODL institucional, protegendo ativos contra vulnerabilidades de hot wallets.


Mecânica das Transferências de Custódia

As movimentações recentes da BlackRock da Coinbase Prime para vaults dedicados do IBIT seguem protocolos padrão de custódia. Quando investidores compram ações do ETF em bolsas tradicionais, a Coinbase, como custodiante, reloca o Bitcoin equivalente para armazenamento frio seguro. Essa prática atende a requisitos regulatórios e garante a integridade dos ativos lastreados.

Analista Brain, em post no X, destacou que esses fluxos on-chain, visíveis em exploradores como Arkham, correspondem diretamente aos US$ 648 milhões em inflows líquidos no IBIT. Não são saques para liquidação, mas conversões de demanda de ETF em holdings físicos de Bitcoin, demonstrando confiança de longo prazo na gestão de ativos digitais.

Inflows Recordes no ETF IBIT

O ETF iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock registrou seu maior inflow semanal desde o lançamento, com US$ 648 milhões em entradas líquidas no dia 16 de janeiro. Esse volume explica as grandes transferências observadas, consolidando o IBIT como líder em acumulação institucional de Bitcoin.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 511.557 (equivalente a cerca de US$ 95.360), com variação de -0,28% nas últimas 24 horas. Os inflows contrabalançam pressões macroeconômicas, como a drenagem de liquidez pelo Federal Reserve, criando suporte em torno de US$ 94.000.

Dinâmica de Mercado e Padrões de Acumulação

O mercado exibe sinais mistos: Bitcoin em US$ 95.360 e Ethereum em US$ 3.287, com taxas de funding perpétuo ligeiramente negativas (-0,0004), refletindo ceticismo entre traders alavancados. Contudo, os fluxos de ETF absorvem pressão vendedora, estabelecendo pisos de preço sustentados pela demanda institucional.

Padrões semelhantes ocorrem no ETHA (Ethereum ETF da BlackRock), com acumulação em US$ 3.200. Observadores de saldos em exchanges devem diferenciar custódia de vendas reais para evitar interpretações errôneas de dinâmicas de suprimento. A “efeito BlackRock” reforça o comportamento buy-and-hold entre investidores profissionais.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, essas operações sinalizam maturidade no ecossistema cripto global. Com o Bitcoin acima de R$ 500 mil, monitorar métricas on-chain como outflows de exchanges e inflows de ETFs é essencial para contextualizar volatilidade. A estratégia de cold storage da BlackRock mitiga riscos de hacks em hot wallets, priorizando segurança em escala institucional.

Investidores devem focar em dados objetivos: inflows positivos indicam acumulação, não distribuição. Isso pode sustentar níveis de suporte atuais, mesmo em regimes macro de risco neutro. Vale acompanhar atualizações de fluxos ETF para projeções de médio prazo.


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Executivos cartoon despejando baú com 1.42B gravado em portal ETF Bitcoin, simbolizando inflows recordes institucionais

ETFs de Bitcoin Atraem US$ 1,42 Bi em Semana Recorde

As instituições voltaram com tudo: os ETFs spot de Bitcoin atraíram US$ 1,42 bilhão em uma semana, o maior volume de entradas desde o início de outubro. Esse recorde de três meses reflete o retorno da demanda institucional real, com picos de US$ 844 milhões na quarta-feira e US$ 754 milhões na terça. Movimentações como as da BlackRock reforçam que o smart money está acumulando pesado, gerando confiança para o mercado.


Recordes de Inflows Semanais

Os ETFs de Bitcoin spot registraram a semana mais forte em meses, com inflows líquidos de US$ 1,42 bilhão, conforme dados da SoSoValue. O destaque foi o meio da semana: quarta-feira viu o maior influxo diário único de US$ 844 milhões, seguido por US$ 754 milhões na terça. Apesar de uma saída de US$ 395 milhões na sexta, o total semanal superou expectativas e marca o melhor desempenho desde os US$ 2,7 bilhões de outubro.

Os ETFs de Ether também performaram bem, com cerca de US$ 479 milhões em entradas, impulsionados por US$ 290 milhões na terça e US$ 215 milhões na quarta. Esse movimento indica que alocadores de longo prazo, via canais regulados, estão reentrando após um período de cautela, conforme análise de Vincent Liu, CIO da Kronos Research.

BlackRock: Custódia a Frio, Não Vendas

Transferências recentes da BlackRock envolvendo 300 BTC do Coinbase geraram especulações, mas representam operações rotineiras de custódia. Relacionadas a US$ 648 milhões em inflows no IBIT em 16 de janeiro, essas movimentações levam os ativos para cold storage seguro, atendendo requisitos regulatórios dos ETFs.

Analistas como Brain, no X, esclarecem: não se trata de vendas, mas de conversão de demanda de ETF em holdings físicos de Bitcoin. Saídas de exchanges refletem acúmulo institucional, protegendo ativos de vulnerabilidades de hot wallets e reforçando a infraestrutura para investidores profissionais.

Smart Money Acumulando: Supply Apertando

O Bitcoin negocia próximo a US$ 95.000 (equivalente a cerca de R$ 512.642 segundo o Cointrader Monitor), com whales reduzindo vendas líquidas em comparação a dezembro. Combinado aos inflows de ETFs, isso cria um tightening efetivo de supply, absorvendo pressão vendedora e estabilizando o mercado.

Liu destaca: "Inflows de ETF fornecem suporte estrutural, enquanto whales estabilizam, tornando quedas mais propensas a serem absorvidas". Apesar de funding rates negativos em perpétuos, a acumulação spot via ETFs estabelece pisos de preço firmes, como visto em US$ 94.000 recentemente.

Perspectivas Bullish para 2026

Esse retorno institucional sinaliza fase inicial de uma tendência mais duradoura. Com demanda regulada crescendo e supply apertando, as chances de dias verdes aumentam, mesmo sem linha reta. Investidores de varejo podem se inspirar no smart money: monitorar inflows semanais e distinção entre custódia e vendas reais fortalece decisões informadas. O IBIT da BlackRock exemplifica como gigantes financeiros constroem posições de longo prazo em Bitcoin.


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Personagens cartoon Jupiter e BlackRock conectando stablecoin JupUSD a cofre BUIDL com yield fluindo, simbolizando lançamento inovador DeFi na Solana

Jupiter Lança JupUSD: Stablecoin com Lastro BlackRock na Solana

A Jupiter Exchange, principal DEX da Solana, lançou a JupUSD, uma stablecoin inovadora que representa a nova fronteira das stablecoins: une o tesouro americano ao rendimento DeFi. Com 90% de lastro no fundo BUIDL da BlackRock – investido em títulos do Tesouro dos EUA – e 10% em USDC, a JupUSD distribui yield nativo diretamente aos holders via plataforma de lending. Anunciada em 17 de janeiro de 2026, promete segurança institucional para usuários varejistas na blockchain Solana.


Estrutura de Reservas e Lastro Institucional

A composição das reservas da JupUSD é projetada para máxima segurança e transparência. Nada menos que 90% dos ativos de respaldo estão alocados no fundo BUIDL da BlackRock, um tokenizado que investe primordialmente em títulos do Tesouro americano de curto prazo. Esses ativos governamentais oferecem baixa volatilidade e yields estáveis, típicos de investimentos tradicionais.

Os 10% restantes em USDC garantem liquidez imediata para resgates e operações diárias. Essa alocação híbrida equilibra estabilidade com acessibilidade on-chain. Para o leitor iniciante, pense no BUIDL como uma ponte: converte o conservadorismo do fixed income tradicional em um ativo nativo da blockchain, auditável e verificável publicamente. A Jupiter enfatiza que essa estrutura a torna a stablecoin mais segura e inclusiva do mercado, evitando riscos comuns como os vistos em colapsos de algoritmos ou reservas opacas.

Essa inovação traz o respaldo de uma gestora com trilhões em AUM (ativos sob gestão) para o DeFi, democratizando acesso a yields de alta qualidade que antes eram exclusivos de investidores institucionais.

O Que é Yield Nativo e Como Funciona

yield nativo refere-se ao rendimento gerado diretamente pelos ativos de reserva da stablecoin, distribuído de forma automática e on-chain aos detentores, sem necessidade de staking externo ou protocolos complexos. Na JupUSD, os juros dos títulos do Tesouro no BUIDL são capturados e repassados ao ecossistema. É como se sua stablecoin ‘ganhasse juros sozinha’ dentro da rede Solana.

Tradicionalmente, stablecoins como USDT ou USDC mantêm reservas em bancos, mas não distribuem esses yields aos usuários – eles ficam com o emissor. A JupUSD quebra esse paradigma, tornando-se a primeira a retornar yield nativo do tesouro diretamente. Para usuários brasileiros, isso significa exposição a ativos dolarizados seguros, com potencial de rentabilidade superior às opções fiat locais, tudo na velocidade e baixos custos da Solana.

O mecanismo é transparente: as reservas são on-chain, permitindo verificação em tempo real via explorers como o SolanaFM.

Integração com Jupiter Lend e Ativo Yield-Bearing

Para acessar o yield, usuários fornecem JupUSD na plataforma Jupiter Lend, recebendo em troca jlJupUSD – um token yield-bearing (sujeito a possíveis ajustes no nome). Esse token acumula rendimentos automaticamente e é composable, ou seja, pode ser usado em outros protocolos DeFi da Solana, como pools de liquidez ou perpetuals.

Similar ao modelo JLP da Jupiter (tokens de liquidez com yield), o jlJupUSD mantém negociabilidade em DEXs, ampliando sua utilidade. Imagine depositar stablecoins e receber um ativo que rende enquanto circula no ecossistema – isso impulsiona a TVL (valor total bloqueado) e cria loops virtuosos de capital.

A acessibilidade é chave: sem KYC, com taxas mínimas da Solana (~0,000005 SOL por tx), ideal para traders e holders de varejo.

Implicações para o Ecossistema Solana e Próximos Passos

O lançamento da JupUSD fortalece a Solana como hub DeFi, atraindo liquidez institucional via BlackRock e retendo usuários com yields reais. Planos incluem integrações adicionais, expandindo uso em lending, borrowing e AMMs. Para o ecossistema, representa maturidade: stablecoins com lastro premium podem estabilizar pares de trading e reduzir impermanent loss.

Monitore a adoção inicial – métricas como TVL no Lend e volume de JupUSD indicarão sucesso. Riscos incluem flutuações de yield dos treasuries e dependência da custódia on-chain do BUIDL. No entanto, a transparência on-chain mitiga preocupações. Essa fusão TradFi-DeFi pode inspirar concorrentes, elevando padrões de segurança em stablecoins.


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Torrente dourada rompendo barreira cristalina com 97K entalhado, simbolizando Bitcoin superando US$97K com US$1,7 bi em inflows de ETFs

Bitcoin Rompe US$ 97.000 com ETFs em US$ 1,7 Bilhão de Inflow

Se você esperava o crash após os US$ 90 mil, as baleias de Wall Street acabaram de te atropelar. O Bitcoin superou os US$ 97.000 nesta quarta-feira (14), impulsionado por US$ 1,7 bilhão em inflows recordes em ETFs spot nos últimos três dias. BlackRock liderou com US$ 648 milhões no IBIT, enquanto um short squeeze de US$ 678 milhões destruiu posições vendidas. O rali reflete força institucional, não especulação.


Recordes de Inflow nos ETFs Spot Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin spot registraram o maior fluxo de 2026 até agora, com US$ 843,6 milhões apenas na quarta-feira, revertendo saídas anteriores de janeiro. Em três dias consecutivos, o total chegou a US$ 1,7 bilhão, compensando perdas de US$ 1,4 bilhão entre 6 e 9 de janeiro. BlackRock’s IBIT atraiu US$ 648 milhões, seguido por Fidelity FBTC com US$ 125,4 milhões e ARK 21Shares ARKB com US$ 30 milhões.

Esses dados, fornecidos por plataformas como SoSoValue e Farside, sinalizam reversão de tendência. O volume total de inflows em janeiro já atinge US$ 1,5 bilhão em nove dias de negociação, o maior desde outubro de 2025. O BTC atingiu US$ 97.957 antes de corrigir para US$ 96.642, com o Crypto Fear & Greed Index saltando para 61 (“greed”).

Short Squeeze Acelera o Rompimento Técnico

O rompimento acima de US$ 96.000-US$ 97.000 desencadeou liquidações massivas de US$ 678 milhões em 24 horas, sendo US$ 591 milhões em posições curtas. Isso criou um ciclo virtuoso: preço sobe, shorts são liquidados, FOMO atrai mais compradores. O open interest de futuros caiu de US$ 31,5 bilhões para US$ 30,6 bilhões, indicando redução de alavancagem e domínio spot.

Dados de inflação mais brandos nos EUA e tensões geopolíticas posicionaram o BTC como “ouro digital”, com suporte em US$ 94.500 e alvo em US$ 99.000-US$ 100.000. Ações como MicroStrategy subiram 8%, reforçando o momentum.

Demanda Spot no Coinbase e Clarity Act

O rali é sustentado por compras reais spot na Coinbase, conforme Adjusted Coinbase Premium e Cumulative Volume Delta. Isso diferencia o movimento de apostas alavancadas, refletindo convicção compradora em meio a narrativas bearish. Paralelamente, o Clarity Act avança no Senado americano em 15 de janeiro, visando esclarecer jurisdições SEC-CFTC e atrair instituições como bancos e fundos de pensão.

Essa clareza regulatória pode catalisar influxos maiores, beneficiando o BTC primeiro entre ativos digitais.

Cotação Atual e Perspectivas para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 514.574,87 (queda de 1,26% em 24h, volume 233 BTC). No Brasil, o rali reforça o BTC como reserva de valor em cenário volátil. Monitore suportes em US$ 94.500 e liquidações para sinais de continuação. Os dados sugerem momentum sustentável se o volume spot persistir.


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Carro de corrida Bitcoin cartoon abastecido por influxos dourados de executivos institucionais, acelerando para linha de chegada 100K

ETFs de Bitcoin Batem Recorde de US$ 1,7 bi: Corrida para os US$ 100k Acelera

📊 BOLETIM CRIPTO | 15/01/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom bullish moderado do período, com os ETFs de Bitcoin registrando influxos recordes que impulsionam o preço rumo à barreira histórica dos US$ 100 mil. Dados de inflação benignos nos Estados Unidos serviram como o combustível necessário para um rally de risk-on global, elevando o Bitcoin acima de US$ 97.000 e puxando altcoins para ganhos expressivos. No entanto, o cenário regulatório nos EUA apresenta fissuras importantes: o racha entre a Coinbase e o Senado sobre novas leis de estrutura de mercado, somado a escândalos políticos envolvendo memecoins na Solana, gera um contraponto de cautela. O viés positivo prevalece, sustentado por um suporte comprador institucional inédito em 2026, com o momentum favorável mitigando tensões legislativas e ruídos de segurança locais.


🔥 Destaque: ETFs Bitcoin batem recorde rumo aos US$ 100k

O mercado institucional de criptoativos registrou um marco histórico nos últimos três dias, com os ETFs de Bitcoin nos EUA atraindo uma entrada líquida extraordinária de US$ 1,7 bilhão. Esse movimento reverteu completamente as perdas registradas no início de janeiro e foi liderado de forma agressiva pelo fundo IBIT, da BlackRock, que sozinho captou centenas de milhões em uma única sessão. A magnitude desses aportes sinaliza que as grandes gestoras não estão apenas comprando correções, mas perseguindo o momentum de alta em direção aos US$ 100.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 521.529,80, refletindo a força da moeda em solo nacional acompanhando o rali global. A confluência de um cenário macroeconômico favorável — impulsionado por dados de inflação (CPI) abaixo do esperado nos EUA — transformou o Bitcoin em um termômetro direto do apetite por risco institucional. A liquidação massiva de posições vendidas (shorts) criou um vácuo de liquidez que acelerou o preço, consolidando o ativo como um hedge estratégico de política monetária.

As implicações desse fluxo são profundas: o Bitcoin agora é negociado como um ativo macro de primeira linha, correlacionando-se com recordes nas bolsas globais e provocando um “choque de oferta” nas exchanges. Para o investidor, o sucesso dos ETFs valida o suporte institucional em níveis de preço elevados, embora o índice de Fear & Greed já entre na zona de ganância, sugerindo que períodos de volatilidade para limpeza de alavancagem podem ocorrer brevemente.

O que monitorar a partir de agora é a capacidade de manutenção desses influxos diários acima de US$ 500 milhões. Se o ritmo da BlackRock e Fidelity persistir, a resistência psicológica de seis dígitos pode ser testada antes do final do mês, consolidando o Bitcoin em um novo patamar de preço de piso.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de risk-on domina o cenário global após o Core CPI dos EUA atingir seu menor patamar em quase cinco anos. Essa desaceleração inflacionária reduziu a pressão sobre as taxas de juros, empurrando investidores para ativos de crescimento. O Bitcoin superou os US$ 97.000, enquanto altcoins blue chips como Solana e Cardano dispararam entre 8% e 9%, sinalizando uma possível rotação de capital para ativos de maior volatilidade e potencial de retorno.

Em paralelo, a Europa prepara seu próprio evento institucional de peso: a exchange Bitpanda planeja um IPO em Frankfurt com avaliação de até US$ 5,8 bilhões. Sob a égide da regulação MiCA, o movimento contrasta com as dificuldades regulatórias nos EUA e reforça a diversificação geográfica da indústria. Na rede Binance, observa-se uma tendência de “institucionalização de memes”, com a fundação da BNB Chain aportando capital em ativos de nicho para atrair volume para o ecossistema.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Incerteza Regulatória nos EUA: O racha entre a Coinbase e o Senado sobre o rascunho da lei de estrutura de mercado pode prolongar o regime de “regulação por execução” da SEC.
  • Sobrealavancagem de Derivativos: Liquidações de shorts somam US$ 688 milhões. O acúmulo de novas posições de compra (longs) alavancadas cria risco de picos de volatilidade para correção técnica.
  • Impacto de Airdrops Massivos: O lançamento de 1,8 bilhão de tokens SKR pela Solana Mobile em 21 de janeiro pode gerar forte pressão vendedora inicial de usuários buscando lucro imediato.
  • Fraudes e Rug Pulls: O escândalo do NYC Token e operações policiais no Brasil contra golpes eletrônicos elevam o risco reputacional e o FUD para o investidor de varejo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acompanhamento de Momentum BTC: O suporte institucional via ETFs oferece uma janela histórica para a quebra do nível de US$ 100 mil, beneficiando investidores de spot e ETFs regulados.
  • Staking Nativo Solana Mobile: O mecanismo de staking imediato pós-airdrop do token SKR oferece yields potenciais para holders do smartphone Seeker que buscam recompensas de longo prazo.
  • Setor de Fintechs Europeias: O anúncio do IPO da Bitpanda em Frankfurt abre caminho para teses de investimento em infraestrutura cripto regulada fora do eixo americano.
  • Flight to Quality: Escândalos com memecoins políticas tendem a rotacionar capital de varejo para ativos com fundamentos verificáveis, como DeFi blue-chips (AAVE, UNI) e redes de infraestrutura.

📰 Principais Notícias do Período

1. Invasão Institucional: Fluxo de ETFs de Bitcoin bate recorde de 2026
Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram entrada líquida recorde de US$ 1,7 bilhão em apenas três dias. O movimento, liderado pela BlackRock, reverteu as perdas iniciais do ano e impulsionou o BTC para a zona de preços acima de US$ 97 mil, validando o suporte institucional contínuo.

2. Bitcoin desafia os US$ 95k com inflação abaixo do esperado
Após o Core CPI dos EUA atingir 2,6%, o Bitcoin consolidou-se em nova máxima histórica de 2026. A notícia de inflação benigna desencadeou compras agressivas, resultando na liquidação de US$ 688 milhões em apostas de queda (shorts) em um cenário de otimismo macro.

3. Racha Legislativo: Coinbase retira apoio a projeto de lei nos EUA
A Coinbase abandonou seu apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado do Senado, alegando que o texto atual é pior que o status quo por banir ações tokenizadas (RWA). A decisão cria um racha na indústria, já que a Ripple mantém o apoio ao texto.

4. Airdrop Solana Mobile: 1,8 bilhão de tokens SKR para usuários
A Solana Mobile anunciou a distribuição massiva de tokens SKR (20% do supply) para donos do smartphone Seeker. O airdrop ocorre dia 21 de janeiro e introduz staking imediato, premiando usuários por sua atividade on-chain no ecossistema mobile.

5. Escândalo NYC Token: Eric Adams nega lucros após rug pull de 80%
O ex-prefeito de Nova York negou publicamente ter lucrado com o NYC Token, que derreteu 80% do valor em apenas uma hora após o lançamento. O caso é investigado como um possível rug pull político na rede Solana, gerando crise de imagem e pressão regulatória.

6. Bitpanda prepara IPO de US$ 5,8 bilhões em Frankfurt
A exchange líder na Europa, Bitpanda, trabalha com Goldman Sachs e JPMorgan para abrir capital no primeiro semestre de 2026. A listagem em Frankfurt é vista como uma validação da regulação MiCA e uma alternativa estratégica aos mercados americanos.

7. Brasil: Operação Mirage bloqueia carteiras cripto em fraude milionária
A Polícia Civil do RS deflagrou ação contra um esquema de fraudes eletrônicas que simulava investimentos cripto. Mais de 85 contas e carteiras foram bloqueadas em SP e GO para recuperar prejuízos de 40 vítimas que somam R$ 4 milhões.


🔍 O Que Monitorar

  • ETFs Net Inflows: Verifique se a BlackRock mantém o ritmo de compras acima de US$ 500 milhões no final da semana.
  • Desenrolar Legislativo EUA: Acompanhe a votação do Comitê Bancário do Senado nesta quinta-feira após a oposição da Coinbase.
  • Funding Rates em BTC: Taxas muito altas podem indicar superaquecimento e risco de correção iminente.
  • Atividade dApp Store Solana: Se o airdrop SKR converterá em uso real do smartphone ou apenas liquidação financeira.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés bullish moderado deve persistir, sustentado pela poderosa absorção de supply exercida pelos ETFs. A consolidação acima de US$ 95.000 é um sinal de força técnica considerável, transformando antigas resistências em novos suportes de preço. Entretanto, a volatilidade pode ser intensificada pelos ruíduos regulatórios em Washington e pela reação do mercado ao fechamento da semana operacional. Embora o momentum macro seja francamente positivo devido ao CPI benigno, o índice de ganância elevado exige cautela para quem opera alavancado. O cenário provável é de novas tentativas de teste rumo aos US$ 98k-100k, condicionado à manutenção dos fluxos institucionais e à ausência de novos FUDs regulatórios críticos.


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Baleias institucionais cartoon emergindo do oceano soprando influxo dourado para sol Bitcoin, marcando recorde de US$ 753 mi em ETFs BTC

Institucionais Voltam: ETFs BTC Captam US$ 753 mi em Dia

As baleias de Wall Street pararam de vender? Após saídas recordes no início da semana e um sangramento de mais de US$ 6 bilhões no final de 2025, os ETFs spot de Bitcoin registraram um influxo recorde de US$ 753,8 milhões em 13 de janeiro — o maior diário desde 5 de janeiro. Liderados por Fidelity (US$ 351,4 milhões) e BlackRock (US$ 126,3 milhões), os fluxos positivos coincidem com o Bitcoin testando US$ 94,9 mil após dados de inflação dos EUA mais brandos que o esperado.


Reversão Triunfal nos Fluxos de ETFs

O movimento representa uma virada impressionante. Nos primeiros oito dias úteis de janeiro, os ETFs alternaram entre inflows e outflows, refletindo a cautela institucional em meio à volatilidade. Mas ontem, 13 de janeiro, o cenário mudou drasticamente: Fidelity’s FBTC captou US$ 351,4 milhões, seguido por Bitwise BITB com US$ 159,4 milhões e BlackRock’s IBIT com US$ 126,3 milhões, segundo dados da CoinGlass. Esse US$ 753,8 milhões é o maior volume diário do ano, sinalizando que o apetite por Bitcoin voltou com força.

Para contextualizar, esse influxo reverte parcialmente as saídas recentes, como os US$ 523 milhões retirados de um único ETF da BlackRock em novembro de 2025. Os grandes players — fundos de pensão, hedge funds e gestores de patrimônio — estão testando as águas novamente, comprando em bulk e reduzindo a oferta disponível no mercado.

Impulso do CPI e Cenário Macroeconômico

O timing não poderia ser melhor. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de dezembro nos EUA veio em 2,7% — estável e abaixo das expectativas —, com o Core CPI em 2,6%, o menor desde março de 2021. Isso reforça apostas em cortes de juros pelo Fed, aliviando a ‘gravidade’ das taxas altas que pesavam sobre ativos de risco como o Bitcoin.

President Trump celebrou os números em sua Truth Social, pressionando Jerome Powell por reduções ‘significativas’. O mercado cripto reagiu: capitalização total subiu 3,6% para US$ 3,32 trilhões, e o Fear & Greed Index saltou de 26 para 48, saindo do território de ‘medo extremo’. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 511.019 (+3,28% em 24h), alinhado à força global.

O Que Isso Significa para Investidores Retail?

Para o investidor comum, esses fluxos institucionais atuam como um ‘motor de demanda’. Quando as baleias compram via ETFs, apertam a supply e impulsionam o preço — o BTC saltou +3,3% em 24h, recuperando níveis de janeiro. Isso não é só especulação: reflete confiança de longo prazo em Bitcoin como reserva de valor, especialmente com inflação cooling e política monetária mais dovish.

No Brasil, onde o BTC já supera R$ 511 mil, isso abre portas para retail via plataformas acessíveis. Plataformas como a Binance facilitam exposição indireta ou direta, mas lembre-se: volatilidade persiste. O padrão de inflows/outflows volúveis nos ETFs mostra que nada é garantido.

Próximos Passos e Perspectivas Bullish

Se o momentum se mantiver — com ETF demand sustentado e CPI favorável —, US$ 100k vira alvo realista. Analistas como os do Twitter veem coil-up para US$ 98-100k. Para brasileiros, monitore o market cap do BTC (US$ 1,87 tri) e volume local: com 314 BTC negociados em 24h nas exchanges nacionais, o apetite doméstico acompanha o global.

Disciplina é chave: dollar-cost averaging bate chasing headlines. As instituições voltaram, o sangramento parou — o touro parece acordar de novo.


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Executivos cartoon transferindo baûs de BTC e ETH para cofre digital, com ETFs murchando ao fundo, simbolizando movimentação de BlackRock para Coinbase

BlackRock Transfere US$ 320 Milhões em BTC e ETH para Coinbase

A maior gestora de ativos do mundo, BlackRock, transferiu US$ 320 milhões em Bitcoin e Ethereum para carteiras da Coinbase Prime em 13 de janeiro de 2026, conforme dados on-chain da Arkham Intelligence. O movimento, que incluiu 3.290 BTC (US$ 303 milhões) e 5.692 ETH (US$ 18 milhões), ocorre paralelamente ao rali do Bitcoin rumo aos US$ 96 mil, levantando questionamentos sobre possíveis resgates de ETFs ou mera gestão de liquidez institucional.


Detalhes da Transferência On-Chain

Os dados da Arkham revelam que as carteiras associadas à BlackRock enviaram os ativos diretamente para a Coinbase Prime, plataforma dedicada a clientes institucionais. Essa transferência não é isolada: posts recentes monitorados indicam padrões semelhantes nos dias 11 e 12 de janeiro, com saídas de BTC de carteiras ligadas à gestora. No entanto, volumes como esse raramente indicam vendas imediatas, mas sim movimentações para otimização operacional.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 510.628 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,18% nas últimas 24 horas e volume de 321 BTC nas exchanges brasileiras. Isso reforça o contexto de alta no preço do BTC, contrastando com as ações da BlackRock.

Saídas Consecutivas nos ETFs

Em paralelo, os ETFs de cripto da BlackRock enfrentam pressões. O IBIT (Bitcoin ETF) registrou US$ 71 milhões em saídas líquidas na terça-feira (13/01), marcando o quarto dia consecutivo de retiradas. Já o ETF de Ethereum acumulou perdas de US$ 80 milhões no período recente, segundo dados da Farside Investors. Coletivamente, os ETFs de cripto listados nos EUA perderam US$ 1,2 bilhão em ativos líquidos nas últimas três semanas.

Esses outflows sugerem hesitação institucional em meio à volatilidade macroeconômica, impulsionada por políticas de bancos centrais e tensões geopolíticas. Pension funds e seguradoras, alvos principais desses produtos regulados, priorizam preservação de capital sobre exposição prolongada.

Motivos Prováveis: Liquidez ou Resgates?

Analistas on-chain apontam que transferências para a Coinbase Prime tipicamente servem à gestão de liquidez ou hedging de riscos, permitindo negociações de grande porte sem impacto no mercado varejista. Não há evidências diretas de liquidações, mas o timing coincide com resgates nos ETFs, o que pode indicar rebalanceamento de portfólios. A BlackRock, com US$ 9 trilhões em ativos sob gestão, usa essas plataformas para manter flexibilidade operacional durante fases incertas.

É possível que os movimentos reflitam ajustes táticos, não um abandono do setor. A gestora mantém posições dominantes nos ETFs de BTC e ETH, mas o mercado interpreta cada transação como sinal de cautela institucional.

Implicações para o Mercado Cripto

Esse episódio destaca a maturidade do ecossistema cripto, onde ações de gigantes como BlackRock reverberam globalmente. No Brasil, onde o BTC avança, investidores devem monitorar fluxos on-chain para antecipar tendências. A adoção institucional prossegue, mas exige retornos consistentes e frameworks de risco alinhados ao status quo financeiro tradicional.

Os próximos trimestres esclarecerão se essa cautela é transitória ou recalibração duradoura. Traders atentos a carteiras de baleias como a BlackRock ganham vantagem em um mercado que premia paciência sobre impulsos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon despejando baldes de ouro líquido em núcleo Bitcoin animado, celebrando inflows recordes de US$ 753M em ETFs spot

ETFs de Bitcoin Atraem US$ 753,7 Milhões em Maior Dia desde Outubro

A torneira institucional abriu: os ETFs spot de Bitcoin nos EUA atraíram US$ 753,7 milhões em entradas líquidas na terça-feira (13 de janeiro), o maior volume diário em três meses, desde 7 de outubro. Após semanas de saídas recordes reportadas em 11 e 12 de janeiro, o fluxo marca uma reversão clara de sentimento, impulsionada por dados de CPI estáveis e rebalanceamento pós-ano novo. Fidelity liderou com US$ 351 milhões.


Detalhes dos Inflows Recordes

Os dados da SoSoValue, compilados pela CoinDesk, mostram que o total de US$ 753,7 milhões representa o influxo mais forte desde outubro. Esse movimento sinaliza o retorno do apetite institucional por ativos de risco, após um fim de 2025 marcado por vendas tributárias e posicionamento defensivo.

No Brasil, o Bitcoin negocia a R$ 508.895, segundo o Cointrader Monitor, com alta de 2,93% em 24 horas e volume de 319 BTC. A valorização global de cerca de 3% levou o BTC a US$ 95 mil, refletindo o impacto direto dos fluxos nos ETFs.

Os ETFs de ether também captaram US$ 130 milhões, ampliando a recuperação para além do Bitcoin em um mercado que ganha tração.

Líderes do Fluxo: Fidelity, Bitwise e BlackRock

A Fidelity FBTC despontou como líder absoluto, atraindo US$ 351,3 milhões, seguida por Bitwise BITB com US$ 159,4 milhões e BlackRock IBIT com US$ 126,2 milhões. Outros produtos como ARKB, Grayscale Bitcoin Mini ETF, VanEck HODL e WisdomTree BTCW também registraram entradas positivas.

Esses números destacam a concentração em emissores de peso, cujos produtos respondem por grande parte dos ativos sob gestão em ETFs de Bitcoin. O volume spot saltou 60% para US$ 68 bilhões, com open interest crescendo 6% para US$ 64 bilhões, indicando novas posições no mercado.

Analistas veem nisso uma rotação de capital de volta aos criptoativos, reduzindo a pressão vendedora de futures, que caiu de -US$ 489 milhões para -US$ 51 milhões em net taker volume, conforme CryptoQuant.

Contexto Macro: CPI e Rebalanceamento

O turnaround coincide com dados de consumer price index (CPI) dos EUA mostrando inflação em queda, reforçando apostas em cortes de juros pelo Fed ao longo de 2026. Esse cenário macro favorece ativos de risco como o Bitcoin, que subiu 3% para perto de US$ 94.600-US$ 95.000 nas últimas 24 horas.

Após rebalanceamento de portfólios no fim de ano, investidores institucionais parecem estar recomprando, revertendo as saídas recentes. O rally também impulsionou altcoins, com Ether avançando mais de 6% para US$ 3.320.

No agregado, os inflows reduzem a oferta disponível em exchanges, sustentando preços em correções e sinalizando confiança renovada no BTC como reserva de valor.

Implicações e Próximos Passos

Técnica e fundamentalmente, o BTC recuperou médias móveis de 10, 20 e 50 dias, com suporte em US$ 90 mil. Resistência imediata em US$ 96-97 mil abre caminho para US$ 100 mil se mantida a estrutura bullish, conforme análise da Crypto.news.

Para investidores brasileiros, esses fluxos reforçam a maturidade do mercado institucional global, com potencial para mais entradas se o macro continuar favorável. Vale monitorar volumes semanais e decisões do Fed para projeções de médio prazo. O RSI em 65 sugere força sem sobrecompra excessiva.


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Monolito dourado com 92K sólido contrastando com rede hexagonal DeFi rachada em vermelho, simbolizando BlackRock vs hacks no mercado cripto

BlackRock acumula Bitcoin a US$ 92k enquanto hacks desafiam o setor DeFi

📊 BOLETIM CRIPTO | 13/01/2026 | NOITE

A movimentação institucional da BlackRock define o avanço do capital corporativo como o arquétipo central deste início de 2026. Mesmo diante de crises de segurança agudas em protocolos legados e do recorde sombrio de hacks em 2025, o momentum positivo do Bitcoin sustenta um viés bullish moderado. A combinação de dados de inflação americanos em linha com o esperado e o rascunho de uma lei regulatória histórica no Senado dos EUA oferece o suporte necessário para o BTC testar patamares acima de US$ 92.400. Este boletim analisa como a resiliência institucional e a clareza jurídica emergente estão neutralizando as vulnerabilidades técnicas que ainda assombram o ecossistema DeFi.


🔥 Destaque: BlackRock injeta US$ 300M em BTC e ETH

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, realizou uma transferência massiva de US$ 300 milhões em Bitcoin e Ether para a Coinbase Prime. O movimento ocorre em um momento técnico crucial, com o Bitcoin consolidando sua posição acima de US$ 92.000. Esta ação não é apenas uma transferência rotineira; é um sinal inequívoco de que a demanda institucional permanece robusta mesmo em níveis de preço historicamente elevados, reforçando a tese do Bitcoin como reserva de valor corporativa.

O contexto desta movimentação é estratégico. Ao alocar capital diretamente via custody institucional, a BlackRock sinaliza para o mercado que não vê o valuation atual como um teto, mas possivelmente como um novo suporte. Para o investidor brasileiro, observar essa dinâmica é fundamental: segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 515.182,61, refletindo essa pressão compradora global que agora conta com o aval das maiores mesas de negociação do planeta.

As implicações desta acumulação são profundas. É muito provável que vejamos uma redução contínua na oferta disponível em exchanges, à medida que esses ativos migram para cold wallets de longo prazo. O choque de oferta pode se intensificar se outras gestoras seguirem o exemplo da BlackRock, especialmente após os dados favoráveis de inflação nos EUA, que aumentam o apetite por ativos de risco.

Para quem busca exposição a esses ativos, plataformas regulamentadas como a Binance permitem negociação com alta liquidez e segurança, sendo um canal natural para o fluxo que acompanha esses grandes players institucionais.


📈 Panorama do Mercado

O cenário macroeconômico global ofereceu o combustível necessário para a valorização recente. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA registrou 2,7% em dezembro, exatamente conforme o esperado, enquanto o núcleo da inflação caiu para 2,6%. Este dado é lido pelo mercado como uma confirmação de que a inflação está sob controle, permitindo que o Federal Reserve considere cortes de juros no segundo semestre, o que beneficia ativos escassos como o Bitcoin.

Ao mesmo tempo, no campo regulatório, o Senado americano liberou o rascunho do CLARITY Act. Este projeto de lei visa resolver a histórica disputa de jurisdição entre SEC e CFTC, criando a categoria de ativos auxiliares. Se aprovada, esta legislação removerá as algemas regulatórias que impedem muitos fundos de pensão de se exporem diretamente ao Ethereum e outros protocolos de rede.

Contudo, este otimismo institucional contrasta fortemente com as notícias do setor DeFi. O ano de 2025 encerrou com um recorde histórico de US$ 2,7 bilhões roubados em hacks, com grupos norte-coreanos liderando o cenário criminal. Essa dualidade entre a força do Bitcoin e a fragilidade de protocolos descentralizados sugere uma rotação de capital: investidores estão preferindo a segurança da infraestrutura institucional em detrimento de experimentos DeFi sem auditorias atualizadas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidades em contratos legados: O recente exploit de US$ 26 milhões no Truebit revela que contratos escritos em versões antigas do Solidity (anteriores à 0.8) possuem falhas de overflow que podem ser drenadas a qualquer momento.
  • Risco operacional e slippage: A perda de US$ 3,7 milhões do Yield Protocol por erro de execução mostra que DeFi ainda sofre com riscos de parametrização, onde negociações em pools de baixa liquidez podem destruir capital.
  • Dependência de fluxos institucionalizados: O preço do Bitcoin está altamente sensível aos dados de ETFs. Uma desaceleração nessas entradas pode causar uma correção técnica brusca, dado que grande parte da alta foi movida por este fôlego.
  • Escrutínio regulatório pós-hacks: O recorde de roubos em 2025 deve acelerar exigências de compliance rigorosas para exchanges, o que pode elevar custos operacionais e forçar a saída de empresas menores do mercado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação pré-ciclo de cortes: Com o CPI controlado, a janela atual de preços de US$ 92.000 pode ser a última antes de um ciclo de afrouxamento monetário global, beneficiando quem se posiciona em BTC e ETH agora.
  • Demanda por infraestrutura de segurança: O aumento de hacks cria um mercado promissor para serviços de auditoria e soluções de custody. Projetos focados em segurança institucional devem ganhar um prêmio de confiança.
  • Tokens auxiliares sob a nova lei: A clareza regulatória iminente pode desencadear um rally em ativos de Layer 2, como Arbitrum e Optimism, à medida que o risco de serem classificados como valores mobiliários diminui.

📰 Principais Notícias do Período

1. BlackRock movimenta US$ 300M em ETF para Coinbase Prime
A maior gestora do mundo transferiu montantes massivos de BTC e ETH para sua custódia institucional. A movimentação sustentou o Bitcoin acima de US$ 92.000 e sinaliza convicção máxima de compra por parte de grandes instituições financeiras.

2. Lei cripto do Senado EUA: Jurisdição definida entre SEC e CFTC
O rascunho do CLARITY Act propõe regras claras para exchanges e isenta tokens de rede de requisitos de IPO. Este marco jurídico é visto como fundamental para a entrada definitiva de bilhões de dólares institucionais no mercado americano.

3. CPI dos EUA em 2,7% reforça expectativa de cortes de juros
A inflação em dezembro veio alinhada às estimativas, reduzindo temores de novas altas de juros. O Bitcoin reagiu positivamente, atingindo o patamar de US$ 92.400 em resposta à perspectiva de maior liquidez no sistema financeiro global.

4. Truebit: exploit de US$ 26M expõe falha em contrato inteligente
O protocolo sofreu um ataque de overflow, resultando em uma queda catastrófica de 99% no token TRU. O incidente serve como um alerta crítico para investidores de projetos DeFi com códigos legados e sem auditorias recentes.

5. 2025: Recorde histórico de US$ 2,7 bi em hacks cripto
O balanço anual de segurança revelou o maior volume de perdas da história. O ataque à Bybit sozinho somou US$ 1,4 bilhão, destacando que a sofisticação dos hackers continua a superar as defesas atuais dos protocolos.

6. Yield Protocol: Perda de US$ 3,7M por slippage extremo
Uma falha operacional em um swap automático converteu US$ 3,8 milhões em apenas US$ 122 mil. O caso demonstra que o risco operacional em DeFi pode ser tão letal quanto ataques de hackers externos.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos dos ETFs de Bitcoin: Acompanhe as entradas diárias da BlackRock e Fidelity para confirmar se o suporte de US$ 90 mil é sustentável.
  • Timeline do CLARITY Act: Qualquer avanço legislativo no Senado dos EUA terá impacto direto e imediato no preço do Ethereum e das Layer 2.
  • Movimentação de fundos do hack Truebit: O rastreio on-chain indicará se os atacantes estão tentando liquidar os ativos ou se há chance de negociação.
  • Saldos em exchanges brasileiras: Use o radar da Cointrader Monitor para verificar se a liquidez local está acompanhando os spreads internacionais.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés bullish moderado deve prevalecer, com o Bitcoin testando resistências próximas aos US$ 95.000. O mercado está ignorando ruídos de segurança do setor DeFi para focar no cenário macro favorável e na adoção institucional liderada pela BlackRock. Entretanto, investidores devem exercer cautela com altcoins de menor capitalização, que podem sofrer com o FUD (medo, incerteza e dúvida) gerado pelos hacks recentes. A clareza regulatória vinda do Senado dos EUA é o catalisador mais importante para o médio prazo, podendo transformar o Ethereum em protagonista se o projeto de lei avançar. Mantenha o foco na gestão de risco e na qualidade técnica dos ativos.


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Figuras institucionais cartoon esvaziando cofre de ETFs Bitcoin com fluxo dourado descendente até marca 90K, ilustrando saídas de US$1,38 bi

Saídas de US$ 1,38 bilhão em ETFs Bitcoin: Correção Saudável ou Topo?

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA acumularam saídas de US$ 1,38 bilhão em quatro sessões consecutivas, coincidindo com a queda do BTC para US$ 90.200. Gigantes como BlackRock (IBIT) e Fidelity (FBTC) lideraram os resgates, com US$ 193 milhões saindo de um único fundo em um dia. Esse movimento, em meio a um discurso restritivo do Federal Reserve, levanta dúvidas: correção saudável ou topo estrutural? Investidores precisam de dados frios para navegar a volatilidade.


Fluxos Negativos nos Principais ETFs

A sequência de saídas intensificou-se após um início de janeiro positivo, com mais de US$ 1,16 bilhão em entradas nos primeiros dias. Entre 6 e 9 de janeiro, os ETFs spot registraram perdas acumuladas que pressionaram o preço do Bitcoin para baixo. O IBIT da BlackRock, com AUM de US$ 70,4 bilhões, viu US$ 193 milhões em resgates em uma sessão, equivalente a 0,27% de seu tamanho. Já o FBTC da Fidelity acumulou múltiplos dias negativos, refletindo realização de lucros institucionais rápidos.

Na semana de 5 a 9 de janeiro, as saídas somaram cerca de US$ 681 milhões, um padrão recorrente de ‘compra no início do ano e venda rápida’. Para o mercado brasileiro, esses fluxos servem como indicador precoce de apetite global por risco, especialmente com o BTC testando suportes críticos.

Contexto Macro e Saídas Semanais Amplas

Fundos de criptoativos registraram saídas semanais de US$ 454 milhões, com produtos ligados ao Bitcoin perdendo US$ 405 milhões e Ethereum US$ 116 milhões. O motivo principal: dados macroeconômicos fortes nos EUA reduziram apostas em cortes de juros do Fed em março, elevando o dólar e pressionando ativos de risco. Nos EUA, saídas somaram US$ 569 milhões, enquanto Europa e Ásia mostraram inflows modestos.

Curiosamente, altcoins como XRP (US$ 45,8 milhões em entradas) e Solana (US$ 32,8 milhões) atraíram capital, sugerindo rotação setorial em vez de pânico generalizado. No entanto, o Bitcoin, como benchmark, absorve o grosso da pressão inicial.

Análise Técnica: Suportes e Sinais Bearish

O BTC caiu abaixo da média móvel de 20 dias em US$ 92.800, com RSI em 42 (neutro-baixista) e MACD negativo. Suporte imediato em US$ 89.500, testado recentemente; quebra pode levar a US$ 86.000. Volume spot caiu 18%, indicando indecisão. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.739 (variação +0,34% em 24h), alinhado à fraqueza global.

Do ponto de vista cético, isso pode ser uma correção de meio de ciclo, limpando ‘mãos fracas’ antes da próxima pernada altista. Mas se os fluxos negativos persistirem, com Fed hawkish, o risco de topo local aumenta — monitore o supply em exchanges (11,5% da oferta) e hash rate acima de 620 EH/s para contrapeso.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, esses fluxos reforçam a necessidade de gestão de risco: evite alavancagem em suportes frágeis e priorize posições de longo prazo. A correlação com o dólar forte impacta diretamente o BRL/BTC. Embora saídas limhem especuladores fracos, o ceticismo construtivo dita cautela — o topo de ciclo ainda parece distante, mas não subestime reversões macro. Dados on-chain limitam downside estrutural, mas volatilidade de curto prazo persiste.


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21 figuras cartoon em tronos elevados dominando fatia '13%' de esfera Bitcoin sobre planície dourada, revelando concentração de supply pelos top detentores

Top 21 Detentores Controlam 13% do Supply de BTC em 2026

Quem manda no Bitcoin? Uma análise da distribuição BTC em 2026 revela que os 21 maiores detentores controlam cerca de 13,1% do supply circulante, totalizando 2,75 milhões de BTC. Em 2025, esse grupo acumulou 420 mil BTC, equivalentes a US$ 40 bilhões, segundo dados on-chain de Arkham e BitMEX. Satoshi Nakamoto, MicroStrategy e ETFs como BlackRock dominam, sinalizando concentração entre HODLers institucionais.


Os Maiores Acumuladores Individuais e Corporativos

Satoshi Nakamoto lidera com aproximadamente 968.400 BTC, minerados nos primórdios da rede e intocados desde 2010, representando 4,61% do supply total e um valor estimado em US$ 87,7 bilhões. Em segundo lugar, a MicroStrategy detém 672 mil BTC, após adicionar 226 mil unidades em 2025, consolidando-se como a maior tesouraria corporativa com 3,2% do circulante.

Governos também figuram no topo: os EUA controlam 328 mil BTC de apreensões, enquanto o Reino Unido tem 61 mil. Empresas como Block.one (164 mil BTC) e Tether (96 mil BTC) reforçam a diversificação de reservas, com a stablecoin usando lucros para aquisições estratégicas.

Aquisições Recordes em 2025 e Concentração On-Chain

Os 21 maiores detentores ampliaram posições em 420 mil BTC ao longo de 2025, capturando 2,2% da oferta circulante em meio a volatilidade. Mineradoras como MARA Holdings (53 mil BTC) e novas entrantes como Twenty One Capital (44 mil BTC) exemplificam o apetite institucional. Dados de BitcoinTreasuries e Arkham Intelligence destacam que, apesar da pseudonimidade, padrões on-chain identificam esses whales.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 488.474 (média das exchanges brasileiras), com variação positiva de 0,24% em 24h. Essa acumulação sugere confiança de longo prazo, mas levanta debates sobre centralização.

Domínio dos ETFs e Implicações para HODLers

ETFs spot dos EUA capturam atenção: o iShares Bitcoin Trust da BlackRock custodia 779 mil BTC, seguido por Fidelity (198 mil) e GBTC (164 mil). Embora sob custódia de clientes, esses veículos representam influxos massivos de capital tradicional, alterando a dinâmica de distribuição.

Pessoas físicas ainda detêm a maioria (13,66 milhões de BTC), mas instituições crescem. Winklevoss (70 mil BTC) e Tim Draper (30 mil) exemplificam HODLers individuais. On-chain, o supply efetivo pode ser menor (16-17 milhões BTC) devido a chaves perdidas, ampliando o impacto desses grandes players.

O Que Isso Significa para o Mercado?

A concentração em top 21 wallets indica maturidade, com HODLers resistindo a vendas apesar de correções. No entanto, riscos como quantum computing ou políticas regulatórias persistem. Investidores devem monitorar métricas on-chain via Arkham e BitMEX para medir o sentimento. Para brasileiros, o BTC em R$ 488 mil reforça o apelo como reserva de valor.


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